24
Fev 13

Capítulo 38

-Já vais? – perguntei ao Bentley assim que o vi a dirigir-se para a porta.

Ele apoiou todo o seu peso numa só perna e rodou a cabeça na minha direcção, no entanto os seus olhos não encontraram os meus. Invés disso fitavam o chão.

-Tenho a minha família em casa. Tenho que ir. – a sua voz era triste.

Não o conseguia censurar. Primeiro reagi com ele da pior forma, quando ele apenas me queria proporcionar um momento especial antes do julgamento. Meu Deus, como é que eu fui capaz de pensar o pior dele, como fui capaz de desconfiar dele tão facilmente.

Já para não falar da viagem de volta a Forks. A mesma foi realizada em silêncio absoluto.

Tinha-lhe pedido desculpa, mas não cheguei a obter resposta, em vez disso ele arrancou a oda a velocidade e trouxe-me de volta ao conforto da minha prisão domiciliária.

Ethan ainda lá ficou. Iria viajar de avião.

Só o iria voltar a ver momentos antes do julgamento.

No entanto, a única coisa que me preocupava é que tinha feito asneira e tinha magoado, com as minhas inseguranças, a única pessoa, que em toda a minha vida, nunca me traira, e que sempre esteve ao meu lado a apoiar-me.

A frieza das suas palavras, a magoa que o som das mesmas transmitiam, o facto de ele não me olhar, tudo isso eram como facadas no meu peito.

Embora eu merecesse todas elas.

-Ah, não sabia. – disse com toda a sinceridade, o que não esperava é que a minha voz transmitisse a minha desilusão. Estava tão habituada a controlar as minhas emoções. Mas com Bentley parecia não resultar. Por isso antes que conseguisse impedir, dei por mim a perguntar desesperadamente. - Mas voltas mais tarde?

-Provavelmente não. Já não estou com os Cullen e as minhas irmãs à muito tempo. Devemos ir para longe caçar. Conviver. – disse ainda com uma voz fria.

-Bentley por favor desculpa. – voltei a pronunciar avançando na sua direcção.

-Como queiras Kelsi. – disse antes de rodar a maçaneta da porta. – Vemo-nos no julgamento.

E com isto saiu.

E eu fiquei ali, sozinha a ver o meu amigo, o único que ainda tinha, partir.

Amaldiçoei cada partícula do meu corpo por o ter magoado. Como é que fui capaz de pensar que ele me trairia? Depois de tudo que ele fez, de tudo que já me provou? Como fui capaz de pensar aquilo assim, tão rapidamente?

Uma lágrima escorregou pela minha face.

Iria ter um dia inteiro sozinha fechada naquela casa. A minha mãe só iria voltar hoje à noitinha e até lá tinha que me entreter com qualquer coisa.

Subi as escadas, tomei um banho, depois deitei-me um pouco sobre os cobertores da minha cama e tentei dormir um pouco.

«Talvez assim o tempo passe mais depressa.» pensei.

Acordei algumas horas depois, arrependida por ter adormecido. Tinha tido vários pesadelos, com a prisão, o Chester, o Jackson.

Levantei-me e fui até à cozinha comer qualquer coisa.

Jesus, as horas nunca mais passam. Ainda nem quatro da tarde era. O que iria fazer até a minha mãe chegar?

Dirigi-me ao quartinho da ginástica, subi para o topo da barra e comecei a alongar-me um pouco. Mas ao contrários das outras vezes, isto não estava a aliviar o stress.

O julgamento era já amanhã, estava sozinha, a noite tinha sido cheia de emoções e para piorar o Bentley estava chateado comigo.

Sentei-me no sofá com um balde de gelado em frente à televisão.

Recordei os momentos que passei com o Ethan na noite anterior.

Os meus dedos irreflectidamente elevaram-se aos meus lábios assim que recordei o beijo do Ethan. Admito que senti um pouco da velha Kelsi naqueles breves momentos. O toque dele fazia ressuscitar velhas memórias, velhas sensações.

Não nego. Eu gostei, muito.

No entanto, aquilo não significava que eu tinha esquecido o passado. Que ao pensar nisso ainda me magoava.

Aqueles beijos, apesar de tudo, não significava que eu e o Ethan estávamos juntos novamente.

Claro que eu ainda amava o Ethan, eu iria sempre ama-lo. Bolas, ele foi o meu primeiro amor. E mesmo já o tendo perdoado, eu não conseguia esquecer. Pelo menos ainda não.

Oh meu Deus…será que..será?

Será que o Bentley não está apenas chateado comigo por causa da minha desconfiança para com ele? Será que ele sabe dos beijos com o Ethan?

Não que eu e o Bentley namorássemos, mas…também não eramos apenas só bons amigos.

Bolas.

Porquê que a vida é tão complicada?

Continuei a ver os episódios que restavam da saga pretty little liars.

Sim, iria finalmente descobrir quem era a A.

As horas foram passando, assim como os segredos das quatro amigas eram revelados. No entanto a cada momento eu lembrava-me do Bentley. Afinal era com ele que eu assistia aquilo. Sem ele, a descoberta da A não era a mesma coisa.

Deixei mesmo muitas vezes de prestar atenção ao próprio episodio para pegar no telemóvel e digitar uma mensagem ao meu vampiro favorito. Mas no momento de enviar faltava sempre a coragem.

«Não Kelsi, ele não vem hoje. Ele também tem direito a usufruir da família dele» dizia vezes sem conta a mim mesma.

Faltava menos de uma hora para a minha mãe chegar com a Emily quando o ultimo episódio terminou. Como seria de esperar a A surpreendeu-me, não estava de todo à espera.

Não conseguia deixar de pensar em toda a serie, e como agora certos pormenores das outras temporadas faziam sentido e como era tão óbvio.

Mas o facto de a A ser….

-Kelsi cheguei. – sobressaltei-me com a voz da minha mãe.

Tinha adormecido no curto espaço de tempo desde que o episodio terminou e ela chegou.

Peguei no comendo e desliguei a televisão.

Brindei a minha mãe com um sorriso assim que ela entrou na sala.

-Então filhota adormeces-te? Como foi o teu dia? Sentiste-te muito sozinha? – as perguntas não terminavam.

-Está tudo bem mãe, não se passou nada de mais, apenas terminei de ver a série. – respondi.

Depois de conseguir com que ela não me fizesse mais perguntas e tentando-me esquivar ao facto de ter que lhe mentir sobre grande parte dos acontecimentos. Discutimos todos os episódios dos DVD’s da pretty little liars.

Admito que fiquei surpreendida pelo facto de a minha mãe ainda se lembrar tão bem da serie.

O tempo passou sem eu dar por ele. O que acabou por ser bom, pelo menos fez com que eu não pensasse no julgamento do dia seguinte, nem nos momentos na campa do Jackson e muito menos no Bentley.

-Kelsi, amanhã é um grande dia. Acho melhor irmos dormir. – falava a minha mãe.

Concordei com ela. Amanhã seria de facto um dia cheio de emoções e eu não tinha dormido nada na noite anterior. Já para não falar que esta seria talvez a minha ultima noite tranquila, provavelmente amanhã já estaria de volta a uma cama de uma cela numa prisão qualquer.

Sim, oficialmente eu teria que ir para a cama.

Subi as escadas para me dirigir ao quarto.

Vesti uma t-shirt velha com uns calções e lá estava eu, pronta para ir para o vale dos lençóis.

Uma vez na cama, conseguia-me visualizar naquele conto da princesa e a ervilha. Na qual a princesa dormia em cima de dezenas de colchões, no entanto não pregou olho a noite toda porque tinha algo que a incomodava. Uma pequena ervilha colocada estrategicamente entre os colchões. Era mesmo isso que eu sentia, milhares de ervilhas no meu colchão.

Por mais voltas que desse, a posição nunca era a melhor.

O meu telemóvel brilhou.

Era uma mensagem do Ethan a dizer que estava tudo bem e que amanhã me iria ver no julgamento.

Admito que fiquei desiludida, quer dizer, fiquei contente e desiludida ao mesmo tempo.

Contente por ver que o Ehan estava realmente do meu lado desta vez e que não tinha intensões de fugir. Mas desiludida porque o Bentley continuava sem dar noticias.

Tudo bem que ele estava com a família dele e que estava chateado comigo, mas mesmo assim, estava com esperança que ele me dissesse alguma coisa reconfortante.

As horas estavam a passar e os meus olhos teimavam em não se fechar.

 Era quase meia noite e eu ainda continuava às voltas naquela cama.

Comecei a pensar no Jackson e das saudades que sentia de o ter ali comigo. Ele sim, iria acalmar-me numa noite como esta.

As lágrimas começaram a correr pela minha face.

Não kelsi. Tens que ser forte!

Tens que voltar a ser forte se queres sobreviver numa prisão!

-Sê forte. – sussurrei enquanto limpava as lágrimas. – Não podes chorar mais.

Sim, era mesmo isso. Não me podia queixar mais.

Tinha que encarar o facto que o meu menino tinha morrido e que nunca mais o teria nos meus braços. Assim, como o facto de esta noite estar aqui sozinha talvez fosse bom para me habituar ao que se aproximava.

Não teria o Bentley para sempre.

Tinha que começar a ser forte. E iria começar agora!

-"Até o diabo pode chorar quando olha em volta do inferno e percebe que está sozinho..." – sussurrou uma voz no meu quarto. 

Fiquei hirta na cama ao som daquela voz, posteriormente um sorriso apareceu nos meus lábios.

-Bentley! – disse enquanto apressadamente me levantava na tentativa de o ver.

Conseguia ver o seu vulto em frente à minha cama. Uma alegria inexplicável inundou todo o meu corpo, da mesma forma que as lagrimas inundaram os meus olhos.

-Vieste. – a minha voz suava tão estupida.

-É, aparentemente não consigo ficar longe de ti. – o vulto aproximava-se de mim.

Apenas consegui sorrir ao que ele disse. Estava feliz por isso, eu não queria que ele se afastasse de mim.

Não conseguia perceber o porquê?

-E andas muito poético. – disse ao fim de algum tempo, apenas para quebrar o silencio constrangedor que se instalou sobre nós.

-Não, apenas citei o que li num livro. – disse de forma despreocupada.

Bentley estava agora sentado/deitado aos pés da cama, de frente para mim.

-Sabes que faz bem chorar, não sabes? E tens tempo amanhã para voltar a ser forte. Até lá, podes apenas ser tu, a Kelsi, e beneficiar de alguns sentimentos. – a voz dele parecia musica aos meus ouvidos.

Era estranho, como sempre que o ouvia sentia as borboletas no meu estomago, como o meu coração acelerava na sua presença, como o meu sorriso aparecia sempre que o via.

Acenei a cabeça perante o que ele me tinha dito. Ele tinha razão, acho que me podia permitir mais uma noite de realidade, de ser eu mesma. Aliás, com ele ali, era impossível eu me conseguir fechar. Raramente o conseguia fazer quando estávamos apenas nós.

-Desculpa por ontem! – disse quando relembrei o quão injusta tinha sido com ele na noite anterior.

Como fui capaz de pensar o pior sobre ele?

Ele não me respondeu, em vez disso sorriu. Apesar de não ser um sorriso com brilho.

-Fico feliz por teres vindo, mesmo estando chateado comigo.

-Eu não estou chateado contigo Kelsi. – apressou-se a dizer.

-Também não está tudo bem entre nós. Isso ficou claro esta tarde. – defendi-me.

Também não o poderia censurar.

-Bentley – voltei a falar perante o silêncio dele. – Eu sei que fui injusta ontem. Que pensei imediatamente o pior, mas…

-Nunca te dei razões para duvidares de mim. Custou-me ver que pensas-te logo que te estava a trair.

A voz dele transmitia a tristeza que todo o seu semblante tentava esconder.

Sem pensar desloquei-me na minha própria cama e sentei-me ao lado dele.

-Eu sei, e desculpa mais uma vez. Mas custa-me pensar o porquê de não o fazeres? Quer dizer, todos já o fizeram pelo menos uma vez. – apesar de doer dizer isto, era uma verdade.

No passado ou no presente, já tinha sido abandonada por todos.

Não fazia sentido o Bentley não o fazer também, afinal de contas, ele conhece-me à meia dúzia de meses.

-Ei.. – disse ele segurando na minha cara e rodando para ele. – Eu seria incapaz de te magoar Kelsi. Percebes isso? Por isso é que estou aqui agora, porque sabia que por mais magoado que estivesse contigo. Não merecias estar sozinha hoje.

Uma lágrima correu pela minha face.

Com um gesto delicado, Bentley limpou a minha lágrima.

-Isso e porque te adoro Kelsi. - o som daquelas palavras fizeram o meu coração falhar um batimento para no momento seguinte bater a toda a velocidade, como se quisesse repor aquela falha.

O olhar dele insidia no meu com toda a intensidade. Não havia mentira ali, não havia ódio, nem ressentimento. Apenas verdade, compaixão, amizade e talvez, só talvez, um pouco de amor.

E essa possibilidade fez toda a minha alma aquecer.

Instintivamente os nossos lábios uniram-se numa dança suave.

À medida que aquele beijo ganhava vida e os nossos corpos se aproximando um do outro, foi a vez de Bentley recuar.

Estranhei aquele comportamento, normalmente era eu quem recuava sempre.

Será que estava a ser demasiado para ele? Quer dizer, afinal de contas ele era um vampiro, o meu forte batimento cardíaco podia estar a incomoda-lo.

Ou seria algum problema humano? Eu tomei banho e lavei os dentes antes de vir para a cama.

Oh meu Deus, não estava de todo habituada a estas coisas. Quer dizer, tive três anos sem olhar para um homem, quanto mas tocar e de repente vejo-me no meio de dois. Isto estava de loucos.

Oh meu Deus, não pode ser isso, pois não? Será que o Bentley sabe que eu e o Ethan estivemos juntos ontem e agora está incomodado?

Não, não pode ser, pois não?

-Está tudo bem? – perguntei a medo.

-Sim é só que… - Bentley afastou-se mais um pouco e voltou-se a encostar à cama, ficando assim ao meu lado.

Eu continuava à espera que ele terminasse. Mas confesso que estava a começar a ficar arrependida por ter perguntado. Temia a resposta dele.

-Eu vou dizer a verdade… - começou ele, e aquelas palavras, fizeram-me tremer – É que eu não estava apenas chateado com o fato de ontem teres duvidado de mim. Eu vi-te com o Ethan, e isso magoou-me. Muito. E pensar que eu ajudei para que vocês ficassem assim. Não obstante, eu tenho que me conformar com isso, vocês tem uma ligação muito forte, eu entendo isso, mas não diminui a minha dor. E este beijo…- ele fez uma pausa encarando-me – este beijo Kelsi, ele significa tanto para mim. E não é justo.

Ele continuava a encarar-me, provavelmente à espera que eu diga alguma coisa. Mas o quê?

Eu estou tão enferrujada nisto.

O quê que se diz numa situação destas?

Quer dizer, não é que eu esteja a namorar com o Ethan, porque não estou. Mas também não quero que o Bentley pense que eu ando a usar os dois, porque também não é isso.

É só que...bolas, nem a mim eu sei explicar o que é.

Mas quando estou com o Ethan é como se muita coisa fizesse sentido, como se algo nos puxasse um para o outro. Acima de tudo, ele compreende-me de uma forma que nem eu consigo explicar. Não obstante, eu não consigo confiar nele a 100%, pelo menos não ainda. Estou sempre à espera que ele vire as costas.

Com o Bentley, é tão diferente. Ele pode nem sempre compreender as minhas acções, mas respeita-as. E tenta sempre fazer o que é mais certo para mim, mesmo que eu fique furiosa. Além de que nós temos a chamada “química” entre nós. Eu pareço uma adolescente com o primeiro namorado, quando tinha que ser tudo às escondidas. O primeiro beijo, o amor proibido. O amor impossível.

Com o Bentley era tudo tão intenso, tão novo.

Fazia-me vibrar com cada encontro, com cada piada, com cada palavra, cada troca de olhares, cada toque, cada beijo.

A verdade é que eu também gostava do Bentley.

Eu estava apaixonada por aquele vampiro imortal.

E apesar de saber que era uma relação condenada, porque não aproveitar esta noite? Porque não ser eu sem pensar nas consequências? Porque esta noite a minha barreira tinha desaparecido.

-Eu sei. E sei que o que vou dizer agora não faz qualquer sentido. – Conseguia denotar toda a curiosidade no seu olhar. – Eu adoro o Ethan, e sim temos uma história, um passado e provavelmente um futuro, por causa daquela coisa de lobos. Mas a verdade é que eu não consigo negar o fato de eu estar apaixonada por ti. Por mais que me digam que é errado estar contigo, que é perigoso que é impossível. Eu quero estar contigo, repreendi-me o dia todo pelo facto de estares chateado comigo e por causa disso não estares comigo hoje. Quando apareces-te à pouco…o meu coração disparou, o meu sorriso alargou, todos os pensamentos desapareceram e fiquei só eu e tu aqui. Eu adoro-te Bentley e pelo menos hoje quero estar contigo sem barreiras e sem medos. Contigo, – voltei a frisar – só contigo.

E foi no fim deste tipo de declaração que nos unimos num beijo demorado. Os nossos corpos uniram-se sem medos.

-Tens a certeza? – perguntava-me ele enquanto beijava o meu pescoço.

-Sim. – respondi com uma segurança que há muito não sentia.

O toque dele, o cheiro dele, o sabor dos seus lábios, tudo nele fez o meu corpo entrar em chamas. Este sentimento, à muito esquecido, era suficiente para me fazer esquecer tudo. Ali não havia ódio, nem mágoa, nem nenhum passado a atormentar os meus pensamentos.

Naquele quarto apenas havia amor, eu e o Bentley.

Ali, nos braços daquele vampiro, eu sentia-me em segurança.

Senti-o levantar-me a bainha da t-shirt.

Estremeci com aquele acto, o que o fez afastar-se um pouco, mas ergui a mão e enterrei os dedos nos seus cabelos e puxei a cabeça dele contra os meus lábios. Ele entendeu aquilo como um sim, e voltou a erguer a bainha da camisola. Tocou ao de leve com os dedos frios no fundo das minhas costas. Aquela diferença de temperatura fez arrepiar-me completamente, arrancando-me um suspiro.

Estava nervosa, e sabia que o Bentley conseguia sentir isso em mim. Afinal de contas era a primeira vez que estava assim com um rapaz depois daquilo com o Chester. Mas não havia lugar que me sentisse mais segura que os braços do Bentley.

Aos poucos as nossas roupas foram desaparecendo. Bentley era extremamente calmo e carinhoso comigo, e estava-lhe grata por isso.

Agora não tínhamos nada a separar-nos, era pele com pele. Necessitei de um segundo para registar a ideia na minha mente que estava prestes a ter relações sexuais ao fim deste tempo com um vampiro.

-Eu adoro-te Bentley! – disse num sussurro, tendo certeza qu era aquilo que eu queria. Mas mais do que isso, eu queria-o conhecer daquela maneira. Queria sentir a sua força a rodear-me e a preencher-me. Queria partilhar o meu corpo com ele.

Pela primeira vez ao fim de três anos eu queria realmente isto, apesar de todo o meu nervosismo. Queria entregar-me a alguém que sabia que não me ia magoar, a alguém com quem eu tinha uma ligação. Esse alguém era o Bentley.

-E eu a ti. – respondeu ele fazendo a minha alma aquecer.

E assim unimo-nos num só.

publicado por Twihistorias às 18:00
Fanfics:

3 comentários:
Morri. Não uma vez mas a todas as frases deles.
Bolas! Espero que isto não seja um sonha da Kelsi porque então eu morro mesmo, não de emoção mas de tristeza.
Ai, ai, ai. Ainda não acredito que ela lhe disse que está apaixonada por ele.
Adoro o Bentley e a Kelsi juntos.
OMG! O que foi isto?
Será que imaginei? Vou ler o capítulo todo novamente.
É mesmo verdade.
Aleluia.
rsrsrsrsrsrsrsrs
Obrigada, Letycia.
Bjs
Ella Fitz a 24 de Fevereiro de 2013 às 18:53

É....eu sei...por acaso estava a escrever o capitulo e a pensar...a Ella vai agradecer-me tanto...ahahah

Obrigado por acompanhar e ainda assim comentar :D

Beijo**
Letícia a 24 de Fevereiro de 2013 às 19:11

Awww a Kelsi e o Bentley

Duas almas partidas que se remendam em simultâneo... Adoro-os juntos.
Fantástico capítulo miss Letícia :)
Ana Filipa a 26 de Fevereiro de 2013 às 21:57

Fevereiro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

11
12
14

17
18
19
21
23

25
26
28


mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
O nosso facebook
facebook.com/twihistorias
Obrigatório visitar
summercullen.blogs.sapo.pt silvercullen.blogs.sapo.pt burymeinyourheart.blogs.sapo.pt debbieoliveiradiary.blogs.sapo.pt midnighthowl.blogs.sapo.pt blog-da-margarida.blogs.sapo.pt unbreakablelove.blogs.sapo.pt dailydreaming.blogs.sapo.pt/ http://twiwords.blogs.sapo.pt/
Contador
Free counter and web stats
blogs SAPO