19
Fev 11

Capítulo 16

 

Não me queria lembrar disto.
A separação da minha querida filha, a minha margarida.
Por aquele, grrrrr.
É que não foi só a mim também foi ao nosso irmão.
Pois, foi o nosso irmão o Gonçalo, ele desapareceu quando tinha 15 anos, era o irmão mais velho, passado 5 anos voltou e transformou-me a mim e eu transformei o meu irmão.
Lembro-me de as vezes quando os meus pais estavam na cozinha e a minha querida filha estava sozinha no quarto, eu ia ter com ela dar beijinhos sentia-me humana..
Mas ela começou a crescer e ela não podia saber da minha existência, foi a pior coisa que me podia acontecer, separar-me dela. Mas foi para o bem dela, nunca mais a vi.

 

---

Abri os olhos, e deparo-me com o meu clã todos a olhar para mim, com a boca aberta.
Que foi? - perguntei eu um pouco confusa.
Ohh, minha Inês - disse Meg - QUE HISTÓRIA.
Virei-me para Diogo. - Não devias ter contado.
Desculpa.
Inês? - disse Venus.
Sim.
Podes fazer-me um pequeno favor? - disse ela
O que?
Solta-nos os pés.
Oh, hups.
Estamos aqui nesta posição a 1 dia, o teu irmão não conseguiu quebrar o teu poder. - disse Diego.
Ah ok.
Então quer dizer que o Pedro é........... 

Não, o Pedro não é meu bisneto.

Não, mas se a tua filha, a Margarida, teve a mãe do Pedro, quer dizer que ele é teu bisneto! - ateimava Diogo.

Ela não é mãe do Pedro, o Pedro resultou de uma outra relação que o pai teve antes de se casar, com a Carla, a mãe da Margarida. A Carla é minha neta e a Margarida minha bisneta!

wow, que cena - dizia Raul, Káta deu de imediato um encontram com o braço.

Deixa estar Káta.

Será que a tua filha ainda esta viva? - perguntou Venús, um pouco pensativa.

 

Capítulo 17

 

Não, sei.

Ouvi um barulho de uma mota, a entrar na estrada de terra.

Quem será? - perguntou Meg.

Mantenham-se longe da casa!- ordenei a todos.

Desci as escadas, rapidamente, esperei que ele toca-se a campainha, era Pedro, sentia o seu odor. Abri a porta.

Olá! - disse le beijando-me.

Olá, meu amor, entra. A que se deve esta visita? 

A tua carteira ficou em minha casa - disse ele a tirar a carteira do bolso.

Oh, não era preciso - disse eu a pegar na carteira.

Também, queria matar saudades, hoje não apreces-te lá - disse ele a agarrar-me pelas ancas, anda disse eu a puxa-lo para o meu quarto, puxei-o para a minha cama, ele deitou-se por cima de mim, e começou a desapertar os botões da minha camisa.

Podes esperar, meu amor? - disse eu 

Sim, disse ele a sorrir.

Fui até a casa de banho e pensei se era aquilo que eu queria, envolver-me com um humano.

 

Capítulo 18

 

Versão Pedro

Estava tão nervoso, era a minha primeira vez! E logo com a Inês, a rapariga mais bonita que já vi na minha vida. Wow que paisagem linda, pensei enquanto me aproximava da janela. Pisei alguma coisa, baixei-me para ver o que era, abri e vi a data do texto 18 de Janeiro de 1906, senti uma curiosidade e comecei a ler:

“Tenho tantas saudades da Margarida, a minha querida filha, mas ela esta a crescer e eu tenho de me afastar, eu e o meu irmão temos de partir para outro sítio, talvez para o norte do pais, tenho pena de a deixar, mas ela iria questionar-se porque os avôs dela não me conhecem ou porque só apareço quando ela esta sozinha e porque é que não envelheço. O melhor é partir”

Mas que raio será que é um livro que ela esta a escrever, continuei a desfolhar folhas, quando uma palavra me chamou a atenção “imortal”, “tive de a tornar imortal se não ela iria morrer”, os nomes eram iguais aos da família, será que ela é uma vampira? Não podia ser, ouvi a porta da casa de banho a abrir.

Ela vinha em direcção a mim, vestia um robe castanho e vinha em cima de uns saltos altos, fiquei todo derretido, ela estava ali só para mim, meti-me de pé, e caminhei na direcção dela enquanto desapertava a casaca, deixando-a no chão, ela desapertou-me a camisa, a minha respiração estava super barulhenta, tentei-lhe desapertar o robe dela mas ela não deixou, ela começou a desapertar-me as calças, o meu coração quase que me saia pelo peito. Desapertei-lhe a fita do robe, e observei-a só de langeri, aquelas curvas, aquela pele branca.

Deitei-me por cima dela as mãos dela percorriam as minhas costas, que soavam, comecei a beijar a sua boca, desci para o pescoço.

Não é melhor tirar os sapatos? – perguntou ela em voz baixa.

Tirei as sapatilhas enquanto a via a minha frente a tirar os sapatos, ela atirou-se para cima de mim, passei as mãos pelas suas costas e desapertei o soutien e atirei-o para longe, a pele fria dela, deu-me arrepios.

Ouvimos um barulho horrível na janela, pareciam a arranhar, ela vestiu rapidamente o robe dela e eu deixei-me em boxers.

O que foi isto? – disse eu.

Ela olhou para a janela e não viu nada.

 

Capítulo 19

 

Versão Inês

Estava tudo a ir tão bem! Porque é que tiveram de nos interromper? E quem era?

Olhei não vi nada.

Deve ter sido alguma coisa que bateu contra o vidro, disse ele

Pois – ouvi algo a alta velocidade a aproximar-se da casa.

Inês, Inês – era Sara, uma velha amiga, de um clã próximo, ela era média tinha o cabelo preto e os olhos pretos, o seu aroma era doce e cheirava a água do mar, aquele lindo aroma!

Apertei o robe e caminhei até a porta.

Estou aqui! O que se passa?

Mataram duas amigas tuas, lá da urbanização – disse ela com a voz aflita

Quem foi? – perguntou Pedro mantendo-se atrás de mim.

Foi uma Angie e Mia, se não me engano – os vampiros não se enganam!

Nos vamos já para lá, só nos vamos vestir – disse eu um pouco preocupada com Pedro.

Enquanto ouvi-a Sara a afastar-se da casa a alta velocidade, decidi quebrar o silêncio.

Pedro estas bem? Elas eram tuas primas!

Só estou um bocado triste, mas não muito, elas eram super falsas, eram umas vacas, estragaram a vida de muita gente, e gozavam com todos…

Eu não sabia disso – disse um pouco surpreendida, não sabia mesmo

Elas já tinham dito mal de ti, nas tuas costas, tinham inveja! Achavam-se boas.

Podes ligar a tua amiga, como ela se chama?

Sara.

Dizes a Sara que não vou lá, só se tu quiseres ir – disse ele envergonhado.

Não, queres dormir aqui? Acho que hoje só vamos mesmo dormir!

Eu também – dito isto deu-me um beijo e adormeceu. Depois de falar com Sara fiz o mesmo deitei-me a dormir, tinha sido um dia “cansativo”.

No dia seguinte, quando ele acordou já tinha o pequeno almoço, em cima da cama.

Isto devia ser eu a fazer para ti - aquelas palavras deixaram-me tristes fizeram-me lembrar o que Devon uma vez me tinha dito, eu tinha lhe preparado um bolo de aniversário, por causa de fazer-mos anos de namoro, e ele tinha-me dito exactamente a mesmo coisa.

Não devias nada - disse eu - Queres ir a tua casa para falares com a tua mãe sobre as tuas primas?

Hum, só se vieres comigo!

Eu vou!

Ouvimos outro barulho estranho o que seria?

publicado por Twihistorias às 18:00
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18
Fev 11

Capítulo 11

 

Ele pegou no telemóvel e olhou para mim com aquela expressão de vou ter de atender.

Sim - disse ele

"Olá" - disse uma mulher, eu conseguia ouvir perfeitamente o que ele dizia.

O que se passa - disse ele impaciente

"Vou ter de sair, temos de fazer uma coisa na fabrica" - disse a mulher como se fosse pedir algo.

Não precisas de dizer nada, até já. - e desligou o telemóvel

Ele virou-se lentamente para mim - Inês vou ter de ir a casa, vens comigo? - perguntou ele a coçar a cabeça.

Sim, não tem mal, vamos apagar as tochas.- podia andar para lá vandalos e por aquilo a arder.

Sim, esta aqui a tampa de apagar. - disse ele dando-me duas das tampas.

Depois de apagado, pegou nas suas coisas, eu peguei nas minhas, agarrou na minha mão e guiou-me até sua casa.

Quando estavamos lá a chegar vimos que os pais dele já estavam na porta a espera.

Os teus pais não se importam de estarmos de mão dada, e de estarmos juntos? - disse eu

Não - disse ele pouco importado.

O pai dele quando o viu, foi indo para o carro.

Olá - disse a mãe dele.

Olá - disse eu um pouco incomodada.

Desculpa,  não poder falar, mas ligaram a dizer que há um problema na  fábrica,  olhem tenho de ir - disse ela a correr para o carro.

Queres entrar? perguntou ele a abrir a porta

Sim - disse eu a subir degraus das escadas.

Quando entrei na casa, aquele cheiro estranho e um pouco familiar invadiu-me. Comecei a olhar para o meu lado direito tinha uma cozinha bastante grande, era simples tinha uma mesa no meio e o resto em seu torno, quase que fazia um circulo completo, claro que tinha uma abertura para as pessoas se movimentarem. Mas era muito gira era uma cozinha redonda. Do meu lado esquerdo tinha uma grande sala de jantar, no meio também tinha uma mesa, mas esta mesa era de granito, preto. Subimos a escadaria a nossa frente que ia ter aos quartos e a uma pequena sala, ele conduziu até a sala, era pintada de rosa e preto

tinha 2 sofás e 2 pufs, e tinha uma rapariga que aparentava ter 8 anos lá sentada, aquele cabelo estava-me a fazer lembrar, era mesmo igual.

Nem penses que mudas de canal - disse a rapariga que estava de costas para a porta. Não podia ser aquela voz.

Margarida esta é a inês, Inês esta é a Margarida - ela deu um pulo do sofá e virou-se para trás.

Não podia ser é ela, aquele rosto perfeito, aquele sorriso, aquele nome, aquele cheiro.

Olá, eu sou a irmã do Pedro.

Irmã??- ups disse num tom muito exagerado - É que não parecem irmãos.

 

Capítulo 12

 

Já nos disseram muitos isso - disse Margarida a rir.

Não aguentava mais aquilo não podia ser, mexi no meu bolso de trás - hum o meu telemóvel está a tocar, vou atender - e sai para a beira das escadarias, o telemóvel não estava a tocar era só para poder sair dali. Fiz de conta que falava com o meu irmão Diogo porque sabia que Margarida estava a ouvir.

Dirigi-me para a sala e disse que tinha que ir e que mais tarde vinha buscar os outros. Ele acompanhou-me até a porta.

Inês, tu pareces-te incomodada por conhecer a minha meia irmã.

Ah, meia irmã? Não percebo nada. - mas tem odores parecidos.

Eu sou filho de uma relação anterior do meu pai com uma namorada de liceu a margarida é que é do meu pai e da mãe da margarida, ela trata-me como um filho.

Omg, não sabia

Vou ter de ir, amor - beijei-o.

Oh tens mesmo de ir? - disse ele entre beijos

Vou, hum, adoro-te. - disse eu

Chega só aqui - pegou-me ao colo, claro que conseguia sair mas eu queria aquilo, levou-me escada acima.

Tenho de ir, Pedro.

Oh - disse ele a dar-me beijos no pescoço.

O meu irmão esta a espera.

Não vamos fazer nada que demore tempo, só estar juntinhos. - disse ele a rir.

Ta, ta - abriu a porta com o pé, e deitou-me na cama dele.

Foi me dando beijos e eu correspondi, ele era mesmo fofo.

A irmã dele apareceu a porta.

Para a próxima quero a porta fechada.

Eu sorri-lhe.

Vou ter de ir embora

É vais ter com o outro! - tenho mais que fazer de que ter um namorado com ataques de ciúmes, eu chamei-o de namorado.

É, vou ter com o meu irmão, tolinho. Agora vou ter de ir - disse enquanto o beijava. Ele desceu comigo, até cá baixo, deu-me mais um beijo e eu fui até a carrinha.

Quando já estava a caminho de casa pequei no telemóvel e liguei ao meu irmão.

Estou maninha, a que se deve este telefonema? - disse ele ironicamente.

Podais vir cá ter? - perguntei seriamente.

Sim já estou a caminho! - disse ele com voz preocupada

Raramente falava com o meu irmão sempre que falava havia uma discussão, o meu irmão mesmo quando era humano fazia as minhas amigas ficarem a sonhar. Eu admito ele era lindo, mas quando fez aquela grande transformação, ficou completamente hot. Ficou com o cabelo pequeno, o cabelo dele era grande, tinha o cabelo preto e vermelho, ficou com ele só preto. Não era muito musculado e agora esta cheio de músculos, e ficou mais insuportável.

Eu fui a sua criadora, por isso ele tem algo meu, é por isso que não sou invencível, ele consegue anular os meus poderes, mas é divertido lutar com ele.

Quando cheguei a casa parei a carrinha a frente do portão e fui calmamente para dentro de casa.

Ele dentro de 30 minutos estava em casa.

Liguei a Maria a dizer que o meu irmão vinha. Para eles ficarem lá mais um pouco

Comecei a pensar no que lhe diria, que era muito provável que a Margarida fosse, que de tudo que fugi voltou a aparecer.

Não pensei em mais nada e FECHEI OS OLHOS

 

Capítulo 13

 

Fechei os olhos e comecei a pensar no que aconteceu, quando fui a casa do Mário fazer um trabalho para a faculdade, só estava ele em casa estávamos no quarto dele, ele foi a casa de banho e chegou de boxers ao quarto, tirou-me os livros de cima das pernas empurrando-me para os lençóis pretos, suaves e frescos, aquilo que fizemos.

Quando já estávamos cansados, ele colocou-se ao meu lado. E começamos a rir!
Foi a melhor coisa que me aconteceu - disse ele entre respirações barulhentas. Mário não era lindo, Mário era omg brasa tudo junto, não há nome para descrever. Ele era um rapaz de 20 anos, com cabelo castanho.
Dei-lhe um beijo. Ouvimos o barulho da chave a rodar , olhamos um para o outro assustados, ele pegou na minha roupa deu-ma e fez sinal para a casa de banho.
Fui até lá em surdina, comecei a vestir-me, faltava-me o corpete, ele esteve a brincar com ele, a fazer que era rapariga e colocou-o no candeeiro, o tecto era baixo por isso em cima da cama chegava-se lá, vesti a camisola sem corpete e sai da casa de banho.

Olá - disse a mãe dele a sorrir

Olá - disse eu a medo.

Isto é teu? - disse ela

Que alivio! - Sim é o meu arco.

E aquilo? - disse ela a apontar para o corpete.

Mantive-me normal - e olhei para Mário

É um presente para ti mãe! Mas como não sabia onde esconder coloquei ali - disse ele convincentemente.

Eu não nasci ontem!

Eu não te estou a enganar, juro mãe, eu queria fazer-te um jantar , eu queria fazer-te um jantar e como sei que gostas disto ia-te oferecer.

Ah e não me vais oferecer também as cuecas dela?

Não aconteceu nada juro, só estávamos a fazer o trabalho, fui a casa de banho e quando cheguei a senhora estava aqui - disse eu


Posso ver o trabalho - disse ela com um sorriso assustador.


Está aqui - disse enquanto pegava nos livros que estavam na secretária, e a tirar as folhas.


Muito bem - disse ela furiosa, já deve ter percebido que estava errada, coisa que não estava.


A mãe dele saiu ele fechou a porta e agarrou-me pela cintura e começou-me a beijar.

Estas tolo? - disse eu

Sim tolo por ti.

Vou ter de ir embora.

*********

AHHHHHHHHH que foi isto?

 

Capítulo 14

 

Ai o meu corpo, acho que acordei para a realidade. Que era isto?

Concentrei-me e ouvi a Meg a chamar-me, ai a minha perna, só podia ser Diego, o poder de Diego era com a mente destruir partes do teu corpo.

Não consigo falar como? Como era possível? Simples não era possível AUUUUUUUUUUUUUU. Terra vem até mim. Pensei

Ela está a utilizar o poder – disse Diogo– o garanhão do meu irmão.

Pensei na terra a prender os pés e mãos de Diego, assim podia ser que ele não me destruísse mais.

Inês se nos estas a ouvir prende os pés a todos! – disse Vénus, raramente tinha ouvido a sua voz melodiosa.

Prendi os pés a todos, e entrei naquele outro mundo O mundo passado.

Saímos de casa dele e ele foi buscar o carro dele a garagem veio atrás de mim até chegar a minha casa. Quando chegamos ele parou o seu carro a frente da minha casa e entrou para o meu, enquanto abria o portão da garagem, meti o carro na garagem e sai para fechar o portão, entrei outra vez no carro e ele começou a beijar-me, a colocar a mão no fundo das minhas costas, despertei-lhe os botões da camisa dele e coloquei a mão no peito dele.

Ah pois estas sem nada por baixo da camisola – disse ele a colocar a mão por baixo da camisola.

O meu irmão está em casa se ele nos apanha vai dizer que não é o único pessoas cá para casa!

Não estamos a fazer nada de mal só troca de beijos e apalpadelas, mais nada.

Levantei-me do meu banco, sentei-me de frente para ele no seu colo, tivemos para aí uma hora assim

Os meus pais devem estar a chegar tens de ir

Ok, ok – disse ele a beijar-me

Entras comigo, eu dou-te o resto do trabalho e vais embora, ok?

Sim, abrimos a porta do carro e saímos.

Não ouves a gritar? – perguntei

Sim. – começamos os dois a correr

Ao entrar para o hall deparamos com o Diogo por cima de uma gaja. Ele deitou-se por cima da gaja, tapando-lhe o corpo nu.

Olá maninha - disse envergonhado.

Não tens quarto caraças?

O coitada da menina, nunca viste.

Eu não sou virgem - disse dando a mão ao Mário

Pessoal podemos discutir mais tarde! Estou um pouco embaraçada! - eu conheço aquela voz

Marta és tu? - perguntei indignada

Sim sou eu. Podem-se virar para trás, tenho de me vestir. Eu e o Mário viramo-nos para trás.

 

Capítulo 15

 

Estas tolo? - disse eu
Eu não! - disse Diogo
Se não fosse eu a entrar se fosse a mãe ou o pai? O que tu dizias?
O pai e a mãe tiveram problemas com os papeis, não podem vir, só daqui a 5 dias - disse ele a sorrir!
ok- disse eu.
Mário quando fores podes dar-me boleia? - perguntou Marta.
Sim, daqui a pouco tenho e ir! - disse ele com um ar triste.
Então amanhã venham cá. – disse o meu irmão.
Eu posso -disse Mário
Eu também. - disse Marta
Foram os melhores 5 dias da minha vida, aquele prazer, ui! Pronto tirando a parte de ser alvo de gozo do meu irmão " nunca ouvi ninguém a gemer tão alto", " a menina está a sair da casca" ...
O pior foram as próximas semanas enjoos e vómitos constantemente.
Os meus que já tinham regressado pensaram que era uma virose, mas depois tudo se confirmou, a falta da menstruação. A minha mãe levou-me a um médico.
Minha senhora, tudo isto são sintomas de gravidez. - disse aquele médico horroroso para a minha mãe.
Não pode ser! Inês? - disse ela a gritar
Não lhe respondi.
A menina já teve relações sexuais? - perguntou-me ele.
Não respondi.
Oh, NÃO - disse eu alto. A mesa do médico, ficou toda vomitada.
Oh, peço muita desculpa - disse a minha mãe aflita.
Não se preocupe - disse o médico com o nariz franzido.
Podem vir daqui a duas semanas? - disse o médico
Sim, claro.
***********
Passado 8 meses tinha uma grande barriga! Era o escândalo da aldeia por ter recusado dizer quem era o pai.

****************
Passado um mês uma menina linda nasceu, cabelo cor de laranja, e olhos verdes.
****************
Uma semana depois de nascer deixei a Margarida com os meus pais e fui ao supermercado. E nunca mais voltei.
Porque....

 

publicado por Twihistorias às 20:42
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05
Fev 11

Capítulo 6

 

 Como não queríamos dar nas vistas fomos todos para a minha carrinha, a minha chrysler grand voyager. Andam sempre a porrada para ver quem vinha a frente, a minha beira, não é bem a porrada é mais aos encontrões, o que amolgava a carrinha toda, quantas vezes já teve de ir para compor, tantas já não havia conta.

Mas hoje, hoje era diferente entraram todos ordeiramente, ao meu lado sentou-se Káta, no meio sentou-se  Meg e Maria e nos três lugares de trás sentou-se Raul, Fred e Diego.

Quando chegamos ao prado, ficamos todos a olhar para todos os detalhes. Depois sentamo-nos em frente ao local onde tudo aconteceu. Começei a contar a história, estavam todos a olhar para o local onde aconteceu, como se tivessem a ver o que aconteceu. Até que cheguei aquela parte, aquela parte que não conseguia contar, aquela parte que não me apetecia lembrar, aquela parte que não me lembrava, aquela parte em que tudo aconteceu. Diego continuou a contar o que tinha acontecido, quando acabou estavam todos com os olhos fixos nas minhas costas, todos menos káta, káta estava com a expressão de horror estampada na cara. Levantei-me e fui ter com Káta continuavam todos a fixar-me.

Káta esta tudo bem, já passou, já foi a muito tempo!- estava preocupada com ela

Ela agarrou-se a mim – Foi tão mau Inês, adoro-te.

Oh minha querida se soube-se que ias ficar nesse estado não tinha contado.

Só foi o choque pensava que não tinha sido tão horroroso.

Che, che está tudo bem, não te preocupes.

Vamos embora? - perguntou Diego.

Sim, vamos - disse eu já  a ir para a carrinha.

Dei a volta a carrinha, para caminho de casa, quando olhei pelo retrovisor já estavam todos sentados.

Querem ir para casa ou para outro lado qualquer?

Podíamos ir a Vila praia de âncora, hoje o sol não esta muito forte para ninguém, era bom agora um mergulho, já estou farto da piscina de casa.

Ok, Diego vamos para lá. - acelarei em direcção a vila praia de âncora - quando comecei a ver as primeiras casas abrandei.

Que movimentação que isto tem, aquela não é a Annie? - perguntou Meg.

Sim, é a Annie e a as irmãs a Angie e a Mia. - Angie e Mia são raparigas de 16 anos bonitas. Angie tem estatura média, é loira, olhos castanhos e não é muito bronzeada. Já a Mia tem o cabelo castanho, também tem estatura média, olhos castanhos e é mais bronzeada que a Angie.

 

Capítulo7

 

Elas estão a vir na nossa direcção, vou estacionar aqui a carrinha- depois de desligada a carrinha, carreguei nos dois botões de abrir as portas no painel digital, só me apetecia rir quando via as pessoas a ficar boquiabertas a ver a porta a abrir sozinha. Quando saímos, já as irmãs se tinham aproximado.

Olá, então o que vos trás por cá? - disse Angie

Viemos a praia, ver o por do sol. - disse Maria. - Eu sou Maria, ele é o Diego, Ele o Raul, ela a Meg, ele o Fred, e ela a káta.- enquanto dizia os nomes todos acenavam.

 Eu conheço a maioria -disse Mia- andam lá na escola só não conhecia o Fred e a Meg.

Então já que vieram a praia, podiam ficar para a noite esta semana é festa  de praia! - Notava-se que annie estava entusiasmada.

Hum, que dizem pessoal? - disse eu virando-me para trás.

Por nós tudo bem - disse Fred, quando viu que todos estavam de acordo.

Ainda bem. - disse Angie.

Seguimos todos calados até a praia, por onde passávamos, ficavam a olhar. Lá a frente ouvia-se Mia falar sobre nós a Angie.

O sol vai-lhes fazer bem são tão branquinhos, não concordas Angie?

Claro, espero bem que tenham roupa de praia por baixo, os rapazes são tão hot.

Ouvi dizer que um tipo tarado se andou a meter com vocês! - disse eu

Pois foi -disse a Angie

Eu tive lá no vosso blog, só tem coisas cómicas, mas acho bem que vocês se oponham a ele - é verdade agora na net andam tantos tarado, que tentam abusar dos mais novos. Mete-me nojo - Ele mandou-vos mais algum mail?

Não - disse Mia.

Ainda bem, mudando de assunto que este já arrepia, onde estendemos as toalhas? perguntou Meg.

Ali a perto das pedras.- disse annie

Ok- disse Raul.

Estendemos lá as toalhas, tiramos a roupa. E só ouvia a Mia, a Angie e a Annie a dizer baixinho omg.

Os rapazes tinham ido para a água, e nós ficamos de ir lá ter mas entretanto chegou lá o primo delas. O Pedro a minha toalha era a da ponta por isso o Pedro deitou-se a minha beira.

Não te importas que me deite aqui pois não?

Oh claro que não! Então a tua mota já esta arranjada?

Yap, direitinha!!

Queres ir a água?

Sim, vamos Pedro.

Ao entrar para a água, o cheiro marítimo tornou-se mais forte, era agradável aquele cheiro, fazia-me lembrar a minha humanidade, a minha família quando brincávamos na água, tudo, aqueles recordações eram felizes e tristes, felizes porque faz lembrar-me que já tive uma vida, uma verdadeira vida. Triste porque não tenho mais a minha família e não me sinto viva. Os meus pensamentos foram travados com a pergunta da Mia

A agua esta gelada, como conseguem entrar ai dentro? – perguntou Mia.

Esta tanto calor, que a agua sabe mesmo bem. - o que é que ia dizer “ sabes eu sou uma vampira e sou fria não sinto que a água esta fria”.

Vamos lá, meninas, toca a nadar - bastou Raul dizer isso, para elas irem a correr, menos Angie que estava com o namorado dela, o “bonitão” do Jesse mccartney.

Inês vai uma corridinha até as bóias limite? perguntou Pedro.

Hum que ganhe o melhor - e comecei a nadar até as bóias ele veio sempre atrás de mim.

Opah, nadas mesmo bem, nunca encontrei ninguém mais rápido do que eu. – disse ele encostando-se a bóia, aproximando-se mais de mim.

Há sempre uma primeira vez para tudo.

Pois mas eu não queria que fosse esta primeira vez negativa, preferia que fosse mais positiva, como por exemplo isto.

Isto, que isto, do que ele estava a falar. Percebi quando senti a sua respiração amena junto da minha cara, e os seus lábios a tocarem nos meus, deixei-me envolver, mas com precaução para não o morder, o seu hálito fresco contra o meu formaram um aroma agradável, foi um beijo pequeno, delicado, suave. Como já não tinha a décadas, como já não aconteci-a com o Devon.

Desculpa, Inês, não sei o que me deu. – pus um dedo no lábio dele aproximei-me dele e beijei-o outra vez.

 

Capítulo 8

 

Porque o beijei? Será por me sentir sozinha, será que é por fazer anos que o Devon morreu, será a minha solidão será que é por estar ali faz relembrar a minha carinhosa familia, será, será, não é impossivel, eu não posso estar a sentir uma actracção por ele, por um mero humano, não é impossivel eu estar a ficar apaixonado por um mero humano..

Quando os nossos lábios se separarm só ouvia os murmurios do meu pessoal, e claro da Annie, da Angie, da Mia e do Jesse. O meu clã estava a dizer:

Não acredito o que lhe deu? - Raul

Ela tem direito para se divertir. - Maria

Mas não com um humano. - Fred

Qual é o vosso problema? Ela já é bem crescida. - Meg

Parem, pessoal. - Káta

Porque? - Diego

Primeiro ela esta a olhar para nós, segundo ela está a ouvir, terceiro não mandam nela. - dise Meg.

Depois de ouvir a minha família, olhei para o Pedro ele estava-me a olhar, com um olhar de surpresa.

Hum, o que? -  não sabia o que dizer, o que se diz quando se beija alguém que só falamos em algumas aulas, que se senta a nossa beira a almoçar, ok eu não almoço ele é que almoça.

O que se diz nestas alturas? - perguntou ele um pouco envergonhado.

Hum.... não faço a mínima.

Isto é muito mas mesmo muito embaraçoso - disse ele a rir-se.

Hum, mesmo, vamos para as toalhas? - disse eu a tentar quebrar aquele momento de tenção.

Sim, vamos - e começou a nadar ao meu lado, de vez em quando as nossas mãos tocavam, mas como estávamos na água, ele não se apercebia que eu era fria.

Quando saímos da água ele deu me a mão, eu fiquei um pouco atrapalhada e enquanto caminhávamos até a toalha fui sempre a olhar para as nossas mãos, e a pensar o que aquilo significava, não era normal eu andar de mãos dadas com um humano.

Inês, estas bem? - perguntou ele com um ar carinhoso.

Sim, estou estava a tentar perceber o que significa isto - e olhei para as nossas mãos.

Eu também não sei, eu acho que me sinto atraído por ti - disse ele muito rápido.

Atraído por mim, é claro tudo em mim serve para atrair humanos, tudo. O que lhe vou dizer?

Tens de aquecer estas muito fria - disse ele a tentar mudar de assunto.

O que lhe vou dizer, alguma desculpa? - Eu depois de ir a água fico sempre muito fria só para ai logo a noite é que fico com temperatura estável.

Porra rapariga, é normal acontecer isso? - disse ele preocupado.

Sim é normal, acontece muitas vezes.

Uma ideia veio-me a cabeça era demasiado arriscado mas eu queria experimentar, vou viver agora como se fosse humana, e amanhã logo se vê.

Então vens a festa de logo a noite?

Sim, vou é tipo uma festa de verão tem vários bares cada bar tem um estilo de musica, e sabes que mais a um bar de Rock, do pesado...

Que fixe Pedro, fazes-me companhia? - perguntei eu a fazer olhinhos..

Claro. - disse ele a sorrir.

Eu aproximei-me dele e beijei-o, ele puxou-me para o colo dele, claro sempre com cautela, o cheiro dele não me atraia muito, mas já o corpo dele, era bem hot..

Um quarto, não? - perguntou Angie

Eu tirei os meus lábios dos lábios dele, mas continuem no colo dele, olhei para o meu clã e vi alguns olhos arregalados, Maria a sorrir, Meg de boca aberta e káta a olhar para baixo.

Não precisamos de um quarto, Angie, eu e o teu primo estamos bem aqui. - disse eu a sorrir para Angie.

O sol está a pôr-se - disse Mia.

Mia, não te sentes mal no meio de todos estes pombinhos? - perguntou Annie

Sim, somos as únicas que não tem um tipo, e ver tanta marmelada junta, enjoo-a. - disse Mia.

Eu e Pedro soltamos uma gargalhada.

Virei-me para o Pedro fiz sinal para me seguir ele veio atrás de mim, subi para um ramo de palmeira caído e ele sentou-se a meu lado, dei-lhe a mão e beijei-o.

O meu mundo de repente parecia estar a mudar, o isto significava? Sentia-me mal, parecia estar a trair Devon, mas tenho de pensar que o que aconteceu já aconteceu a muito tempo e o Devon queria o meu melhor, e também é só uma experiência!

 

Capítulo 9

 

Os nossos beijos eram como um vício, não sabia como conseguia aguentar colada a um humano, há vampiros mais velhos do que eu, que também bebem sangue animal, e não aguentam estar perto de um humano, sim eu sei que sou uma vampira com o poder dos cincos elementos, isso ajuda bastante, para retirar forças, mesmo os vampiros precisam de forças.

Inês? - chamou Pedro

Diz - disse eu a tentar olhar nos olhos, mas ele tinha o olhar fixo nas nossas mãos dadas - O que se passa?

O que isto significa para ti? - perguntou ele a apertar-me a mão.

Já tinha feita aquela pergunta a mim mesma, o que é que isto significa? O que lhe direi?

As outras andam comigo para ver quem é que tem mais namorados. - disse com uma voz rouca e triste.

Se fosse como as outras estava em último de certeza. - tentei descontrai-lo.

Uma rapariga como tu não tem ninguém atrás?

Hum, que saiba não, acho que assusto todos - disse eu a rir - Há anos que já não namoro com ninguém, pedro

Então deves andar aos beijos com o teu urso de peluche, é que beijas mesmo bem. - disse ele a rir.

Pois, sim.

Omg,- disse ele a olhar para o relógio - estamos atrasados - disse ele a levantar-se

Atrasados?! - disse eu

sim, atrasados! - disse ele a saltar a baixo da arvore.

vamos onde? - disse eu também a saltar

Já vais ver! - disse ele a colocar o braço em volta da minha cintura.

Chegou até uma fragrância agradável, era rosas, frésias e flor de amendoeira - Já nos estamos a aproximar? - claro que sabia que já mas não podia admitir.

Sim estamos quase lá. A minha prima Annie adora "o branco, o cor de rosa e o vermelho" - disse ele a imitar a prima.

Não gozes com ela - disse eu

Esta, esta, então gostas do que a minha prima fez??

Esta lindo, mesmo e cheira bem - disse eu ao Pedro

Sim, tem rosas, frésias e que mais?? - perguntou ele.

Acho que é flor de amendoeira. - eu tinha a certeza mas não podia dizer isso.

Como a tua prima fez isto?

Digamos que não foi só a minha prima, eu mandei-lhe um sms a pedir para nos preparar uma coisa romântica.

Então gostas-te?

Sim, isto esta muito giro.

Eu estou apaixonado por ti, Inês, já na escola senti-me atraído, e eu amo-te!!

Ele empurrou-me para uns puff's na praia, sentou-se ao meu lado, agarrou na minha cara e beijou-me

 

Capítulo 10

 

Correspondi aquele beijo, ele era tão querido e eu estava a usa-lo? Não, eu não estava a usa-lo eu estava a fazer outra coisa qualquer. Levantei-me, sentei-me no colo dele, ele beijou-me mais muito mais, até que estava-mos deitados na areia.

Ouvi algo a correr a grande velocidade, na nossa direcção, levantei-me do corpo dele e ele começou a queixar-se, dei-lhe mais um beijo, fiz de conta que ia buscar morangos a pequena mesa, mas comecei a olhar, para ver quem era, era Maria, estava caminhar para dentro de agua. Fui buscar a taça de morangos e comecei a meter a boca do Pedro.

Ele estava sempre a sorrir para mim por vezes só me apetecia esquecer a diferença entre nos. Mas era impossível, se me esquecesse acabava com os dentes enfiados na sua garganta. Deixa de pensar nisso, Inês disse eu para mim mesma.

Então, vamos dar outro mergulho perguntei eu, assim tinha uma desculpa por o meu corpo continuar gelado.

Sim, vamos - ele colocou-se de pé deu-me a mão, e começamos a caminhar na direcção da agua. - Não achas o pôr do sol lindo, aqui o sol a pôr-se demora muito tempo. – Puxou-me para mim e beijou-me, outra vez.

Fomos para a agua e nadamos lado a lado, até que já estava escuro e ele já não consegui ver bem.

Vamos ter com eles perguntei?

Hum, queres ir? - perguntou ele a remexer nas coisas que tinha tirado antes de ir para a água.

Não vamos ficar aqui as escuras! - disse eu

Pois não - disse ele a acender as tochas - Deves estar com fome Inês.

Não, eu comi morangos e não tenho fome nenhuma.

Morangos não matam fome!

Matam sim! Então o que vamos fazer?

Hum, vamos.... foi interrompido pela música Lithium dos Evanescence.

publicado por Twihistorias às 18:00
Fanfics:

04
Fev 11

Capítulo 1

 

Quem me dera saber o que ele é. Ele têm um comportamento muito estranho ou será de mim? Devo estar a ficar maluca???

Ainda bem que tenho o dom dos 5 elementos, consigo concentrar-me neles Espírito, Fogo, Água, Vento e Terra. Com os meus 5 elementos consigo controlar a minha sede, apagar o meu odor vampírico, controlar-me a mim própria.

Ele é tão quente das duas maneiras, a temperatura dele e a sua sensualidade. Acho que me estou a apaixonar. Não pode ser! Ele tem um odor repugnante.

Esta peça de teatro esta a dar-me a volta a cabeça

Porque não podemos estar juntos?  Pedro

Não sei, é algo inexplicável - Inês

Mas repara - pegou na minha mão e pôs no coração dele - ele bate cada vez mais depressa quando estou contigo – Por acaso é verdade.

Sabes que te amo mas……

Mas nada meu amor, seremos eternamente um do outro – Pedro

Tocou para fora bateram todos palmas, ele ficou corado.

 

Capítulo 2

 

Hoje cheguei a escola no meu BMW, detesto quando eles mandam bocas, mas enfim, estava tão nervosa para a aula de teatro.

Em todas as aulas de teatro o professor sorteia 2 alunos para interpretar um excerto de uma peça teatral. Estava nos 45 minutos finais e o professor sorteou os 2 alunos calhou a Bety e o Pedro.

Gosto muito da Bety é a minha colega de mesa e uma boa amiga, ela estava tão nervosa.

Ai Inês isto vai correr tão mal - Bety

Não tenhas medo, vai correr tudo bem tem confiança em ti- ela é uma boa actriz.

 

Hora do almoço, a hora mais solitária. Elas questionam-se porque nunca me vêem a comer a resposta é lógica, mas elas não sabem que eu sou uma vampira, mas os vampiros podem comer mas sabe mal.

 

Quando estava-mos a ir para casa o Pedro passou por mim com uma cara e parou ao lado do meu BMW eu fui ter com ele.

Era escusado- disse ele

Ah? – disse eu

Os boatos que inventas-te.

eu?- pelo menos não era outro assunto

Sim, boatos - disse ele com uma cara séria e zangada.

Ok, explica então que boatos são esses!- será que ele acha que estou a gozar com ele? Mas eu não sei de que é que ele fala.

Não te faças de despercebida que tu bem sabes - acho que ele pensa que estou a gozar com ele- Que eu sou...

ÉS? - interrompi rapidamente - Desculpa.

Que eu sou Gay! - ele disse com uma voz tão rápida, e ficou tão envergonhado quando olhou para a minha cara. A minha cara estava séria, com a boca caída.

Hum, ok, pois, mas eu não disse nada disso! Quem inventou essa mentira?

Foi a.. esquece - ele voltou-se em direcção a sua mota.

Com um impulso agarrei-lhe no braço, arrependi-me tanto disso, ambos ficamos a olhar um ao outro, fiquei tão triste por um momento esqueci me de quem era eu era uma vampira alta, com o cabelo preto, pele muito branca, olhos castanhos que pareciam afugentar todos, por isso metia lentes de contacto verdes. Tirei-lhe a mão de cima. - Desculpa.

Tu estas gelada, és fria como o pólo norte e olha que nunca estive lá mas imagino!

Eu sei estou a ficar doente - foi o que me veio a cabeça, que mais ia dizer? Sabes eu sou uma vampira com afinidade aos 5 elementos. acho

Ok. Foi a Maria Clementina.

E tua acreditas nela? Tu sabes como ela é! Por amor da deusa ela era Maria Mentirosa.

Desculpa, ando tão enervado que acredito em tudo!

O que aconteceu estava um pouco preocupada.

A mota avariou... esquece estás doente tens de ir para casa.

Não eu dou-te boleia! Onde vives? - a morada dos humanos nunca me importou muito. Mesmo que eles sejam giros, altos, de cabelo preto, olhos castanhos e com um odor que não sei decifrar.

Em vila praia de âncora – disse ele a sorrir

 

 Capítulo 3

 

Vamos? – disse eu a sorrir-lhe

Sim.

A viajem foi calma, liguem o rádio coloquei o meu Cd preferido e para minha surpresa ele também gosta de System of a Down!!

Estávamos os dois a cantar a musica Aerials.

Life is a waterfall,

we're one in the river,

and one again after the fall.

Swimming through the void

we hear the word,

We lose ourselves,

but we find it all

 

Cause we are the ones that wanna play,

always wanna go,

but you never wanna stay,

we are the ones that wanna choose,

always wanna play,

but you never wanna lose.

 

Aerials, in the sky,

when you lose small mind,

you free your life.

 

when you lose small mind,

you free your life.

Aerials, so up high,

when you free your eyes,

eternal prize.

oh oh oh...oh oh oh... oh oh oh oh oh oh oh oh oh

oh oh oh...oh oh oh... oh oh oh oh oh oh oh oh oh

 

Cantas mesmo bem Inês. – disse ele a rir

ahahahha tens mesmo piada Pedro. Eu canto bem?

Não sabia que gostavas de música pesada. Pensava que gostavas de Hannah Montana e assim!

Estas a delirar eu só gosto de música da boa - fiquei um pouco chateada. Hannah Montana?? Por amor da deusa!

 

Encostei o carro a entrada da rua, as casas eram todas muito giras. Eram casas médias, normais de locais de praia. Abri a janela do carro, o meu carro foi preenchido com um aroma fresco.

Qual é a tua casa? - disse eu a apreciar todas as casas e os miudos a correr nos jardins.

É a do fundo - disse ele a olhar para mim.

Arranquei devagar não se ia meter um miúdo a minha frente.

A tua vila é muito gira - disse ao parar o carro em frente da casa dela.

Tenho de te mostrar a praia queres vir? - perguntou tentando ser simpático.

Grande problema! Hoje o sol esta muito intenso e faz doer muito a cabeça. O que lhe vou dizer? - Não pode ser amanhã? Eu precisava de adiantar os trabalhos de história.

Ah! Ok! - disse ele muito atrapalhado.

Ele deu-me um beijo na cara e fiquei a espera que eu sai-se.

Fiquei a pensar como tudo começou com o boato da Maria Clementina e como acabou com um beijo dele na minha cara. Cheguei a casa estacionei o carro na garagem, e fui para o meu quarto. No caminho para o quarto deparei-me com a Maria na porta do meu quarto.

Que odor é esse? - Maria

É de um amigo, porque?

Humano?

Sim, humano, porque?

Por nada.

 

Capítulo  4

 

Entrei no meu quarto e fui directinha até ao roupeiro, procurei e procurei na minha montanha de roupa, até tirar umas calças de ganga escuras e uma camisola branca. Fui até ao meu poliban, tomei um duche rápido, vesti a minha roupinha e fui a até a minha mini-biblioteca. Congelei mais do que já era!
Maria! - Ai se foi ela, está feita comigo!
Eu disse que ela não andava tão aluada ao ponto de não reparar. - era Diego com o seu tom de voz autoritário.
Diego é o acompanhante de Maria, é um vampiro alto, de cabelo castanho escuro, olhos cor de âmbar, o que mais chamava atenção nele é o seu sorriso encantador. Gosto muito de os ver juntos. Maria é uma vampira baixinha, com lábios carnudos, maçãs do rosto salientes, o cabelo dela é de meter inveja, têm o cabelo grosso, que lhe caí em ondas pelos ombros. Ah uma grande coisa importante ela tem o roupeiro cheio de sapatos.
Sim, minha querida maninha. - aquele tom de voz já não pega!
Chega aqui! Não vale a pena tentares fugir Maria.
Inês eu só queria dar um toque artístico, nada de mais, sabes...
Nada de mais? Claro, não têm nada de mais, pintar as paredes de cor-de-rosa, com umas flores - arrastei-a comigo até a minha mini biblioteca, diego saiu do quarto deles disparado na nossa direcção - eu não lhe faço mal guarda os teus poderes para ti - auuu ele magoou-me - que raio?

Eu fiz uma coisa insignificante, não te preocupes que não te vais despedaçar - sorriu para mim.
Ei!Ei! Ele é meu - disse chateada - ok, Inês?
Ninguém disse o contrário - disse de imediato.
Voltando ao assunto da minha mini biblioteca - o que fizeste com o meu cadeirão?
Esta na garagem - fazendo aquele sorriso malicioso.
Tu substituís-te o meu cadeirão por esta cadeira cor-de-rosa?
Sim, parece que sim.
Meninas vamos lá acalmar, eu pinto novamente de castanho e troco o cadeirão, ok?
Sim, pode ser, acho, mas que não volte a acontecer, entendes-te Maria?

 

Mas não queres deixar a cadeira? Maria?!

ok, ok, fica na minha sala - ela estava entusiasmada, não se ia calar facilmente - sabes mudei os sapatos para aquela sala de arrumações! tirei o que tinha lá. pintei a sala de rosa, pus umas prateleiras e pus lá os sapatos, não achas melhor? - ok, ela quase que saltava.

Sim deve ser melhor - reparei que Diego também estava um pouco aborrecido, já a aturava a 70 anos. Só de me lembrar como se conheceram.

Inês a Káta e a Meg devem estar a chegar queres vir connosco? - disse diego

A verdade é que quando penso em caça, a minha garganta arde tanto que me apetece ir a correr, mas tenho de dar o bom exemplo e controlar - não, não quero ir. Vou ficar aqui.

ok - disse ele pensativo - Não sei como consegues te controlar

É fácil ela é a mais controlada de todos os seis, é a mais velha, do clã Ibérico, é a fundadora do clã e tem o poder dos 5 elementos.

AH E SOU A ÚNICA QUE NÃO TEM COMPANHEIRO! A MEG E O FRED, O RAUL E A KÁTA, TU E O DIEGO. E EU?

O amor esta onde menos se espera - Maria acredita nisso foi assim que conheceu o Diego e foi assim que se deu a maior desgraça - desculpa Inês.

Deixa estar – tentei parecer normal.

Saí da biblioteca, deitei-me na cama, a pensar, até que percebi que a Maria estava a falar com Diego.

Não devias ter tocado no assunto, sabes como a Inês se sente com essa situação, com aquilo que aconteceu, por minha culpa, foi minha culpa Maria.

Olá, pessoal. Que caçada boa, os linces Ibéricos são mesmo bons! Meg é uma vampira média, cabelo castanho claro, muito longo que lhe dá pelas ancas, já que ela não pode ter gatos a sério tem um monte de peluches.

Já disse para não caçar linces Ibéricos quantas vezes tenho de dizer que há muitos veados por cá?

O que se passa com ela? - perguntou káta, baixinho. Káta é a mais nova do clã, tem o cabelo arruivado e liso como a seda e é a maior das raparigas.

Toquei no assunto, sem querer! - Maria estava triste.

Ah!! - disseram Meg e Káta em uníssono.

Pessoal vamos a caça de veados, não de linces - Diego tentava tudo para me animar.

Ai, Meg - disse Káta.

Desculpa, estava a pensar quando comeste o meu lince - o poder da Meg é de dar choques eléctricos por pensamento.

Toma - disse Káta maldosa, o dom de Káta é de desejar uma coisa e ela acontece.

Não suportava mais atura-las, pareciam que já não tinham 50 anos nesta "nova vida". Fui até a garagem, ganhei coragem não aguentava mais ver aquele carro coberto com um pano branco. Tirei o pano branco do carro, de repente veio as memorias todas a cabeça.
Naquela clareira, o encontro com o clã Olímpico. Estávamos na primavera, o meu clã naquela altura eramos 6. Eu, o Devon, a Meg, a Maria, o Raul e o fred. Estávamos os 6 a divertir -nos lá. Eu e o devon estavamos juntos, Devon tinha o cabelo preto era mais baixo do que eu, tinha os olhos verdes e era meu. Quando íamos embora apareceu o clã olímpico eles não gostam de nós porque nós alimentamos de sangue animal. Eles desafiaram-nos porque tinham um elemento novo eles agora eram 8 Isa - vampira baixa, cabelo preto comprido e olhos castanhos, o novo elemento ela tem o poder da música ela ao cantar corta todos os poderes que temos, menos o meu da terra, o resto do clã ficou junto dela, porque eu estava a prende-los com o poder da terra, mas a Rita que tem o poder da força vinha atacar-me, o Devon meteu-se a frente.

Não - quando reparei estava a gritar - a Káta e a Meg vieram ter comigo.

O que foi Inês?? - perguntou Káta.

Tu, oh Inês, não penses nisso, calma - Meg era tão carinhosa.

Eu vou para o meu quarto. Todos que estavam no meu clã naquela altura sentem-se culpados de não poder ter feito nada, já disse que a culpa não foi deles. Queria acabar de rever a história, só me lembro de já todos terem ido embora do outro clã, menos Diego.

" Tu, o teu clã, matou-o" – dizia eu a chorar naquela altura

"desculpa, eu não consegui fazer nada”

Quando olhei para o chão vi duas silhuetas a arder, pus-me de pé num salto para ver quem mais tinha morrido, mas não faltava ninguém no meu clã.

"O que aconteceu?"

"Eu matei a Rita" - disse diego

"Porque?" 

 

Os meus pensamentos foram interrompidos por o toque da campainha.

Já vai! - disse a Káta.

Olá - disse ela um pouco incomodada. - A Inês está?

Já vou - era a Annie, a Annie é uma humana loira de olhos verdes, alta e o seu cheiro é o mais fraco da turma por isso escolhi-a para o trabalho - Anda vamos para o meu quarto.

Isto não é tão fácil como parece -  disse annie

Já acabei a minha parte, annie - ela parecia muito atarefada para me acompanhar, já tinha acabado a uma hora mas aquilo era difícil para um humano.

Também já acabei, ufa estava a ver que nunca mais.

Inês será que podes, esquece - disse envergonhada

Anda lá diz - o que seria

Podias me levar a casa - disse ela rápido, mas numa forma educada.

Claro, não tem mal nenhum - reparei que ela estava muito atenta a reparar no meu quarto - vamos?

Sim, a tua casa é muito gira, é moderna!! - disse ela enquanto passava do quarto para o corredor e do corredor para a garagem.

Entramos no mini cooper amarelo da Káta - apesar de saber onde ela morava, lá tive de perguntar onde ela morava.

Em vila praia de âncora - no mesmo sítio do Pedro

Eu sei onde é - tivemos caladas até chegar a urbanização.

Podes deixar-me aqui na entrada - disse ela educadamente como sempre.

Então até amanhã. - disse eu

Muito obrigada, Inês. - disse ela a sair do carro.

Quando ela fechou a porta dei meia volta e foi sempre a acelerar até chegar a casa.

 

Capítulo 5

 

A manhã foi normal, aborrecida como todas as outras, a escola quando repetida durante muitos anos é chata, principalmente se tenho de me fazer passar por uma humana de 17 anos, completamente mau....

A nossa única aula, há tarde é história, apresentação das questões de grupo. O resto da aula foi "normal", rapazes a chatear-me.

Hoje fui embora com o Raul - ele é muito carinhoso, é um vampiro loiro, médio, e muito giro como todos da nossa espécie.

Ele continuo a falar, mas não estava a prestar atenção nenhuma, estava a pensar, a pensar, a pensar, no que havia de fazer, em relação ao meu clã, eles andam muito tristes não sei o que se passa com eles. Será que eles estão a pensar abandonar-me? O que será que se passa com eles, será que estou a errar em algo? Nem reparei que ele já tinha parado o carro e o portão da garagem já estava a fechar.

Pessoal, precisamos de falar! - a primeira coisa que digo quando chego, será a minha arrogância?

O que se passa Inês, está tudo bem? - perguntou káta

Hum, não sei. - detesto quando eles me franzem o sobrolho. - Vou direitinha ao assunto. O que se passa com vocês? Andam tão estranhos. Káta ai de ti que desejes mudar este momento.

Ok, ok, se tem de ser que seja, eu não interfiro.

Inês nós não te queríamos dizer isto mas têm de ser..- interrompi

Vocês não querem estar no meu clã, é por a minha arrogância? Eu posso mudar, vocês são a minha família, eu não tenho mais nada do que vocês, e...

Acalma-te Inês - disse Diego a abraçar-me, já não me abraçavam-me há muito tempo, apertei-o com força, mas larguei-o de repente porque já sabia porque estavam assim...

Ah, então é isso como não me lembrei - nos dias anteriores tinha-me lembrado mas estes dias andava a ignorar, eu nunca me esqueço de nada.

Nós nunca te vamos abandonar, nunca tu és a vampira mais super protectora, mais afectuosa, mais maravilhosa. Tu és como a minha irmã mais velha que eu nunca tive - Meg foi abandonada aos 5 anos, depois foi acolhida por uma senhora idosa que a encontrou, a senhora era como uma mãe, ela adorava a senhora os anos passaram e quando a Meg tinha 19 anos, a senhora adoeceu, passado um mês não sobreviveu. Meg nunca superou isso ela estava de coração partido e quase que cometia a maior loucura naquela noite chuvosa. Em frente da casa da senhora idosa tinha uma praia por baixo de uma pequena falésia, ela colocou-se na extremidade,  eu estava lá na praia quando ouvi o ruído de lá de cima e ouvi alguém a fungar, rapidamente cheguei-me para trás para conseguir ver para cima para ver o que se passava, quando a via a atirar-se abaixo, foi tudo tão rápido eu entrei em pânico, corri o mais depressa mas aquela falésia era pequena, e quando a agarrei ela ja tinha batido com a cabeça na pedra em baixo da falésia, mas ainda tinha o coração a bater. Quando a coloquei na areia o cheiro do sangue dela estava muito forte restavam poucos segundos de vida então mordia no sitio onde sangrava na parte de trás do pescoço, e por um milagre passado 2 meses ela estava de volta, estava viva, estava uma vampira encantadora.

O resto do clã também estava muito entusiasmado com a sua transformação.

Tinha pena de Káta ela era a única que não sabia a história, ganhei coragem e perguntei - Querem vir a clareira?

publicado por Twihistorias às 18:00
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