26
Jan 13

POV Bella.

Eu nem queria acreditar que estava nos braços do meu anjo, que afinal não era tão mau como parecia. Edward estava a ser muito atencioso e cuidadoso comigo. Houve um momento em que pensei que ele ia desistir mas ele acabou por ficar comigo. A Alice tinha-me avisado dessa possibilidade e tinha-me dito para eu insistir. Na altura tinha achado que ela estava a ir longe demais com aquilo e pensei que na hora quem ia decidir o que fazer era eu e não ela. Qual não é o meu espanto ou verificar que aquilo que eu queria era precisamente aquilo que ela me tinha dito para fazer. Eu sabia que se não o tivesse naquela noite não voltaria a ter oportunidade para isso. Assim, preparei-me mentalmente para me dar, mesmo sabendo que ele não sentia o mesmo por mim. Antes de chegar ao hotel, o meu maior medo era que ele fosse rude comigo. Depois que nos encarámos por mais de cinco minutos à porta do quarto, o meu maior medo passou a ser o da rejeição. E se mesmo assim ele não quisesse nada comigo?

Foi com a ideia fixa de ter que o seduzir que consegui voltar a vestir aquela roupa interior de marca que a doida da irmã dele me tinha comprado. Agradeci-lhe mentalmente quando vi a cara dele a olhar para mim ao deixar cair o roupão. Não tinha sido capaz de vestir o robe transparente que a Alice tinha insistido em comprar. Eu queria que primeiro ele me visse como eu era ao natural, sem estar concentrado em peças de lingerie. Por isso escolhi vestir o roupão do hotel.

Foi surpreendente a forma carinhosa como ele me aninhou nos seus braços. A conversa que tivemos sobre a nossa infância e os nossos sonhos e projetos para o futuro foi descontraída e agradável. Senti-o como o amigo que gostaria que ele fosse. Quando me disse que não era capaz de fazer amor comigo por me respeitar, senti um misto de alegria e de deceção. Ele estava mesmo a ver-me, já não era só o aspeto exterior que contava. Pelo menos foi a isso que me agarrei. Se já tinha a certeza do que queria ainda fiquei com mais depois disso.

Perdoa-me por não ter forças para me ir embora, foi a coisa mais bonita que ele me podia ter dito. E depois sentir os seus lábios nos meus foi tão intenso que pensei que ia desmaiar. Tudo o que se seguiu foi um sonho. A forma como ele me acariciou parecia que as suas mãos já conheciam o meu corpo e que o meu corpo já conhecia as suas mãos. Nunca pensei que fosse tão arrebatador sentir a pessoa amada. Afinal, por momentos eu fui a sua querida.

As experiencias extraordinárias que se seguiram levaram-me ao êxtase. O meu primeiro orgasmo, violento, forte e intempestivo. Gritei tão alto que se deve ter ouvido fora do quarto. Foi uma sensação indescritível. Fiquei tão feliz que só me apetecia fazer-lhe o mesmo se eu soubesse como.

Eu queria mais, muito mais. Eu queria aproveitar o máximo possível dele. Ele pensava que me estava a usar mas era ele o usado. Eu precisava dele, do corpo dele. Aquele calor abrasador que acelerava a minha respiração e o batimento do meu coração só podia ser apaziguado de uma maneira. Não podíamos voltar atrás. Parar agora era absolutamente impossível.

Senti-lo intimamente foi mais doloroso do que eu pensava, mas então as suas palavras ternas fizeram-me redimensionar a dor. Voltei a ser a sua querida. Nada mais me interessava. Tê-lo dentro de mim e ouvi-lo chamar-me amor lindo fez-me chorar. Aquele momento não podia ser mais perfeito.

Pediu-me para o beijar e eu não pensei duas vezes. Beijei-o, mordisquei-lhe o lábio e a orelha como ele tinha feito comigo. Tentei concentrar-me nele para evitar gemer de dor. Edward compassava as suas investidas, intercalando-as com beijos e sussurros, o que me ajudava verdadeiramente. Ia beijando a minha pele e murmurando algumas palavras carinhosas como linda, querida e amor. Agarrei-me a ele desesperadamente não querendo que ele parasse e beijei-o como se não houvesse amanhã. A determinado ponto, o prazer ultrapassou a dor fazendo-a diminuir até desaparecer. Então, as suas investidas tornaram-se mais rápidas e vigorosas, fazendo crescer em mim uma nova sensação de plenitude.

As mãos dele percorriam o meu corpo suado e quente elevando ao máximo as sensações que estava a sentir. Num gesto de luxúria e desejo, cruzei as minhas pernas nos seus quadris e chupei a sua língua. Ouvi-o gemer ao mesmo tempo que senti o aprofundar do nosso contacto. Mergulhei numa incrível torrente de prazer, cujo fluxo crescente desaguou numa poderosa e enérgica explosão de sentidos. Maravilhada, apeteceu-me gritar o nome dele e dizer-lhe que o amava mas todos os sons que emiti foram absorvidos avidamente pela boca dele.

No meu estado de deslumbramento, passei a minha mão direita pelo seu rosto, acarinhando a suas faces e com a esquerda o seu lindíssimo cabelo. Ele inclinou um pouco a cabeça para beijar os meus dedos e eu aproveitei o seu pescoço livre para passar a minha língua até à sua orelha e mordiscá-lo levemente. Ele intensificou o ritmo dos nossos movimentos e procurou novamente os meus lábios, enquanto murmurava palavras indecifráveis que me pareceram a mais doce declaração de amor.

O meu deslumbramento foi total ao assistir ao seu clímax. O beijo mais intenso, o abraço mais apertado e o som cavo e rouco do seu gemido final mostraram um Edward completamente entregue e rendido ao momento que estávamos a viver. Não tinha sido uma cena de sexo; nós tínhamos feito amor.

Tombou ao meu lado na cama sem dizer nada. Não achei errado. Não era preciso perguntar se ele tinha gostado porque eu senti o seu prazer e sabia que ele tinha sentido o meu. Senti-o tactear o meu corpo até encontrar a minha mão. Puxou-a para si e beijou o meu pulso, o que me fez desejar que o nosso ato ainda durasse.

Pouco tempo depois, a sua respiração tornou-se calma e compassada. Ele tinha adormecido a segurar a minha mão. Virei-me o mais lentamente possível para não o acordar e fiquei a fitá-lo, memorizando os traços e contornos do seu magnífico corpo.

Na minha cabeça passavam imagens, sons e cheiros, dos momentos que tínhamos partilhado. A comoção tomou conta de mim e, não conseguindo evitar, senti duas lágrimas traiçoeiras deslizarem pela minha pele. Não sabia se chorava de felicidade por ter feito amor com o homem que amava ou se chorava por já ter acabado e não saber o que iria acontecer a seguir. Com jeito, retirei a minha mão das dele e virei-me de costas. Não queria que ele acordasse e me visse a chorar. Acabei por adormecer também.

Acordei com o trepidar de um telemóvel. Maldisse a pessoa que estava a importunar o meu sonho e acomodei-me melhor decidindo não atender a chamada. Percebi então que o meu sonho tinha sido verdadeiro e que a razão de me sentir tão confortável era por estar encostada ao peito de Edward. Não fiz gesto algum para olhar para as minhas costas e verificar se ele ainda estava a dormir. Uma alegria imensa invadiu-me e, mentalmente, fiz a dança do “eu fiz amor com o Edward”. Ri-me desta ideia infantil mas o meu contentamento não esmoreceu.

– Estás bem? – Ouvi-o perguntar.

– Estou. E tu? – Respondi meia sobressaltada por saber que ele estava acordado.

– Estás mesmo bem? – Voltou a questionar, ignorando a minha resposta e a minha pergunta.

– Não estou arrependida, se é isso que queres saber. Tu estás?

– Não.

– Não?

– Não. Não sei bem o que pensar de tudo isto mas tenho a certeza que não trocava isto por nada.

As suas palavras deram alento à minha atitude seguinte. Enchendo-me de coragem, peguei na mão dele e deslizei-a lentamente pela minha pele, desde a perna até ao peito passando perigosamente pela minha virilha. Ele deixou-se conduzir, não fazendo qualquer esforço para retirar a mão ou desviar a trajetória. Comecei a ter alguma dificuldade em manter o ritmo respiratório, já que o meu coração palpitava cada vez mais rápido.

– Diz-me o que estás a pensar, - pediu ele, apanhando-me novamente distraída com os meus pensamentos e sentimentos.

– Estava a pensar… que… bem… eu… gosto de estar contigo, - gaguejei. Depois, percebi que talvez não devesse ter dito aquilo. – É bom estar contigo, aqui, neste momento.

– Eu também estou a gostar de estar contigo, Bella. Tu fazes-me sentir em paz e…

– Sim?

– Excitado. Tu excitas-me muito. – Ele parecia reticente em admitir este facto.

Ouvir as suas palavras e sentir as palpitações da sua ereção nas minhas nádegas, provocou-me uma contração forte de desejo. Eu também o desejava muito, só não tinha coragem de lho dizer.

– É recíproco, - murmurei profundamente envergonhada.

Ele respirou fundo e continuou a massajar-me os seios, visto que eu tinha parado ao iniciarmos a conversa.

– Em todo o caso, - continuou ele, - parece-me que neste momento estamos mesmo a precisar de um banho relaxante. Que te parece? Agrada-te a ideia?

– Juntos?

– A ideia é essa, caso queiras.

– Sim. Dá-me apenas dois minutos de avanço, - disse eu já a sair da cama e a correr para a porta da casa de banho.

No entanto, uma tontura fortíssima tirou-me o equilíbrio e eu desabei.

 

POV Edward

Acordei com a vibração do telemóvel. Ainda pensei em ignorar mas depois lembrei-me que só poderia ser a minha irmã, pelo que, cuidadosamente saí da cama e procurei o meu casaco. Se eu conhecia bem a Alice, sabia que ela era capaz de aparecer por ali caso eu não lhe respondesse.

Nove chamadas não atendidas e vinte e sete mensagens. As primeiras exigindo que eu não desistisse e as últimas a perguntar se tinha cumprido a aposta. Tudo isto numa linguagem pouco recomendável para uma rapariga da idade dela e, para ser franco, para qualquer outra. Alice, quando queria, conseguia ser quase tão brejeira quanto o Emmett. Que belos irmãos eu tinha.

Não querendo confirmar nada, porque queria preservar a Bella daquela situação, enviei-lhe uma mensagem clara e desliguei o telefone.

Tem calma. Eu pago-te os 500 dólares e dou outros tantos ao Emmett. Não me chateies mais.

Ela iria ficar aborrecida comigo mas não quis saber. Havia uma mulher linda naquela cama e só isso me interessava naquele momento. Bella tinha sido uma bela prenda de aniversário.

Fui até à casa de banho, encontrando no chão a sua roupa bem dobrada e o seu saco. Sorri ao ver, pela abertura do saco, o que me pareceu uma camisola de noite rendada e transparente. Peguei em tudo e coloquei em cima de um cesto que estava junto à enorme banheira.

Quando regressei ao quarto ainda pensei em vestir os meus boxers, mas depois olhei para ela e pensei que ao acordar ela se iria sentir mal ao ver que estava nua e eu não. Aproximei-me da cama e fiquei a olhar para ela. Como é que era possível, eu não ter visto beleza ao olhá-la? Ela tinha razão, eu nunca tinha olhado para ela com olhos de ver. Fiquei sem saber o que deveria fazer a seguir. Andei de um lado para o outro no quarto até ouvi-la murmurar o meu nome. Sorrindo, voltei a deitar-me a seu lado e, sem a mover muito, abracei-a. O toque da sua pele na minha provocou-me uma enorme ereção. Satisfeito com a reação do meu corpo, deixei-me ficar a inalar a sua fragrância e a observá-la à luz dos primeiros raios da manhã.

Bella dormiu até tarde, acordando apenas com o barulho da vibração do seu telemóvel. Já não era a primeira vez que vibrava. Havia alguém que precisava mesmo de falar com ela. Estranhamente, este facto deu-me uma sensação de superioridade, como se eu fosse o único privilegiado a ter acesso a ela. Ela ignorou a ligação perdida e encostou-se mais a mim o que me agradou mais do que eu pensava. Porém, assim que percebeu que estava comigo, ela parou e fez uns sons que não entendi. O receio e a curiosidade levaram a melhor e tive que lhe perguntar o que estava pensar. No decorrer da conversa acabámos por confessar a forte atração que sentíamos um pelo outro.

Seduzido por isso, sugeri um banho a dois que ela aceitou. Porém, a minha satisfação rapidamente deu lugar à preocupação, ao vê-la desmaiar a caminho da casa de banho.

Corri em seu socorro, verificando a sua respiração e pulsação e elevando-lhe os membros inferiores para favorecer a circulação e o regresso à consciência. Virei-lhe o rosto para o lado e friccionei os seus braços e rosto, estimulando os seus sentidos.

– Bella. Estás a ouvir-me, linda? Ouve, amor, está tudo bem. Eu estou aqui contigo. Oh meu amor lindo. Ouves-me, querida? Bella? Está tudo bem. – Repeti vezes sem conta, nos poucos minutos em que ela esteve desacordada.

Aos poucos ela foi recuperando a consciência o começando a responder ao que lhe perguntava.

– Edward…

– Estou aqui, mesmo ao teu lado. Como te sentes?

– Bem, acho eu.

– É normal perderes os sentidos?

– Não, eu… eu estou bem. Não é preciso ir ao hospital.

– Provavelmente seria o mais sensato.

– Não, por favor. Eu não gosto de médicos.

Ri-me da ironia da situação.

– Não gostas de mim? – Acabei por perguntar.

– Gosto, claro. – A confusão espelhada no seu rosto desvaneceu-se à medida que um tom carmesim coloria o seu rosto. – Tu és diferente. Não tenho medo de ti.

– Ah! Então o problema é esse? Tens medo de médicos… mas não tens medo de mim. É um bom presságio. Podes ficar tranquila porque eu nunca te farei mal. É uma promessa.

– Sim, - murmurou ela assentindo com um gesto leve de cabeça. - Não fiques preocupado que eu já estou bem. Deve ter sido por fraqueza.

– Desmaias muitas vezes, Bella? Quando foi a última vez que comeste alguma coisa?

– Ontem não consegui comer antes… de vir para aqui. Eu… não tinha apetite.

Olhei para ela com olho clínico para identificar quaisquer outros indícios que pudessem existir de alguma coisa fora do normal.

– Não sofro de distúrbios alimentares se é isso que estás a pensar.

– Vou pedir alguma coisa para comermos. Entretanto, - disse eu pegando nela ao colo, - vais ficar deitada. Assim, - rematei colocando-lhe dois almofadões como apoio às costas e à cabeça. – Ordem de um médico amigo que se preocupa contigo.

Cobri-a com o lençol e vesti o roupão que ainda estava no chão. Peguei no telefone e, ao pedir que preparassem um brunch e o levassem ao quarto, vi um papel no chão junto à porta de entrada. Curioso, fui até lá e verifiquei que era um envelope com o logótipo do hotel, endereçado aos Sr. e Srª Cullen. Era uma situação estranha. Eu tinha dado o meu nome mas não tinha referido nada relativamente a Bella, até porque na altura da reserva eu só queria esquecer a passagem dela na minha vida. Interessante como as coisas conseguem mudar de forma tão drástica em tão pouco tempo…

A mensagem era obviamente de Alice. Só ela faria uma coisa daquelas. A mensagem, enigmática como grande parte das coisas que a minha irmã dizia e fazia, referia que Bella estava oficialmente de férias do seu trabalho e que eu não me devia preocupar com os meus outros compromissos porque ela tinha tratado de tudo. Para me deixar mais preocupado e intrigado, terminava desejando-me felicidades nas férias.

Pensava ainda na estranha mensagem de Alice e no peculiar caminho que a vida me tinha proporcionado, quando alguém bateu à porta. A nossa comida tinha chegado. Recebi o carrinho à porta, não deixando entrar o servente, e combinei com ele a forma como deviam proceder à limpeza do quarto. Enquanto tentava colocar o “recado” da minha irmã no bolso do roupão, empurrei o carrinho para o interior do quarto. Quando voltei a olhar para Bella ela estava de olhos esbugalhados. Olhei para as bandejas com atenção: bacon, panquecas, xarope de ácer, mirtilos e morangos, ovos mexidos, muffins, cereais, leite, sumo de laranja e café. Estava tudo como eu tinha pedido, contudo as panquecas vinham num prato branco bastante grande onde, em letras perfeitamente desenhadas a chocolate negro, estava escrito “Feliz lua-de-mel”. Nessa altura percebi a reação de Bella e a mensagem da tonta da Alice. Ela deveria ter contado uma história mirabolante na portaria para deixar a mensagem.

– Acho que a culpada disso é a minha irmã.

Bella abafou uma imprecação com a mão direita e suspirou.

– Desculpa. As idiossincrasias da tua irmã são muito peculiares.

– Pois. Essa é uma forma muito branda e vaga de dizer a verdade. Ela consegue tirar-me do sério. Aliás a única pessoa a quem ela nunca conseguiu tirar do sério é a nossa mãe, que é a pessoa mais paciente do mundo e que a adora. A minha mãe é muito protetora.

Ela riu-se, parecendo gostar da imagem que eu estava a descrever.

– A tua família deve ser muito divertida.

– O meu irmão é o campeão da boa disposição. Mas agora vamos comer. Se quiseres ouvir mais coisas dos meus irmãos eu posso contar-te tudo no banho.

– Vais esquecer-te.

– Eu nunca me esqueço de nada. – Ela olhou para mim com cara de quem não acreditava no que ouvia. – Mas confesso que às vezes faço de contas que não me lembro.

Ela riu-se e, enrolando-se no lençol, sentou-se na cama de pernas cruzadas. Sentei-me praticamente à sua frente e preparei um prato com panquecas e fruta para ela.

Comemos em silêncio usufruindo da calma que havia entre nós.

publicado por Twihistorias às 18:00
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2 comentários:
mt bom!
marcela thomé a 27 de Janeiro de 2013 às 20:35

Obrigada, Marcela.
Receber comentários é sempre muito agradável.
Espero que acompanhes a fic até ao fim.
Ella Fitz a 28 de Janeiro de 2013 às 16:16

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