13
Fev 13

POV Bella

 

Enquanto tomava banho e me preparava para ir jantar com Edward, pensava em tudo o que se tinha passado nas últimas vinte e quatro horas. Seria difícil sentir-me mais feliz. Mesmo não sabendo o que esperar dos dias seguintes, a situação em que me encontrava era por si só uma enorme fonte de satisfação. É claro que nos meus sonhos Edward era um homem carinhoso e respeitador, mas testemunhar essas qualidades através de um relacionamento entre nós os dois, era mais do que algum dia pensei ser possível.

Arrumei-me da melhor forma possível, vestindo uma roupa que a Alice tinha escolhido para mim e que eu pensei que não chegaria a usar. Olhei-me no espelho da casa de banho, pensando se deveria prender o cabelo ou soltá-lo mas não cheguei a conclusão nenhuma. Deixei o elástico no pulso e fui para o quarto. Edward olhou-me com atenção e sorriu. Pareceu-me que tinha gostado e eu agradeci mentalmente a Alice pela ajuda.

Quando ele regressou ao quarto, já de banho tomado e vestido, apanhou-me em frente ao espelho ainda a decidir o que fazer ao cabelo.

– Deixa-o solto. Gosto da forma como ele emoldura o teu rosto.

Como uma garota de quinze anos, adorei o comentário dele. Pousei o elástico no armário ao lado das coisas que tinha tirado do meu saco e calcei-me.

– Esse tom de azul fica-te muito bem. Acentua a cor da tua pele e faz-te ainda mais bonita.

– Obrigada, - murmurei com vontade de lhe saltar para o colo e o beijar. – A ti todas as cores ficam bem. - Levei a mão à boca, envergonhada pelo meu comentário. – Acho-te um homem muito bonito, - tentei emendar o que tinha dito.

– Ah, Bella, meu belíssimo cisne, - disse ele abraçando-me, - tu és a mulher mais bonita que eu já vi. E sabes o melhor? Vou levar-te a um restaurante agradável e sentir-me profundamente orgulhoso de te ter a meu lado.

– Não podes ser assim tão perfeito. Que defeitos escondes, meu príncipe?

– Ainda não te posso dizer. Não quero que fujas de mim. Mas prometo portar-me bem contigo. Para começar, ajudo-te a vestir o casaco. Lá fora deve estar uma aragem fria; como médico tenho que zelar pela tua saúde.

Ri-me e dei-lhe um beijo como forma de agradecimento pela sua ajuda.

– Vamos, senhorita? – Disse ele indicando a porta.

– Claro, cavalheiro.

Descemos de elevador e, preparávamo-nos para abandonar o Hanover in quando me apercebi que me tinha esquecido da bolsa no quarto. Bolas! As lisonjas dele tinham-me desconcentrado.

– Esqueci-me da minha bolsa. Vou ao quarto e desço já, - disse-lhe dirigindo-me ao rececionista.

– Nada disso, meu cisne. Eu vou. Senta-te um pouco. Não demoro.

Vi-o pedir a chave e desaparecer junto aos elevadores.

– Boa noite, Bella.

Saltei de susto e virei-me para a voz. Alice.

– Bolas, Alice. Quase tinha um ataque de coração. Que fazes aqui?

– Então, Bellinha? Tens o telemóvel desligado e o Edward também. A única forma de saber se correu tudo bem era verificar pessoalmente. Então, como foi?

– Porque é que queres saber, Alice? O teu irmão é muito boa pessoa, não precisa de lições nenhumas.

– Quer dizer então que vocês se entenderam? Que bom! Foram mil dólares bem gastos.

– Mil dólares gastos em quê?

– Na aposta que fiz com o Emmett e com o Edward.

– Tanto dinheiro numa aposta? Tu és doida.

– Como é que o Edward se portou? Tratou-te bem? – Não lhe respondi. – É claro que portou. A tua cara diz tudo.

– Foi. Agora podes ir embora se fazes favor?

– Vão ficar mais uma noite?

– Sim.

– Eu sou um génio. É ou não é verdade? O meu palpite, foi uma vez mais, certeiro. Certeiro e perfeito. Correu tudo como planeado, - disse ela batendo palmas. - Ainda estás arrependida de teres aceitado a minha proposta?

– Que proposta, Alice? – Perguntou Edward.

Estremeci como se tivessem disparado um taser sobre mim. Ele tinha voltado tão rapidamente e chegado ao pé de nós de forma tão silenciosa, que não nos apercebemos da sua presença até ele falar.

– Boa noite, querido irmãozinho.

– Que proposta, Alice? Bella?

Eu olhei para ele e comecei a chorar.

– Posso saber o que se passa? Alguma de vocês é capaz de dizer o que me andaram a esconder? Andaram a enganar-me? Bella! Eu fui correto contigo e tu enganaste-me?

– Edward, eu… Desculpa. Eu não queria, - balbuciei.

– É lá! Alto e pára o baile, - disse Alice num tom que não admitia resposta. – Ninguém enganou ninguém. Nós fizemos uma aposta a três, Edward. A situação com Bella foi apenas para a levar a aceitar o teu convite. Eu não podia deixar que fosses com qualquer mulher. Tinha que ser uma mulher escolhida por mim. A mulher ideal para ti: inteligente e sem futilidades.

Edward virou-se para mim muito zangado.

– A minha irmã pagou-te para ires para a cama comigo?

Eu fiquei sem ar. O meu conto de fadas tinha terminado.

– Jamais aceitaria uma coisa dessas, - disse-lhe, áspera e claramente. – Desculpa por te ter magoado. Vou-me embora. Adeus, Edward. Adeus, Alice.

Virei as costas e saí dali a correr. Corri ao acaso, afastando-me o mais possível dele e do meu desgosto. Não fui muito bem-sucedida. Tinha acabado de chegar ao College Green quando o senti a correr atrás de mim. Acelerei mais a corrida mas acabei por ser apanhada.

– Pára, Bella. Temos que conversar, - disse ele entre respirações. – Caramba! Para uma rapariga tão pequena tu corres rápido.

– Larga-me, Edward, - pedi com dificuldade.

Ele puxou-me pelo braço obrigando-me a ficar de frente para ele. Fiquei aliviada de ter cabelo a tapar-me a cara.

– Estou à espera de ouvir o que tens para me dizer. Olha para mim e fala.

Acabei por levantar a cabeça e empurrar o cabelo para trás com a mão que tinha livre.

– Eu já te pedi desculpa. Que mais queres? Humilhar-me? O que queres que eu faça? Queres que te peça desculpa de joelhos? – Perguntei com mágoa.

– Quero que me expliques o que se passou, - disse ele num tom duro.

– Pergunta à tua irmã. O plano é todo dela. Para te dizer a verdade eu nem sabia que tinham apostado a dinheiro. Só há bocadinho é que ela disse que eram mil dólares bem gastos. Mil dólares? – Perguntei com incredulidade. - Quem é a louca que aposta mil dólares para dar uma lição ao irmão? E tu e o teu irmão grandalhão aceitaram! Como? Porquê? Que mal lhe fizeste tu para ela achar que tu não prestas? Eu disse-lhe que tu és boa pessoa e que não precisas de lições nenhumas. Quando ela me procurou, senti-me intimidada. Pensei que ela achava que eu era uma aproveitadora. Depois foi um balde de água fria. Disse-lhe que não podia fazer uma coisa dessas mas eu já tinha prometido fazer o que fosse necessário e ela não me deixou voltar com a palavra atrás, - afirmei novamente alterada. - Eu sei que tenho culpa mas, no início, eu não sabia. Quando prometi ajudar-te eu não sabia que ia ser assim.

– Pára para respirar e senta-te aqui, - disse ele arrastando-me para um banco. – Agora, conta-me tudo desde o início que eu não estou a entender nada. – Falava mais calmo mas continuava a segurar-me com força.

Respirei fundo várias vezes enquanto tentava ordenar os meus pensamentos. Agradeci-lhe mentalmente por respeitar o meu tempo e não exigir que eu começasse a falar antes de estar preparada.

– Na festa do teu aniversário a Alice percebeu que eu gostava de ti e procurou-me dizendo que tu não estavas bem e que eu podia ajudar-te. Eu não entendi muito bem o que ela queria porque ela começou a falar mal de ti e a dizer que eu não gostava o suficiente de ti… Essas coisas, - arrematei, desviando o olhar para as tábuas do banco de jardim. - Deixei-me levar. Eu devia ter percebido logo. Afinal, uma família como a vossa não precisa de nada, muito menos da ajuda de uma pobretona insignificante como eu.

– Não te menosprezes. Continua, - disse ele, levantando-me o rosto com a mão livre.

– A tua irmã é uma manipuladora, sabias? – Ele acenou com a cabeça e pareceu-me esboçar um sorriso. – Acabei por lhe prometer que fazia qualquer coisa para te ajudar, - confessei, envergonhada. - Só passado uns dias, depois de supostamente sermos amigas, é que ela me disse que tinha que te seduzir. É claro que inicialmente pensei que ela estava a brincar comigo. Quando percebi que era a sério opus-me a essa loucura, mas ela acabou por me cobrar a promessa que eu lhe tinha feito. Compreendes? – Perguntei sem grandes esperanças. Respirei fundo antes de continuar. - Depois, deixei-me levar pela ideia de estar contigo. Fui fraca e peço desculpa por isso. Não foi por dinheiro, juro que não foi. Mesmo as roupas que ela me obrigou a comprar fui eu que paguei. Menos a lingerie, - acrescentei mais baixo, fechando os olhos por dois ou três segundos. - Eu já não tinha mais dinheiro. – Voltei a respirar fundo várias vezes. - Mas eu vou pagar-lhe tudo. Ela disse que era uma prenda mas eu faço questão de pagar.

– Não te preocupes com isso, - disse ele olhando para longe.

– Agora já sabes tudo. Desculpa, Edward. Deixei-me levar pela Alice e pela ideia de estar contigo, - murmurei. – Não queria magoar-te. Pensei que a única pessoa que sairia magoada seria eu.

– Como assim? Pensaste que eu te ia tratar mal? – O seu olhar era um misto de tristeza e de ira.

– Pensei que não me ias aceitar.

– Afinal tenho que agradecer à minha irmã, - disse ele após um silêncio relativamente longo.

– Agradecer? Ela jogou sujo! Devias era dar-lhe uma descompostura. Ela é louca.

Ele riu-se e puxou-me para o seu colo.

– Se não fosse a loucura dela nós não nos tínhamos conhecido.

– Pois.

– Nunca sei o que significam esses teus pois, - resmungou ele.

– Quando não sei o que dizer ou não me sinto à vontade para dizer o que penso, digo pois.

– O que é que querias dizer agora que não tiveste coragem de dizer?

– Que tens razão. Por mais difícil que seja de aceitar, a tua irmã passou de bruxa a fada.

Ele deu uma gargalhada e beijou-me.

– E agora, Edward?

– Vamos jantar, claro. Depois temos mais uns dias pela frente. A nossa fada madrinha, disse a toda a gente que tínhamos casado. Estamos em lua-de-mel, amor.

O meu coração deu um pulo e fui invadida por uma enorme onda de esperança.

– E depois? – Perguntei um pouco a medo.

– Depois temos a eternidade para desfrutarmos um do outro.

– Como assim? – Eu precisava ter a certeza que ele estava mesmo ali, a dizer-me tudo aquilo.

– Bella, Bella. Para ti deveria ser mais fácil perceber o que eu estou a sentir. Afinal, tu sentes o mesmo por mim. Não é verdade?

– É?

– Apaixonei-me por ti, meu cisne lindo.

– Como? – Perguntei incrédula.

– Não sei. Aconteceu. A nossa química é desumana e o teu olhar é fulminante. Não consigo libertar-me do teu feitiço. Nem quero. Tu fazes-me feliz.

– Tens a certeza?

– Tenho. Se não fosse assim, não teria vindo a correr atrás de ti tão rapidamente. Mesmo chateado contigo eu não consegui deixar-te fugir da minha vida. E olha que corri sérios riscos de ir preso.

– Hã? – Ele estava a falar de quê?

– Imagina que algum polícia me via a correr desalmadamente com uma bolsa de senhora na mão.

Só nesse momento me apercebi que ele tinha a minha bolsa com ele. Estava tão aturdida que não consegui articular nenhuma palavra.

– Agora a sério, Bella, fica comigo. Preciso que fiques comigo, - afirmou enfaticamente. - Só de pensar em perder-te sinto a tua falta.

Fixei o meu olhar no dele tentando encontrar provas de que tudo o que ele me dizia era verdade. O seu olhar era de tal forma intenso que parecia entrar dentro de mim e tocar-me na alma. Um fluxo abundante de emoções percorreu todo o meu corpo e, como se percorresse um caminho natural, difundiu-se por Edward. Ficámos como se estivéssemos dentro de uma enorme bolha, isolados do mundo e, de um modo estranho, protegidos dos outros. A sensação de partilha que sentimos denunciou a forte ligação que existia entre nós. Senti medo de perder aquilo. Senti medo de não poder ficar com ele.

– Os teus olhos são tão lindos; fascinam-me. Prendem-me a ti, como se fossem encantados. Tu és o meu encantamento, Bella.

– E se esse encantamento se quebrar quando nos afastarmos? Não podemos ficar juntos para sempre.

– Porquê? Essa ideia não me parece desagradável.

– Vais ter que voltar para casa, para o teu curso, para a tua família, e eu também tenho os meus estudos e o meu trabalho…

– Podemos continuar juntos, Bella. De que é que tens medo?

– Tenho medo que acabes por perceber que este encantamento é apenas isso: um encantamento. Uma situação efémera que se extingue tão rapidamente quanto surgiu.

– Sim, é verdade. Tu também podes deixar de sentir amor por mim à medida que me vais conhecendo melhor.

– Impossível. Não sei explicar-te como, mas sei que o que sinto por ti é demasiado grandioso para desaparecer.

– Sentes isso desde o primeiro momento?

– Sim, acho que sim. É como se tivesse que ser assim, compreendes?

– Destino? Bom, nesse caso porque é que não acreditas que eu sinto o mesmo por ti?

– Não sei o que dizer, Edward. Eu…

– Amas-me, Bella?

– Sim, muito.

– Eu também e este é o melhor sentimento do mundo.

– Não parece verdade, - murmurei ainda aparvalhada com a declaração dele.

– Tenta acreditar em mim, amor. Fazes isso?

– Sim, eu… Não me parece real, entendes? Sei que vou acordar dentro de minutos e vou estar sozinha na minha cama.

– Tu tens sérios problemas com a realidade, não tens? Mas fica sabendo uma coisa, a tua imaginação não é assim tão boa. Queres ver?

Subiu para cima do banco e olhou à sua volta.

– Eu, Edward Cullen, estou apaixonado por Isabella Swan, um belo cisne e extraordinária mulher, - gritou ele.

Várias pessoas pararam para o ouvir e algumas mulheres olharam para mim com inveja. Uma senhora já idosa, sorriu para nós com ternura e soletrou com os lábios:

– Ele ama-te.

Edward, desceu do banco e pegou-me na mão fazendo-me levantar. Colocou o joelho no chão e olhou-me fixamente.

– Bella, eu amo-te até ao infinito. Aceitas o meu amor?

 

NOTA DA AUTORA:

Talvez achem estranho terminar uma história com uma pergunta.

Pessoalmente, achei que era um final feliz, deixando em aberto todo o desenrolar de duas vidas que tiveram a felicidade de se encontrarem, embora em circunstância um pouco anormais. A ideia para esta fic surgiu ao pensar que muitas vezes nos cruzamos com pessoas desconhecidas sem desconfiarmos que poderiam fazer parte da nossa vida. E se a nossa cara metade aparecer à nossa frente e nós não repararmos nela? Neste caso, utilizei os "poderes" de manipulação e intuição feminina de Alice para despertar em Edward a atenção para Bella.

Despeço-me desejando a todas que ainda não encontraram o amor das suas vidas, que tenham uma Alice ao pé para chamar a atenção para a pessoa certa.

Obrigada por terem lido.

 

Se tiver comentarios bons (com feddback da fic) pode ser que apareça uma surpresa XD

publicado por Twihistorias às 22:27
Fanfics:

10 comentários:
É um bocado ridículo comentar a minha própria fic mas... eu gosto muito deste final. Ainda agora, relendo o último capítulo, vivi as emoções todas que senti ao escrever. Talvez não sejam tão intensas agora ou talvez estejam em diferentes níveis emocionais. Sei que continua a emocionar-me muito.
Pronto é isso.
Queria apenas dizer que sinto aquilo que escrevo.
Gostaria de conseguir escrever melhor porque por vezes não consigo transpôr para o papel tudo o que estou a sentir. Porém uma coisa é certa, tudo o que escrevo é mesmo sentido.
Obrigada a todas as pessoas que leram, em especial para aquelas que perderam um bocadinho do seu tempo para comentar.
Beijos
Ella Fitz
Ella Fitz a 13 de Fevereiro de 2013 às 23:23

Apesar de nunca ter comentado...admito que delirei a cada palavra, a cada frase, a cada paragrafo!
Apesar de pequena a fic foi emocionante e cativante.
Quem me dera ter um amor assim...eheheh...

E não te preocupes, o sentimento estava todo lá.

Está perfeito e o final também! XD

Aguardo ansiosa por saber o que será a surpresa....será uma continuação?? Espero que sim :D

Beijinhos*
Ana a 14 de Fevereiro de 2013 às 09:47

Oi, Ana.
Obrigada pelo carinho.
Gostei muito do teu comentário.
Fico feliz por teres gostado da minha fic.
Obrigada do fundo do coração.
Beijinhos

Ella
Ella Fitz a 15 de Fevereiro de 2013 às 11:20

Como sempre aliás, adorei.
Uma Surpresa?? ^^ Não me importava nada, pois amei esta Fic e espero que continues a escrever ( por favor ?)xD
Aproveito também para te dizer que gostei do final e que não acho que tenhas necessidade de te sentires insegura pois encaixa perfeitamente.
Beijinhos .
Bárbara M. a 14 de Fevereiro de 2013 às 22:44

Oi, Bárbara.
Antes de mais agradeço-te o comentário.
Fico contente por achares o fim adequado.
É sempre muito gratificante quando temos alguém que aprecia o que fazemos.
Mil vezes obrigada.
Beijinhos

Ella
Ella Fitz a 15 de Fevereiro de 2013 às 11:24

omg que final lindo!fic muito bem escrita,seus sentimentos foram muito bem transcritos para o papel... parabéns! (tô esperando a surpresa hein!)
marcela thomé a 15 de Fevereiro de 2013 às 00:10

Oi, Marcela.
Você gostou mesmo do final?
Ainda bem. Fico muito feliz.
Nem sei como agradecer a sua companhia ao longo da fic e todos os comentários que fez.
Posso assegurar que foi muito importante para mim ter sempre um comentário seu.
Você é uma querida.
OBRIGADA
(Um agradecimento gritado ao vento para chegar mais longe.)
Beijo

Ella
Ella Fitz a 15 de Fevereiro de 2013 às 11:28

Oh está tao lindo *-*
Tinha mesmo de acabar? Eu estava a gostar tanto, mas tanto.
Expressas muito bem as emoções minha querida, eu gostei bastante. Foi muito bom, já faz parte das minhas favoritas que li até hoje.

Uma surpresa? uhuhuh, quero saber o que é!

beijinho ines :)
inescullen a 17 de Fevereiro de 2013 às 21:05

Olá, Inês.
Obrigada pelo teu comentário.
Fico imensamente feliz por teres gostado da minha fic.
São comentários como o teu que fazem o meu dia parecer mais brilhante e bonito.
Um Obrigada do tamanho do mundo.

Bjs

Ella
Ella Fitz a 18 de Fevereiro de 2013 às 17:00

Cheguei agora, nota-se que percebes de emoções e enredos
Gostei de ler.
Boa Páscoa
Ocupadíssima a 28 de Março de 2013 às 16:19

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