23
Set 12

 

 

Nota da Autora - Peço imensa desculpa por este tão longo interregno, não foi minha intenção. Vou dar o melhor para isto não voltar a acontecer.

 

Capítulo 5

 

Ponto de vista do Edward.

- Vocês não acham que fui mesmo eu pois não?

Não queria que respondessem vocalmente esperava antes ouvir o que a sua voz não me revelaria. E lá estava o que eu esperava, a condenação silenciosa de que provavelmente perdera o juizo. Talvez,pensavam eles tivesse sido sem querer, perdera o controlo e tivesse tirado uma vida humana.  O luto faz destas coisas, pensou Esme. Ninguém parecia completamente convencido da minha inocência ou culpa. E também eu já não ia alegar mais nada em minha justiça. Mesmo que estivesse inocente,sabia que a compaixão deles não me ia ajudar. Desde há muito que pensava dar-lhes razões para desistirem de mim. E estava decidido a deixar de me preocupar. Tomara a decisão de apenas focar-me a em encontrar a Bella. De qual quer maneira já não aguentava mais fingir que estava tudo bem. E a má fama de homem destroçado podia servir para concentrar os meus esforços sem me preocupar com distracções. Nada mais importa que ela, fui estupido ao achar que não.

Quando dei por mim estava a destruir o meu quarto de solteiro sem se quer me ter apercebido que mudara de divisão. Naquele momento havia penas pelo chão, molas fixantes e dezenas de objectos espalhados pelas peças de vidro já partidas do que outrora foram paredes do meu quarto.

Não posso dizer que estava arrependido ou que reprovava o meu comportamento, há muito que esperava uma explosão assim. Eu amava a minha família, obviamente que sim. Mas ansiava por jusitça, por adrenalina, por ceder aos meus instintos. Evlyn não fora minha vítimamas não desistira de encontrar o verdadeiro culpado e elimnina-lo! Passava a ser o caso perdido que toda gente esperava que me tornasse. Sem estar preso a ninguém. Seria pelo melhor.

Os meus pensamentos foram interrompidos pelo som de passadas apressadas na minha direcção. A minha família toda reunida no meu quarto com a expressão de puro horror nos seus rostos:

- Edward...

Suspirou Esme aterrada. Bradei em resposta.

- Saiam Todos! Saiam! Não há nada aqui para ser visto!

Obedeceram-me. Até que os mesmos passos atabalhoados se repetiram por uma voz inocente até agora não silenciosa.

- Até eu papá?!

Atravessei o quarto e coloquei a pequena criança nos meus braços. Aterrorizado por me aperceber finalmente da inconsciencia do acto. Aconcheguei Anthony no meu peito e ecooei baixinho:

- Oh! Filho desculpa!O pai não sabe o que faz! Meu amor desculpa! Eu prometo que vamos ficar bem! Vamos mesmo vais ver...

O meu "coração" acalmou-se no cessar do seu choro desesperado. E enquanto o protegia do frio da divisão agora cingida ás fundações. Refectia o quanto do que acabara de dizer podia ser realidade. Mas mais que isso o que "raio" ia eu fazer á minha vida.

 

POV do Jacob

Combinara com Charlotte uma última ida á praia antes da sua partida para Londres. Não sabia como ia ser quando voltasse quando lhe contasse. Na verdade não sabia se ela iria sequer ficar...

"Tã tã tã! Nâo peóximo capítulo de "Ela é demaís para mim mas é na boa por que é a minha impressão natural!"

Interrompeu-me o anormal Seth na sua forma de lobo.

- Ouch! Anormal!Pensei que éramos amigos...

O que é que queres. 

" Nada de especial uma boa velha partida de salto de mergulho".

Se prometeres não cuscar mais alinho.

"Combinado"

Vai lá ter transformar que eu vou pé do precípicio. Vemo-nos em cinco.

Seth aproximou-se já em forma humano, entusiásmado como um puto no natal.

- Bora lá!

- Bora meu!

- Aos 3 - Incentivou ele.

- 1

- 2

- 3...

E começou a sensação mais electrizante do mundo. A pressão inebriante do ar contra o nosso corpo em queda livre e cada celula de organismo preparar-se para o embate na água escura gélida do mar. E depois o vitorioso mergulho até á areia. Mas alguém não partilhava a minha satisfação. Charlotte. Como é que ela tinha chegado até ali?Mais importante porquê não tinha dito nada ainda? Seria o choque tão drástico assim.

- Como? Como? A sério! Como é que estás vivo? Eu ví-te saltar. Tu devias estar pelo menos inconsciente...

Num instinto abraceí-a e confessei:

- Desculpa eu não te queria preocupar... Eu conto-te tudo prometo.

publicado por Twihistorias às 18:30

comentário:
Oh,eu acho que o proximo capitulo vai ser meio tenso...Que bom que a fic voltou a ser postada!
Marcela Thomé a 23 de Setembro de 2012 às 20:05

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