01
Set 12

Capitulo 21

Identidades

- Joan!? – Exclamou Renesmee surpreendida.

- Joan? O nome dele é Steve. – Defende Emily.

- O Steve é o meu namorado.

 Namorado? Emily tinha encontrado alguém que ela amasse, tal como amava Sam? Algo aqui não batia certo.

- Eu não sei o que se passa aqui, mas o meu nome é Steve. – Afirmou Joan.

 Renesmee olhava para Joan, como quem olhava para um carro. Avaliando tudo nele. Tentando descobrir uma pequena falha. Não sei porque. Estava na cara que aquela pessoa á nossa frente era Joan. O mesmo Joan, que apareceu no castelo á dois anos atrás. O mesmo Joan que me faz lembrar Edward.

 Eu não conseguia parar de olhar para ele. As parecenças com o meu falecido marido eram demasiadas. Continua exactamente igual. O que é óbvio, visto que Joan é um vampiro.

 Mas será que Emily sabe?

- Emily, meu amor, posso falar com a…

- Bella e Renesmee. – Indica Emily, ao ver que Joan “não sabia” os nossos nomes.

- Sim. – Confirma ele. – Com a Bella e com a Renesmee.
- Tudo por ti. – Emily dá um pequeno beijo a Joan, que não lá muito bem retribuído.

 Ela vai par o jardim, deixando-nos sozinhos na sala.

 O rosto de Joan assumiu uma forma, que até então, não tinha visto. De uma expressão amável, passou para uma sarcástica.

- Bella e Renesmee. – Disse ele come se fossemos velhos amigos. – Se não estou em erro, a ultima vez que vos vi, estavam com os Volturi. O que é que se passou?

 Com a sua maneira de falar, Joan, fez – me lembrar James. A forma como ele falou comigo no nosso ultimo encontro… é exactamente igual á que, Joan, esta a usar connosco. A voz de um predador, que fala com a sua presa.

- O que é que fazes aqui? – Perguntou Renesmee, cheia de coragem.

- Não, não. Eu perguntei primeiro. – O sorriso de Joan era no mínimo, malicioso.

- Não aconteceu nada. – Respondi. – Decidimos passar uns dias a Forks. Nada de mais.

 Joan olhou para nós com um ar confuso. Mas o sorriso continuava lá.

- Porque Forks? – Perguntou.

- Nós já respondemos a uma pergunta. Agora é a tua vez. – Disse Renesmee, cheia de convicção. Ela devia ter levado uma injecção de adrenalina esta manhã.

- Touché. Bem, eu estou aqui, porque moro aqui, -  Disse ele com uma gargalhada.

- Oh, sim. Com uma falsa identidade. Não é Joan? Ou devo chamar-te “Steve”? – Disse do modo mais intimidador que consigo.

- Olha quem a viu e quem a vê! Á dois anos atrás parecias tão inocente. E agora chegas aqui como uma leoa. Gostei. – Disse ele aproximando – se, demais, do meu rosto.

- Afasta-te! – Ordenei, empurrando – o da minha frente.

- Então Bella? Pensava que gostavas um pouco mais de mim. Já não te faço lembrar o teu, querido e falecido, marido?

 É verdade que Joan ainda me fazia lembrar Edward. Afinal de contas, os vampiros não mudam. Ele continuava a ter o cabelo da mesma cor, o ar de menino. Que não combinava muito com expressão sádica, agora reflectida no seu rosto. Até os olhos eram agora de uma cor semelhante por causa das lentes de contacto, que servem, certamente, para esconder os seu olhos vermelhos.

 Claro que ele ainda me fazia lembrar Edward. Mas, se eu nutria alguma simpatia por ele no passado, desapareceu toda assim que o vi aqui.

- Renesmee, leva a Emily a dar um passeio pelo bosque. Acho que ela está a precisar de se distrair. – Pedi, sem tirar os olhos de Joan.

- Mas mãe… - começou ela implorando.

- Faz o que eu te digo. Trá-la de volta daqui a uma hora.

 Renesmee ficou dividida durante um minuto. Para depois sair a correr e direcção ao jardim.

 Joan continuava a rir-se que nem um psicopata.

- Porque é que a mandaste embora? Eu tinha tantas saudades dela. Ainda me lembro de quando ele me defendeu. Era tão pequenina. Cresceu imenso. Tornou-se numa linda mulher.

 O olhar dele dava-me nojo. Se ele pensa que consegue alguma coisa com a minha filha, está muito enganado.

- Tu não lhe vais tocar. – Rosno.

 Ele levanta os braços.

- Calma. Eu não quero nada com ela. Estou muito feliz com a Emily, obrigado.

- Que história é essa de namorares com a Emily? – Perguntei fria.

- Bem. A Emily é uma mulher extraordinária. Quando a conheci estava tão arrasada por causa do noivo. Ouvi dizer que ele morreu numa horrível batalha. Se não estou em erro, a mesma batalha, que matou o teu querido marido. Que tragédia. – Joan finge um ar de compreensão.

- Isso não explica nada.

- A Emily estava fraca, triste, sem nada que a agarrasse á vida. Eu apenas lhe dei um motivo para viver. Eu. – Apontou para sim próprio com um sorriso.

- A Emily nunca trocaria o Sam porá nada deste mundo. A impressão natural é algo demasiado forte.

- Por favor Bella. Não é assim tão difícil competir com um lobinho. Ainda por cima morto.

 Não fazia sentido. O Sam está morto, é verdade. Mas as macas que a impressão deixou, não desaparecem. A não ser que…

- Tu mentiste a cerca do teu dom. – Acusei.

- Parabéns. – Felicita Joan batendo palmas. – Finalmente chegaste lá. O que é que me vai fazer por ter mentido ao teu chefe?

- Nada. Eu apenas quero saber qual é o teu verdadeiro dom.

- Eu entro na cabeça das pessoas Bella. Faço com que elas vejam aquilo que elas de lembrem do que eu quero que se lembrem. Se esqueçam daquilo que eu quero que se esqueçam. Não foi muito difícil entrar na cabeça do teu mestrezinho, e fazer com que ele pensasse que o meu dom era outro. Tão poderoso, mas tão fraco. É da idade.

- O que é que a Emily te a ver com tudo isto? – Perguntei, já um pouco confusa.

- A Emily é apenas um passatempo. Também tenho de me divertir, não é? Quando ele já não servir… digamos apenas que dará uma boa refeição.

 Foi a gota de água. Atirei Joan com toda a força contra a parede. Que. Como por milagre, não se partiu.

- Olhem só. A rapariguinha que não me queria matar, agora está a tentar faze-lo á força toda. – Dito isto, Joan levanta-se, e num segundo, manda-me ao chão.

 Ele tina força. Mas na me podia deixar ir abaixo. Tinha de proteger a Emily. Ela faz parte da minha família.

 Levanto – me no ápice, enquanto ele ainda está a rir-se á gargalhada, e tento prender-lhe os braços. Mas ele salta, e aterra do outro lado da sala.

- Não vai ser assim tão fácil apanhar-me. Por algum motivo fui parar ao salão do Volturi.

 Ele tentou saltar para cima de mim, de forma a imobilizar-me. Mas eu escapei apenas dando um passo ao lado, tal como Alice fazia.

- Isso é tudo que tens? – Respondo com uma gargalhada.

- Oh minha amiga. Isto ainda agora começou.

 Depois disso, começamos uma dança de ataque e defesa. Ele tentava chegar a mim, enquanto que eu me defendia. Até que ele me prende os braços.

- Então e agora? Vais chamar o teu queridinho? Ah, pois é. Ele está morto. Então acho que ele não se vai importar muito que eu ocupe o lugar dele. Pois não?

 Joan olha-me mesmo no fundo dos meus olhos. O que me incomodava um pouco Mas pelos vistos, não tanto quanto lhe incomodava a ele. Quando percebi o que ele estava a tentar fazer, começo-me a rir.

- Não vais conseguir. Tenho um escudo mental muito potente. – Disse com um sorriso.

- Então, temos muita pena, mas não te posso deixar viver agora que sabes o meu segredo.

 Joan tentava encaixar as mãos no meu pescoço e dar-me o golpe. Eu saltei e escondi-me atrás de um dos moveis. Pronta para atacar.

- Onde estás? Vem cá! – Berrava ele.

 Salto do sito de onde estou escondida. E mesmo antes de Joan perceber o que estou a fazer, agarro no seu pescoço. E ele cai no chão, morto de vez.

publicado por Twihistorias às 19:52
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comentário:
agora a Emilly vai surtar de vez!
marcela thomé a 2 de Setembro de 2012 às 01:36

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