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Mai 12

 

 

Capítulo 48 parte 2

Estava demasiado cansada para prestar atenção à paisagem por onde passávamos.  Pelas poucas vezes que os meus olhos abriam conseguia ver as maravilhosas vistas pela janela do avião, no entanto os meus olhos teimavam em voltar a fechar.

Tinha dito a Alice que preferia fazer a lua de mel mais tarde, talvez quando as crianças fossem um pouco maiores, mas ela insistiu que partíssemos logo a seguir ao casamento, como mandava a tradição.

Aliás, todo o casamento gritou tradição, desde o vestido branco, á decoração, tudo, vá quase tudo. Não é muito tradicional termos os nossos filhos no nosso casamentos. Mas lá estavam eles, o Anthony com um fatinho que lhe dava o aspecto de um homenzinho, e a minha Elizabeth com um vestido púrpura tão lindo.

Os meus pais estavam lá, emocionados, muito emocionados por sinal. Assim como alguns dos meus amigos da escola, poucos, acho que estavam mais por ser em casa dos Cullen, a famosa casa dos Cullen, tão misteriosa e elegante. Muitos quiseram apenas aparecer para poder dizer que estiveram na festa do ano. O meu melhor amigo Jacob estava lá, com a sua mais recente namorada e impressão natural, a Charlotte.

Depois do parto Charlotte e eu tornamo-nos grandes amigos, e agora que ela sabia toda a verdade sobre nós, acabou por se tornar alguém que frequenta a nossa casa regularmente, como tal, foi normal que ela se tornasse uma das minhas damas de honor.

-Querida, chegamos! – ouvi a voz de Edward ao longe. Lentamente comecei a regressar à realidade e lá estava ele, com aqueles olhos dourados a mirar-me e o seu sorriso torto que eu tanto amava.

A saída do aeroporto não me deparei com o tempo de uma lua de mel de sonho. Não fui abalroada por um dia soalheiro, em vez disso estava um dia enublado e com alguma neve depositada nas estradas.

À medida que percorríamos a cidade de praga num táxi, cada vez mais me apaixonava por ela e ficava contente com a escolha de Esme e Carlisle na nossa prenda de casamento.

Eles tinham decidido oferecer a lua de mel, visto a casa já nós termos e o casamento ter sido todo escolhido e decorado aos gostos da Alice. Rosalie tinha oferecido os seus serviços de baby-sitter nos próximos 15 dias para os gémeos.

Estávamos agora no coração de Praga quando o táxi parou à porta de um edifício enorme e robusto, nos toldos vermelhos podia-se ler “Hotel Kings Court”. Na entrada consegui distinguir as cinco estrelas, um mordomo veio ter connosco mal o Edward fez o check in para nos levar as malas e nos conduzir aquilo que seria o nosso “ninho do amor” nos próximos dias.

“Ninho do amor”, oh meu Deus, isto soava tão foleiro. Um risinho estupido saiu da minha garganta, fazendo com que Edward e o mordomo olhassem para mim. Um ardor subiu pela minha face acima rapidamente, originando um sorrisinho no rosto do meu marido.

Apostava que estava vermelha que nem um tomate, e conseguia ver isso na cara maravilhada de Edward ao olhar para mim, o que aumentava o meu constrangimento ali.

Assim que nos foi aberta a porta da suite, Edward fez questão de pegar em mim ao colo, como manda a tradição, e entrar com o pé direito.

A suite era enorme, com três divisões, uma pequena sala com sofás, mesa, televisão. Na mesa estava aquilo a que eu chamava um jantar dos deuses à nossa espera. Depois fomos ver a casa de banho, a banheira de hidromassagem estava coberta de pétalas vermelhas e em todos os locais tinha velas ambientes á espera de serem acesas.

Por fim corremos as longas portas que iriam dar ao dito quarto, assim esperava eu. Quando as portas se afastaram, permitiu-nos ver a enorme cama com uma coberta branca e em cima mais pétalas vermelhas a formar um coração. No chão eram visíveis mais e mais pétalas a formar um tapete em todo o quarto. Na mesinha de cabeceira conseguia ver uma garrafa de Champagne e dois copos ao lado.

Não consegui evitar de olhar para Edward, não sabendo por que divisões deveriamos começar, todas elas pareciam apetitosas.

Quer dizer, eu sabia por qual começar, mas essa não seria com Edward presente.

-Uns minutos humanos, ok senhora Cullen. Mas não demore muito. – antecipou-se, levando a minha mala para a casa de banho. Foi tão rápido que nem me permitiu ver a sua deslocação.

Depositei um beijo no meu marido e corri para casa de banho fechando a porta atrás de mim. Abri a mala e vi que Alice tinha adicionado algumas novas coisas.

Adicionado era a favor, ela alterou toda a mala que eu tinha feito, esta agora era constituída por vestidos, lingerie e coisas demasiado femininas e sexys para mim. Tinha coisas ali que eu nem sabia como se vestiam.

Após uma troca de roupa e um alguns produtos para me refrescar da viagem, juntei-me a Edward na sala.

Este fazia um pequeno zapping na televisão.

Sentei-me no seu colo, onde fui recebida com um abraço dele.

-Vamos para a mesa? Não quero que a minha mulher passe fome. – disse ele arrastando-me na direcção da mesma.

A verdade é que no que dependesse de mim, aquela jantarada poderia ficar para o fim, agora apetecia-me devorar o meu marido. Afinal de contas agora tínhamos o tempo todo sozinhos e sem nenhuma barriga gigante para nos atrapalhar.

O beijo dado por mim, fez com que Edward percebesse as minhas intenções para aquele momento.

O beijo foi ganhando intensidade fazendo com que tudo á nossa volta desaparecesse. O meu corpo começava a ganhar chamas a cada enlace das nossas línguas. Um beijo que o fez grunhir quando lhe coloquei as mãos na cara, percorrendo-lhe depois o corpo e encostando o meu corpo ao dele cada vez mais. Todo o corpo de Edward era duro em comparação com o meu à excepção dos seus lábios. Estes estavam macios e sabiam a poder masculino na sua mais pura essência.

Edward afastou-se um pouco e conduziu-me até ao quarto.

Não estava de todo à espera da ferocidade do beijo que se seguiu quando Edward me encostou à parede. Sempre fora tão reservado, calculista e calmo que não suspeitava que ele perdesse o controlo daquela maneira. O facto de ser eu a provocar este desejo excitou-me ainda mais.

Os lábios dele atormentavam-me enquanto toda a minha roupa desapareceu.

Edward afastou-se um pouco para me observar, os meus seios estavam cobertos por uma renda púrpura, suavemente Edward avançou sobre a abertura do soutien e soltou-o, deixando assim os meus seios descobertos.

As roupas de Edward desapareceram, com a ajuda dele, e antes que me apercebesse, senti o hálito dele no meio seio provocando-me um arrepio. Coloquei as minhas mãos no seu cabelo, não acreditando no prazer que sentia.

Edward moveu-se para o outro seio, enquanto deixava escorregar a mão para dentro das minhas cuequinhas. Um pequeno grito de prazer saiu da minha garganta fazendo Edward sorrir e intensificar os movimentos da sua mão.

Gemi ao sentir uma explosão de prazer percorrer todo o meu corpo. Era brutal, inacreditável e assustador, não conseguia descrever o que sentia.

Edward pegou em mim e levou-me para  a cama, avançou na minha direcção , rastejando, como um animal, um predador. Parou diante de mim, os nossos corpos não se tocavam, mas aqueles olhos dourados faziam o meu corpo incendiar-se. Ansiava por Edward, ansiava pelo meu marido.

Edward inclinou-se para me beijar, à medida que o beijo ganhava intensidade, o seu corpo ia pressionando o meu, sentia o seu cuidado, para não me magoar.

As minhas mãos exploravam as suas costas perfeitas, enquanto sentia os seus músculos contraírem-se e ficarem tensos enquanto os nossos lábios se exploravam.

 Tentei fazer Edward rodar na cama, ele compreendeu e deslizou comigo, ficando eu agora por cima dele. Agora era eu que comandava, e assim fiz com que o membro de Edward entrasse em mim e nos uníssemos num só.

-Tomas-te a pilula? – perguntou Edward quando estávamos deitados um ao lado do outro. Eu estava ofegante com aquela noite, ele estava apenas normal. Como desejava ser vampira agora, para conseguir acompanhar o seu ritmo sem interrupções.

-Sim tomei. – também tinha que ter cuidado com o meu sistema reprodutor, porque como humana ainda corria o risco de engravidar novamente.

Edward nunca mais se esqueceu da pilula e fazia questão de me lembrar disso todas as noites.

-Não que eu não queira mais filhos contigo, porque adorava ter uma casa cheia deles, mas para já aqueles dois chegam.-  Disse com um sorriso.

Edward ainda não tinha concordado em me transformar. Dizia que eu teria que esperar mais um tempo, até porque ainda estava a amamentar os gémeos. Isso e porque segundo ele, queria ter mais filhos.

Conclusão teria que o convencer a transformar-me o quanto antes, não tardava muito e eu iria ser mais velha do que ele fisicamente, eu não queria isso. A questão era, como é que o iria fazer?

Os 15 dias passaram a correr, entre visitar Praga e o quarto do hotel, quando demos por nós já estávamos a aterrar em Seatle novamente. Lá esperavam-nos Carlisle e Esme sendo que a restante família estava em casa a fazer de babysitter dos meus bebés.

Estava cheia de saudades deles, ansiava por poder vê-los e abraça-los e não pretendia deixa-los nos próximos tempos.

 

 

publicado por Twihistorias às 18:30

3 comentários:
Amei!!
Demorou mas veio e valeu a pena a espera!
Beijinhos
BM a 14 de Maio de 2012 às 20:06

Tinha tantas saudades da tua fanfic!!

Como sempre adorei! O Edward e a Bella são tão fofos ;)

Espero que postem mais depressa :)

Um grande beijinho,

Angelina
twilightforever-fic a 14 de Maio de 2012 às 22:21

muito bonito,
adorei, já tinha saudades
Bj
Bella Cullen a 15 de Maio de 2012 às 20:02

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