30
Jul 12

Cap. 7 - Karen

Afastei-me procurando a origem da luz e reparei que alguém, a duas mesas de distância, se levantava e saía apressado.

Voltei-me para Anna e percebi que acabara de ver o mesmo que eu. Havia um paparazzi no restaurante.

- Robert, vamos embora daqui, por favor! – Pediu-me.

Chamei o empregado, paguei rapidamente a despesa e saímos.

A confusão lá fora era mais que muita. Estavam paparazzis em toda a parte. Fomos bombardeados por dezenas de flashes.

- Robert! Rob! Aqui!

- Robert! Vocês estão noivos? Vão casar?

- Mostrem-nos o anel! O Anel! Robert! Podemos ver o anel?

Eles andavam à nossa volta e gritavam como se fossemos surdos. Aliás, como se eu fosse surdo, pois só se dirigiam a mim.

Anna estava encolhida, com o meu casaco por cima dos ombros. Puxei-a para mais perto, passando o meu braço pela sua cintura e quase tive de a arrastar comigo até ao carro. Sussurrei-lhe que nada dissesse e que tentasse manter a cabeça baixa, já que nunca se sabe qual é a ideia desta gente.

E o tumulto continuou até ao carro, do qual eles não pareciam querer arredar pé, pela maneira como se amontoavam junto a ele.

Ajudei-a a entrar e, enquanto dava a volta ao carro, fui fustigado por nova vaga de flashes e perguntas. Mantive a cabeça baixa e tentei ignorá-los, enquanto abria caminho até à porta.

Entrei a custo, depois de ser obrigado a gritar-lhes para saírem do meu caminho. Tentei iniciar a manobra, mas era impossível fazê-lo sem magoar ninguém. Buzinei várias vezes, mas eles continuavam aglomerados à volta do carro, disparando as máquinas vezes sem conta.

- Pára o carro Robert! Agora! – Ela tinha os olhos demasiado brilhantes, como se fosse desfazer-se em lágrimas a qualquer momento.

- Prometo que vou tirar-nos daqui, Amor. Nem que tenha de ser à força...

- Não Robert! Eu estou farta! Estou farta disto tudo! Já não aguento mais...

Reparei que ela já não estava a usar o anel.

- O que queres dizer Anna? – Eu estava a entrar em pânico. Há muito que esperava que ela se fartasse de toda esta perseguição. Que se fartasse de mim.

- A chave. – Olhei-a sem compreender. – Robert, passa-me a chave do carro, por favor! – Passei-lhe automaticamente a chave, ainda sem perceber o que tencionava fazer.

Ela virou-me costas e abriu a porta do carro com toda a força, apanhando desprevenido o paparazzi que se encontrava mais perto.

- Anna, não! Eles não vão ouvir-te! Não vale a pena. Volta para o carro por favor! – Mas ela já saíra do carro e enfrentava-os.

Abri a porta do meu lado e saí também do carro, tentando dar a volta e chegar até ela.

- Anna! Deixem-na em paz! Parem de nos seguir! O que estão a tentar fazer? Quando é que vão desistir? Nós não vamos fazer nenhuma declaração!

Ela virou-se, advertindo-me com o olhar e dirigindo-se aos paparazzi. Por incrível que pareça, alguns já tinham parado de tirar fotos.

- Quantos de vocês têm crianças à espera em casa? – Alguns deles manifestaram-se e outros murmuravam entre si.

- Hey! Este é o nosso trabalho! Toda a gente sabe o quanto nos esforçamos! Porque vocês só nos dificultam a vida!

- Qual é o seu nome?

- Gary.

- Gary. Gary Highings? O Gary tem-me seguido nas últimas semanas. Descobriu alguma coisa?

- Que vai fazer um filme!

- Boa! É a primeira notícia verdadeira que descobre.

- Costumo investigar bem as minhas fontes...

- Tem a certeza? É que da última vez que conseguiu vender em exclusivo uma foto minha, lembro-me que ilustrava uma notícia completamente falsa. Acho melhor rever as suas fontes seguras, Sr. Highings. Já vi pessoas a serem processadas por menos.

O paparazzi parecia bastante irritado, mas não voltou a responder-lhe.

- Anna, vamos embora. Eles não merecem a tua atenção depois do que têm feito. – Sussurrei-lhe ao ouvido, tentando levá-la de volta ao carro.

- Robert! Dá-me dois minutos. Preciso mesmo de acabar isto e vamos já para casa.

- Mas Anna...

- Robert, dois minutos.

Passei a mão pelo cabelo. Não me agradava nada vê-la tão perto deles, mas não havia nada que eu pudesse fazer. Ela já decidira o que ia fazer e não ia dar-me ouvidos. Encostei-me a ela, pousando a mão na sua cintura e preparei-me para, ao mínimo problema, a puxar dali para fora.

Nesta altura, todos eles tinham parado de nos fotografar e olhavam-na à espera do que ela faria a seguir. Muitos pareciam até ter-se esquecido do que estavam ali a fazer e baixaram as máquinas.

- Sem querer faltar ao respeito em relação ao vosso trabalho, mas muitos de vocês, senão a maior parte, nem se dão ao trabalho de pensar nas partes absurdas das vossas histórias. Só queria que tivessem a consciência que não sou só eu a ser seguida. Já vi o suficiente para reconhecer a quem pertence um trabalho.

Voltei a ouvir murmúrios de toda a parte à nossa volta.

- Isto não é nenhum tipo de ameaça, até porque não iria surtir efeito. – Voltou a fazer-se silêncio. – Todos nós temos o nosso papel a desempenhar. Eu, vocês... mas creio que não é necessária, toda esta algazarra! Com calma e ordem, tudo se consegue. Enquanto nos sufocarem, a vida não será fácil para nenhuma das partes e será o vosso trabalho que mais sofrerá com isso. Bem, agora, se não se importam, o dia foi longo e o nosso filho espera-nos em casa. Boa noite a todos.

Apertou a minha mão que ainda repousava na sua cintura e piscou-me o olho discretamente, libertando-se do meu abraço protector. Deu a volta ao carro e abriu a porta do lado do condutor.

- Vamos para casa, Amor? Entra.

Sentei-me no carro e fitei-a.

- Vais conduzir?

Como resposta, rodou a chave e conduziu-nos dali para fora. Já tínhamos saído do parque, quando comecei a ver novamente os flashes.

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- Amor? Importas-te de parar de olhar para mim dessa forma, e dar-me o anel que está no bolso do teu casaco?

- Ah... Claro! Só não percebi porque o tiraste. – Disse, enquanto lho passava e ela o voltava a colocar no dedo.

- Caso não tenhas reparado, o parque estava cheio de paparazzis.

- Não precisas de ser irónica. Isso, eu vi. Não percebi qual foi a tua ideia de saíres do carro. Podia ter acontecido alguma coisa. Sabes como eles às vezes são descontrolados.

- Mas não aconteceu! Não precisavas tê-los fulminado com o olhar... além disso, eu já não aguentava mais. Bem, parece que resultou. Não estão a seguir-nos. – Disse, olhando o espelho retrovisor.

Robert olhou para trás, confirmando o que eu acabara de dizer. Voltou-se novamente para mim, com uma sobrancelha levantada. Eu acabara de estacionar à porta de casa.

- O que lhes disseste?

- Nada de especial.

- Eles pareceram-me quase surpreendidos quando eu saí do carro. O que lhes disseste quando saíste do carro? E como é que sabias o apelido daquele fotógrafo?

Rob estava totalmente confuso e chegara a altura de contar-lhe a minha loucura de há três semanas atrás. Abri o porta-luvas, tirei uma revista e entreguei-lha.

- Vê se descobres.

Rob olhou para a capa e lá estava uma foto nossa com um rasgão e outra minha, mais pequena e ligeiramente de costas, com a manchete “Amor em risco?”. Ele procurou a página, onde a história era desenvolvida e leu-a até ao fim em silêncio. Toda a matéria era acompanhada de fotos, em que supostamente eu estaria muito próxima de um rapaz, enquanto passeávamos pelo centro de LA e tomávamos café. “Demasiado próxima e com uma cumplicidade evidente”, segundo aquela publicação.

- Para montagem, está bem feita. – Foi o seu único comentário, antes de pousar a revista no tablier. – Mas isso não explica o facto de afirmares que conheces o trabalho de cada um deles. Tanto quanto sei, é impossível descobrir quem tirou as fotos, a menos que só esteja um fotógrafo no local.

- Bem, em primeiro lugar, isso não é uma montagem. E depois, é fácil conhecê-los, quando trabalhas com eles.

- Então quer dizer que... – Começou a dizer, pegando novamente na revista.

- Quer dizer que a rapariga das fotos não sou eu. Essa rapariga é uma sósia. – Interrompi-o, antes que ele começasse a imaginar coisas.

- O quê?

- Imagino que não tenhas lido nada lá na Austrália, mas eles continuavam a perseguir-me a toda a hora e para todo o lado. Eu já não aguentava mais. Depois lembrei-me que talvez fosse interessante passar para o outro lado durante uns tempos. Algumas dessas fotos foram tiradas por mim.

- Mas... o que é que fizeste... tu enlouqueceste?

- Não. Segui-os durante uma semana. Disfarcei-me, vesti-me como eles e trabalhámos juntos e seguíamo-la para todo o lado.

- Não acredito! Tu és doida! E se te descobrissem?

- Então aí sim, iriam ter uma história a sério para contar!

- Eu não acredito que tenhas feito uma coisa destas! – Rob fitava-me, completamente espantado. – Tens a certeza que nenhum deles se apercebeu? Mais alguém sabe disto?

- Pela cara com que eles ficaram quando chamei cada um pelo nome próprio, não me parece que me tenham associado à Karen.

- Karen?

- Sim. Karen, o meu “eu paparazzi”. Só sei eu, a sósia, o rapaz e a Annie.

- Tens de me contar muito bem essa história toda!

- Sim. Mas só amanhã. – Bocejei, percebendo como este dia tinha sido comprido. – Ai, estou exausta! Queres ir para cima ou dormimos aqui no carro? – Brinquei.

- Hum... até que nem era má ideia! Mas talvez haja algo mais interessante... – Humedeceu os lábios e mordeu o lábio inferior, enquanto me lançava um olhar bastante sugestivo.

- Tenha juízo, Sr. Pattinson! Vamos pra casa!

Levei o carro para a garagem e subimos finalmente até ao nosso apartamento.

Miguel dormia, quando chegámos e Annie também tinha adormecido, sentada numa cadeira à beira da cama dele.

- Annie, acorda.

- O quê? Ah... Sra. Brody!

- Perdoa-nos por chegarmos tão tarde. Podes dormir no quarto de hóspedes.

- Não estou aqui para dar trabalho, Sra. Brody.

- Não há problema. Também não estás aqui para saíres a meio da noite, pois não? Fica. Tens um pijama meu em cima da cama. Boa noite Annie.

- Boa noite, Sra. Brody.

Olhei para ela revirando os olhos. Quando é que ela iria parar de me chamar pelo meu apelido?

- Anna. O meu nome é Anna.

- Sim, Sra. Bro... – Desta vez, olhei-a de lado. - Quer dizer Anna.

- Até amanhã, Annie.

Quando cheguei ao quarto, Rob já dormia. Deitei-me, aconchegando-me a ele e olhei o meu anel. O meu anel de noivado. Oh meu Deus...Eu não acredito! Estou noiva!

- Também quero passar o resto dos meus dias contigo, meu amor... – Robert dormia a sono solto, a meu lado.

Demorei ainda algum tempo a adormecer.

Pensava no rumo que as nossas vidas tinham tomado, em tudo o que nos tinha unido e separado até hoje. Não tinha sido fácil chegar até aqui, mas talvez fosse precisamente isso o que nos unia ainda mais. E tínhamos o Miguel, o nosso principezinho.

Observei Rob, enquanto dormia. Oh meu Deus! Como eles são iguais! Quantas e quantas vezes, eu tinha visto aquela mesma expressão no rosto do meu filho? Embora estivéssemos separados, Robert nunca saíra da minha vida. Sem saber, ele tinha-me dado o melhor presente possível...

Passei a minha mão pelos seus cabelos, afastando-os da testa. Ele nunca iria passar a pentear-se como as pessoas normais...

Robert mexeu-se, fazendo dispersar os meus pensamentos. Virou-se de lado, encostando o seu rosto no meu. Balbuciou qualquer coisa que me soou muito a algo como “A minha mulher coragem.

Virei-me de lado, ficando de costas para ele e fechei os olhos.

- Obrigada por nunca teres desistido, Robert. – Suspirei, no momento em que me preparava para dormir.

- Amo-te. – Ele falava enquanto sonhava.

- Também te amo. – Foi a única coisa que consegui responder, antes de cair na inconsciência.

publicado por Twihistorias às 21:29

28
Jul 12

Capítulo 15
Parte 3
 
Estava tão furiosa com toda a gente que voei em direcção à casa de campo.
Assim que fechei a porta atrás de mim, um berro gutural saiu da minha garganta. Não quis saber se na casa branca me iriam ouvir, a verdade, é que assim que aquela porta se fechou, a raiva voltou no seu auge.
Queria fugir, queria desaparecer, nunca mais queria voltar aquela casa, não queria ver mais aquelas pessoas.
Todos ficaram contra mim, todos pensaram que eu ia atacar o meu pai sem razão alguma, toos me julgaram sem saberem as verdadeiras razões.
Tudo aquilo que eles me ensinara, aquilo que defendiam, tudo era mentira. Quer dizer, eles falam das boas maneiras, que não se deve julgar ninguêm, blá blá blá...e eles fazem exactamente o contrário?
Como eu odeio isto tudo, como eu os odeio.
E lá estava, em cima da lareira, aquela caixa de musica que eu tinha construido à dois anos atrás para o aniversario do meu pai.
Num acesso de furia, corri para aquela maldita caixa e parti-a aos bocadinho, dali apenas ficou o pó da madeira.
Dirigi-me para o meu quarto e metade das coisas ficaram destruidas, acho que apenas a cama sobreviveu.
A pouca roupa que eu tinha naquela casa voou em direcção à minha mochila.
Eu ia-me embora e era agora, não estava para aturar aquilo!
Já estava com as mochila pronta quando me lembrei o motivo de ali estar. Eu não podia partir agora, não iria conseguir lidar com a minha consciencia se alguma coisa acontecesse aos Cullen e eu não os tivesse ajudado.
Apesar de ingratos e falsos, eram a minha familia.
Atirei a mochila para um canto do quarto parcialmente destruido e sentei-me no meio dos destroços.
Tinha que me acalmar!
Respirei fundo várias vezes, limpei as poucas lagrimas que tinha no rosto. Agarrei num caderno, numa caneta e numa guitarra, e fiz aquilo que me acalmava quase sempre. Compunha musicas.
Ao fim de algum tempo, a musica estava pronta.
-Não, eu nunca fui, eu nunca fui livre. - cantava enquanto dava os ultimos acordes na guitarra.
A musica estava pronta e adorava-a.
Fiqui ali por uns momentos, encostada à parede com a guitarra na mão simplesmente a olhar pela janela.
O dia tinha sido longo, tinha ido para a praia com o Jake, a Annie e o Seth, depois recebi o video da musica do Jake que toda a familia viu, inclusive o proprio Jake, tive aquele momento de quase sexo com o Jake e por fim esta discussao com a familia,
Uau, o dia não poderia ser mais agitado.
Para piorar tudo, o castigo permanecia e a minha garganta começava a arder com alguma intensidade. Já à algum tempo que não caçava, o meu organismo começava a sentir a falta de sangue.
Isso não era bom para mim e muito menos para humanos que poderiam vir a estar perto de mim.
Imediatamente lembrei-me no meu primeiro dia em Forks apôs o meu regresso, aquele momento com a Sue. Ainda não o tinha relatado a ninguêm e fiquei feliz por a mesma não ter feito comentarios sobre aquele episodio.
Só a lembrança fez o ardor da garganta aumentar.
Estava decidido, queria lá saber das ordens que tinha para aqui ficar no meu quarto, eu iria caçar!
Era perigoso para mim ficar sem a minha dieta sanguinea por muito tempo.
Levantei-me e saltei pela janela. Não me dei ao trabalho de sair pela porta.
Corri pelo meio da vegetação, para o mais longe possivel dos locais com povoação. Não fosse surgir alguma tentação na ementa.
Sabia que os meus pais e companhia iriam ficar alarmados por não me ver em casa, iriam pensar que fugi novamente. No entanto depois de verem a mochila com as roupas iriam ficar mais calmos e furiosos porque desrespeitei as ordens da minha mãe.
A verdade é que tava a cagar-me para aquele tipo de ordens. Já era crescidinha o suficiente para receber castigos e o quê que eles me iriam fazer? Fechar-me a sete chaves em casa?
A verdade é que a cada avanço que tentavamos dar para a nossa relação voltar a ser o que era, no momento a seguir recuavamos o dobro e cada vez a relação ficava pior e pior.
Meu Deus, como ansiava por ter ali algum dos meus amigos. Esperava que o Dio e o Marcello não demorassem muito a chegar.
Sangue!
O odor de um leão chegou ao meu nariz e depois deixei de pensar racionalmente, apenas a caça me importava. Eu era a predadora!
publicado por Twihistorias às 18:00
Fanfics:

Olá leitoras...

Queria pedir-vos desculpa pela falta de capitulos aqui no blog.

Não pensem que me esqueci de vocês ou que desisti da fanfic.

Também não é nenhum lapso da minha imaginação ou falta de ideias.

O problema é mesmo o computador. Pois é, o meu computador morreu literalmente (bateria e monitor). Foi para arranjar e nao sei quando volta. Como tal, vai ser dificil (muitooooo dificil) conseguir escrever os capitulos a tempo e com a frequencia que saiam.

 

Como tal peço desculpa a todos vocês e por favor, não desistam da "I Wish..", não desistam da Kelsi, nem do Ethan, nem do Bentley.

 

Twidesculpas a todos vocês e mais uma vez, um muito obrigado a todos que seguem a fic.

 

Letícia Pinto

publicado por Twihistorias às 13:00
Fanfics:

27
Jul 12

 

 

 

Capítulo 10

 

Emilie

Eu e a Robecca já estávamos prontas para ir para La Push. Fomos para o carro da Robecca e ela conduziu até lá.

- Milie, Becca! – chamou a Mia.

- Olá Mia! – disse a Robecca.

- Então Milie, eu soube que o Ryan te deu boleia hoje. – disse a Mia.

- Sim. – respondi.

- E nós conversamos durante o caminho.

- E depois? – ela quis saber.

- E depois nada. – disse eu.

- Tu e o Ryan conversaram durante o caminho todo e não teve nem um beijo roubado, ou um tipo de toque carinhoso?

- Não.

- Nem um aperto de mão? Ai Milie somos tuas amigas, tu tens de contar-nos os detalhes. – disse ela.

- Nós só conversamos.

- Mas que bloqueio é esse? Pula logo para cima dele!

- Mia! – disse a Robecca.

- É muito fácil, eu vou explicar-te melhor: ele gosta dela, ela gosta dele e ele é sexy. – disse ela com um sorriso maroto.

- Que profundo! – disse eu.

- Se não te apressares, vais perder o autocarro. – disse ela.

- E depois apanho outro. – disse eu.

- Mas tu queres apanhar este autocarro e não outro. – disse a Mia.

Odeio admitir isto mas a Mia tem razão.

- Porquê que não vamos comprar umas bebidas? – perguntou a Becca.

- Boa ideia. – disse a Mia.

Então nós fomos até ao bar comprar umas bebidas antes da corrida começar.

- Olá. – disse alguém e eu virei-me para ver quem.

- Oh, olá Tom. – disse eu.

- Vieste.

- Eu disse que vinha, não disse?

- Pois. Mas não vais correr, certo? – perguntou ele.

- Não posso. – respondi.

- O quê que aconteceu ao teu braço?

- Foi um pequeno acidente.

- Olá Tom. – disse a Robecca sentando-se ao pé de nós com a Mia.

- Não acredito que vais deixar o Jason ganhar esta corrida. – disse o Tom para a Robecca.

- Desculpa, mas eu não posso mesmo participar. – disse ela.

- Eu posso! – ofereceu-se a Mia.

- A sério Mia? – disse o Tom.

- É só um carro. – disse ela.

- Alguém viu a Leah? – perguntou um tal de Sam.

- Não. – respondeu o Tom. – Lamento. Ela deve estar a divertir-se com alguém. Sam ela não vai cair na tua lengalenga.

- Tom ela já caiu muitas vezes. – disse o tal Sam.

- Espera aí! Tu já foste para a cama com a Leah Clearwater?

- O quê que tens haver com isso? – disse ele.

Depois virou as costas e foi-se embora.

- UAU! – exclamou a Mia.

- Olha ali o Ryan! – disse a Robecca.

Eu olhei para onde ela estava a olhar e lá estava ele, lindo como sempre.

- Eu já venho. – disse eu levantando-me e comecei a dirigir-me na direcção do Ryan.

- Olá. – disse eu.

- Olá. – disse ele a sorrir.

- Vais correr? – perguntei.

- Não. Só vim ver. Tenho amigos por aqui.

- Tens amigos?

Começamos os dois a rir.

- Sim Milie. Não sou assim tão anti social como julgas que eu sou.

- Estou a ver.

- Olá. – disse um rapaz aproximando-se de nós. O rapaz também era incrivelmente lindo.

- O quê que estás aqui a fazer? – perguntou o Ryan brutamente.

- Que falta de educação não me apresentares a tua amiga. – disse o rapaz.

- Vai-te embora! – disse o Ryan.

- Olá eu sou o Chuck. Sou o primo do Ryan. – disse o rapaz para mim.

- Sou a Emilie.

- Prazer em conhecer-te! – disse ele, depois desviou o olhar. – Hum… acabei de ver uma rapariga que é um petisco. Adeusinho!

Eu comecei a rir.

- Estás a rir-te do quê? – perguntou o Ryan.

- O teu primo é engraçado. Nunca o tinha visto por aqui.

- Ele acabou de chegar à cidade, e não é boa companhia.

- Porquê?

- Só arranja problemas.

- Problemas? Que tipo de problemas? – eu quis saber.

- Não interessa. Apenas fica afastada dele.

- Tudo bem. A corrida vai começar, vamos vê-la?

- Claro.

Então nós fomos ver a corrida. Como era de prever o Jason ganhou.

- Vou buscar uma bebida. Queres alguma coisa? – perguntei ao Ryan.

- Não.

Então eu fui até ao bar.

- Conheces o Ryan Cullen? – perguntou-me o Tom.

- Sim, porquê?

- Por nada. Só estava a perguntar.

- Tu não estavas com a Mia e com a Becca? – perguntei-lhe.

- Estava. Mas a Mia não pára de falar de um borracho que conheceu hoje. Miúdas. – disse ele revirando os olhos.

Eu ri-me. Foi uma noite bastante agradável. No final da noite o Ryan ofereceu-se para levar-me a casa mas como eu ia dormir na casa da Robecca disse-lhe que não era preciso.

publicado por Twihistorias às 23:26
Fanfics:

26
Jul 12

Cap. 6 – O Anel

Anna estava linda nessa noite. O Miguel ficaria com a ama por precaução, já que dormia desde o nosso passeio esta tarde.

O bonito vestido azul cinza que trazia, fazia sobressair ainda mais a sua beleza, deixando-lhe parte do ombro e das costas destapadas. Os seus sapatos de salto alto só serviam para realçar os seus tornozelos e pernas bem torneadas. Tinha deixado crescer um pouco o cabelo, desde que estávamos juntos e alguns caracóis teimavam em cobrir o seu rosto. A forma como me sorria e me olhava quase me deixava sem chão, pairando sem tempo nem espaço, suspenso apenas no seu aroma.

Repousava a minha mão no seu joelho descoberto, enquanto aguardava que o sinal abrisse.

- Uma libra pelos teus pensamentos...

- Hã? Não estava a pensar em nada.

- Estavas tão séria...

Ela voltou a ficar séria e olhou pela janela, enquanto o sinal ficava verde.

- Pediste-me tantas vezes em casamento... Mas, acho que nunca tinha pensado a sério em casar.

- Eu sei...

- Sabes?

- Sim. Eu passava a vida a pedir as pessoas em casamento, mas não era a sério. Mas agora é diferente. Agora quero mesmo fazê-lo. Quero casar e viver para sempre com a mãe do meu filho. Com a mulher que eu amo. Quero casar contigo Anna.

Tínhamos chegado ao parque do Restaurante e o arrumador aguardava que lhe passasse a chave para poder estacionar o carro.

- Vamos, amor? Espera...

Abri a porta, passando a chave ao arrumador e dei a volta ao carro, abri a porta e ajudei-a a sair.

O Spago estava cheio. Sentámo-nos na nossa mesa e pedimos.

O meu pescoço estava a matar-me e estava a ficar com sono. Ainda não tinha recuperado da minha longa viagem e o cansaço ameaçava estragar-me o jantar. Suspirei.

- Robert, estás bem amor? Se calhar não devíamos ter vindo. Fizeste uma viagem muito longa e ainda não descansaste. Eu podia ter cozinhado...

- Não, não. Nada disso! Tenho de poupar a minha noiva.

- Oh Robert! Que disparate... não quero que te sacrifiques por minha causa. Podíamos ter vindo noutro dia!

- Não é sacrifício nenhum!

- Claro que é! Já olhaste bem para ti? Pareces exausto...

Não valia a pena esconder-lhe nada.

- Er... mais ou menos. Mas eu dormi no avião. Anna, tenta pelo menos desfrutar do jantar.

- Sim. Mas só se depois formos directamente para casa.

- Tudo bem.

O empregado veio servir-nos e começamos a jantar.

- Então, ainda não me disseste se gostavas.

- Se gostava?

- Sim. Do teu anel de noivado...

- Oh Rob! Não precisavas de ter feito isto!

- Eu sei. Mas gostaste?

- É claro que gostei!

- Óptimo!

Voltei a debruçar-me sobre o jantar, suspirando de alívio. Ela nem imagina a dificuldade que eu tive para escolher aquele simples anel.

Na realidade, não tinha nenhum tipo de ideia pré-concebida acerca de anéis de noivado, nem do que ela pudesse gostar num anel, porque ela simplesmente não os usava. E a verdade é que não precisava de qualquer jóia para realçar a sua beleza. Mas um pedido de casamento exigia um anel e eu só sabia que teria de ser algo simples e com significado. O mais estranho para uma pessoa como eu (que não percebe nada de moda, como diz a minha irmã), é que quando o vi, soube que seria o anel ideal.

Era uma pequena espiral de ouro branco, com as duas pontas unidas ao centro com um diamante e um brilhante de cada um dos lados. No entanto, após a explicação exaustiva da dona da loja acerca das várias tradições ligadas a pedidos de casamento e pedras preciosas, decidi fazer uma ligeira alteração, substituindo os brilhantes por águas marinhas, já que significavam coragem. E ela era a minha mulher coragem, por tantos motivos...

Olhei-a e sorri. Ela devolveu-me o sorriso. Continuei a observar os seus gestos delicados. Levou o copo aos lábios, saboreando o vinho e encostando-os em seguida ao guardanapo. Passou a língua casualmente pelos lábios e voltou a pousar os olhos nos meus.

- Rob, o que se passa?

Tocou com a sua mão levemente na minha.

- Amor. Estás bem?

- Sim. Estava aqui a pensar...

- E eu sou digna de saber em que tanto pensavas, enquanto me olhavas tão concentrado?

Anna ainda acariciava suavemente a minha mão.

- Pensava no quanto desejo passar o resto dos meus dias contigo. – Tomei a sua mão na minha, beijando-lhe o anel. – A minha noiva e, em breve, a minha mulher.

Ela sorriu, fitando-me.

- Em breve... – Parecia ponderar as palavras. – Quer dizer que já tens ideia de uma data.

- Nada disso! A noiva é que decide essas coisas!

E foi no momento em que ela encostou a sua mão à minha face e me beijou, que fomos encandeados por um flash.

publicado por Twihistorias às 22:38

24
Jul 12

Capítulo 13

Segurei nos diários e coloquei-os na mala, prestes a sair porta fora o palhaço em carne em osso fez a sua entrada.

-Não percebo a tua agressividade em relação á minha pessoa, Fred… - Os seus olhos demonstravam isso mesmo, confusão.

- Deixa-me passar! Só estou aqui porque  a Esme disse-me que do teu quarto podia ver a cordilheira onde quero caçar.

- Não sei se é do teu conhecimento mas sou telepata e por essa razão, quando a minha filha Renesmee esteve neste quarto eu ouvi tudo o que pensaste lá fora.  Digamos que tenho um radar bastante apurado …. – Falou de uma forma bastante curriqueira contudo deixou transparecer um subtom de ameaça na última frase.

- Eu sabia que eras telepata, não conhecia era os teus dotes de cuscuvilheiro – Disse tentando aligeirar a conversa.

- Fred eu não quero intimidar ninguém nem isto é um responso. Mas estou confuso. Porque pensas dessa forma de mim? Ao apelidares-me de palhaço e falares da tua mãe deixas transparecer que talvez possa ter agido contra ti… Há quanto tempo és um de nós? Sabes se magoei a tua mãe eu tenho imensa pena, na decada de 30/40 eu era um monstro. – Disse com pesar , parecia realmente arrependido.

- Não é da tua conta quando ou como fui transformado. Deixa-me ir. – Afirmei.

- Claro que sim Fred, mas sabe que se planeias uma vingança que seja pessoal. A minha familia não deve ser envolvida.  Peço é que leias esses diarios com atenção, talvez consigas perceber o que me fez tomar as decisões que me levaram a esse caminho… Fred não quero ser teu inemigo muito pelo contrário eu também perdi a minha família e não há um dia que passe sem que pense nas pessoas que me trouxeram a este mundo. Especialmente agora que sou pai. Mas se há uma coisa que o tempo me ensinou é que a felicidade não surge se o odio não for apagado.

O discurso articulado e sentimental não me impressionava. Não o comprei.

- Poupa-me! E sai imediatemente  Edward Cullen! – Disse silibilando o seu nome.

Ele afastou-se. Sem proferir uma única palavra.

Afastei-me daquele sitio horrendo e olhei para o relogio faltava uma hora até há hora combinada com Ivy. Isso deixou-me lixado. Estava cego de raiva, enervado e acima de tudo cheio, repleto de sede.

Dirigi-me ao local onde combináramos , sentei-me numa copa de uma árvore e pus-me á escuta.

 

Um automóvel pequeno sinuava pela estrada escura das janelas abertas emanava o Hit “ All the small things”- Blink 182. Risinhos nervosos denunciavam a vergonha de estarem a esganiçar a melodia. Conversas sobre trabalhos, entregas  e piadas privadas sobre rapazes confirmaram a minha teoria. Universitárias.

Pensei no meu livro mental de truques baratos, sem fazer barulho desci até ao nivel do solo. E segurei numa pedra afiada, atirei-a ao pneu e este furou-se de imediato. Resfoleguei, se estivesse minimamente preocupado ou se não corresse tudo como planeava sempre podia dizer :“ Então meninas andar nas estradas á noite com pneus carecas pode trazer desgraças!”.

Mas foi fácil. Assim que cheguei ao alcatrão duas raparigas correram desesperadas dali para fora. Gente Inteligente esta, provavelmente pertenceriam a uma “Ivy League”, as melhores universidades do país.

A única que “resistiu” tinha estado distráida a encontrar o pneu sobresselente e concerteza preocupava-se agora onde tinham ido as suas colegas na noite cerrada e sem carro. Ao olhar para mim arrepiou-se, uma das minhas reacções favoritas. Era atraente. Loura olhos castanhos cor de mel  e um corpo curvilineo mas atletíco. Mas neste momento tudo o que tinha era sede.

Vi que estava atraída pelo meu físico, apesar de receosa esboçou um sorriso nervoso e disse:

- Boa Noite. Sabes mudar um pneu?

- Oh olá sei sei…. – Disse pouco interessado. Descontrolado pela visão constante do seu sanngue a bombear  nas veias e o ardor escruxiante na minha garganta.

- Obrigada então… - Disse ela tentando ignorar a súbita desilusão da minha falta de interesse.

Sorri calorosamente. Preparei-me para atacar. E disse:

­- Vem cá

Enconstei a vitima ao capô do carro esfreguei os meus lábios rapidamente pela veia que queria e abri-os, quando estava prestes a alimentar-me, senti-me projectado contra uma árvore.

Abri os olhos e via-a. Mãos nas ancas pronta a arrancar-me o pescoço. Ivy.

- Que raio pensas que estas a fazer?! Idiota!

Tinha de admitir que parecia incrivelmente sexy a desafiar-me desta maneira mas a minha sede era  incontrolável

 

O que responde Fred a Ivy:

A - “Tenho sede, mete-te na tua vida.”

B - “Eu sei que fui irresponsável mas não fazes ideia da sede que tenho, Ivy.”

C - “Deixa-me em paz! Não passas de uma recém-nascida insolente e eu estou farto de comer animaizinhos!”

publicado por Twihistorias às 18:30

23
Jul 12

 

 

 

Capitulo 17

 

 

Protecção

 

Ela estava a poucos metros de mim. Imobilizada e muito pálida, como os vampiros deveriam ser. E o detalhe mais importante. Olhos vermelho como o vestido que envergava. Esse pequeno grande detalhe, dava me a informação de que não era uma das nossas. Ela agachou-se em posição de ataque.  

- Hei! – Exclamei. – Vim em paz.

 Lentamente ela descontraiu-se. Ela nunca tirava os seus olhos desconfiados de cima de mim.

- Posso saber com quem estou a falar? – Perguntou num tom agressivo.

- Bella Cullen. – Não a queria assustar ao dizer o meu actual sobrenome. Apesar de o odiar, Renesmee e eu éramos obrigadas a usa-lo. Pelo menos para actos oficiais. Aro dizia, que mesmo assim, gostava mais da sonoridade de Bella Cullen do que Bella Volturi.

- Maria. – Responde a já não desconhecida vampira.

- Maria? – Será que era ela? Tudo indicava que sim. Os seus longos cabelos pretos e a sua tez pálida com um ligeiro tom de azeitona, não deixavam margem para dúvidas. Aquela era a vampira que, há um século atrás tinha concedido a imortalidade a Jasper.

- Sim, Maria. – Ela estava confusa. – Nós conhecemo-nos?

- Não… quer dizer, sim. – Suspirei. – Eu já ouvi falar de ti.

- A sério?

- Sim. Foste tu quem transformou o Jasper Cul… Whitlock certo?

- Sim. Fui eu mesma. Como é que conheces o Jasper?

- Ele é meu irmão. – Demasiada informação? Talvez.

- Irmão?

 Assenti com a cabeça. Maria olhava para mim chocada

- O Jasper nunca me disse que tinha uma irmã. Muito menos que ela era vampira como ele. E que raio de olhos são esses?

- Bem eu não consumo sangue humano. Alimento – me de animais. Logo os meus olhos são deste tom dourado. Quanto ao Jasper… realmente ele não tinha uma irmã na altura em que te conheceu. Nós, tal como o resto dos nossos irmãos, fomos adoptados pelo Carlise e Esme Cullen.

 Maria tentava conter o riso.

- O Jasper? Adoptado? Essa é boa.

- Porque dizes isso? – Qual era a surpresa? Jasper apreciava muito o ambiente familiar. Talvez não o demonstrasse muito com Maria, mas era a mais outra das verdades.

- O Jasper é um soldado. Ele sabe como se desenrascar sozinho. Ele não precisa de ninguém que tome conta dele.

- Não concordo a 100%.

- Tu é que sabes. – Boa Bella, agora ela estava aborrecida. Não era boa ideia irritar os vampiros do Sul. Tanto quanto sabia, Maria era violenta.

- A que devo a tua vista? – Obriguei-me a perguntar. Renesmee continuava a olhar pela janela, extremamente curiosa.

- Eu vim visitar o Jasper. Faze-lo ver que eu sou a mulher da vida dele.

O choque passou pela minha face. Sempre achei que a Maria tinha usado Jasper. Eu fingia o sue amor por ele. Pelo o que sabia, Jasper era um pião nas mãos de Maria. Uma marioneta.

- Mulher da vida dele?

- Sim. Sabes, naquela altura a sede de poder era muita. Cegava-me. O Jasper era uma arma preciosa. Mas sabes o que dizem, as pessoas só dão valor aquilo que têm quando o perdem. Foi isso que aconteceu comigo. Apenas senti a falta que o Jasper fazia na minha vida, quando ele foi embora. Mas estou aqui para recuperar tempo perdido.

- Tempo perdido? – Olhei para ela com uma expressão apaziguadora. – Receio que venhas tarde demais.

- O quê? – Maria estava confusa.

- O Jasper… morreu. E ela já tinha encontrado uma companheira. – Lembrei - me da pequena Alice.

 Maria tremia. A fúria também conta dela. E isso não era nada bom.

- O Jasper o que?

 Maria estava de tal forma descontrolada, que por momentos me fez lembrar Victoria.

 Por momentos, tive medo. Não só por mim, mas também por Renesmee.

 Não precisava de ser Alice, para saber que se avizinhava um combate corpo a corpo. Era inevitável. Ela iria defender o homem que amava. E eu iria proteger a pessoa que eu mais amava. Renesmee.

 Maria já tinha dado pela sua presença, e num acto de fúria poderia mata-la. Não hoje, não amanhã, mas em breve. Por isso só havia uma solução.

 Maria tinha de morrer.

 Pelo que sabia de Maria, só uma pessoa sairia “viva” daquele combate. E por amor á minha filha, essa pessoa seria eu. Renesmee não iria ficar órfã.

- Não me devias ter dado essa notícia. – Rosnou.

 Numa questão se segundos, os nossos corpos embateram um no outro. Eu não estava preparada para uma luta. Principalmente com uma vampira um século mas velha que eu.

 Maria era selvagem. Sabia bem o que fazer.

 Maria segurou-me pelo pescoço e atirou-me contar uma árvore. Foi o tempo suficiente para eu accionar o meu escudo. Eu não me protegia só a mim. Depois de uma longo treino, era capaz de projectar o meu escudo até 3Km de distância. Por isso, naquele momento Renesmee estava sobre a minha protecção.

Maria avançou até mim furiosa. Mas com o sorriso maldoso estampado na cara. Esse sorriso logo de desvaneceu.

- Mas o que… – Ela não me conseguia alcançar.

- Por esta não esperavas não era?

 Estava tão concentrada na nossa sobrevivência, que me tinha esquecido do meu dom.

 Num movimento hábil mas controlado, saltei para as suas costas. Ela deu muita luta. O meu escudo estava a desvanecer-se. Maria aproveitou essa brecha e deu-me um soco no sítio onde deveria estar o meu estômago. Senti os seus mais de 100 anos a embater na minha barriga, o que me fez cair para trás.

- Então e agora? – Perguntou sarcasticamente, ao se aproximar de mim.

- Agora está morta. – Respondi a muito custo.

 Sabem aquele momento em que todas as tuas forças estão em baixo, mas numa fracção de segundos só de pensar na pessoa que amam, as energias voltam? Foi isso que me aconteceu.

 Saltei para o seu pescoço dela.

 Com um movimento rápido mas doloroso arrancai-lhe a cabeça. Esta era a vingança de todos os recem nascidos que ela matou ao longo dos anos, quando estes deixavam de lhe ser útil.

 Tinha de me movimentar rápido. Ela já estava a reconstruir-se.

- Onde está um isqueiro quando precisamos dele?

- Mãe? – Renesmee tinha saído de casa.

- Filha. O que és que estás aqui a fazer? É demasiado perigoso.

- Tenho um isqueiro. Admite. Estava a precisar da minha ajuda.

 Sorri.

- És um anjo.

- Eu sei.

 Renesmee adiantou-se. Ela juntou um monte de ramos e folhas secas. Atirei o isqueiro e vi o fogo alastrar-se.

- Queres ajuda? – Perguntou Renesmee?

- Tu pegas na cabeça, eu fico com o tronco.

- Boa!

 Mandamos os restos de Maria para as chamas. O cheiro do fumo roxo, substituía o da erva.

- Estás com medo? – Perguntei.

- Não. Isto foi justiça, não vingança. Por isso…

 Abracei-a

- Adoro-te filha!

- Eu também te adoro.

publicado por Twihistorias às 23:16
Fanfics:

22
Jul 12

Capítulo I – “Setenta e um dias”

Ponto de vista do Edward

Assim que desliguei o telemóvel  senti a responsabilidade do que tinha feito seria Charlie capaz disto. Procurar o corpo da filha no leito de um rio, ou pior, descobrir a entidade do assasino. Talvez seria a minha a locura a falar mas costumava assegurar-me que tudo ia correr bem pois iriamos encontra-la, sã e salva. E tudo então seria justificável, inclusivé esta crueldade.

Olhei para o relogío, oito da noite a hora em que Rosalie punha os gémeos na cama. Mas  esta era a minha vez de cuidar dos meus filhos. Se queria manter a minha sanidade mental  precisava dos meus filhos só eles me transmitiam calma mas também só eles importavam.

Sai do nosso quarto na ansia de encontrar os meus pequenos ainda despertos. Quando cheguei ao berçario nem queria acreditar no que via, parecia uma troca perturbante de papeis.

Emmett estava na cadeira de baloiço, onde Bella costumava estar com Liz ao colo e Rosalie estava toda babada a banhar o pequeno Anthony.  Tentei  ver as coisas com inocencia talvez fossem apenas extraordinários tios e não estivessem a viver uma fantasia há muito desejada.

Escondi-me atrás da porta numa tentativa de acalmar os meus nervos escutei com atenção o que todos diziam.

- Tiia a água está tão boa! – Comentava o meu encantador  filho, adorava a sua descontração

- Pois está meu amor. A tia tem muito cuidado para não magoar o meu leaozinho,

- Tiia o meu papá? – Perguntara-lhe Anthony

Preparei-me para colocar a juba que encontrei onde estava e rugir a minha entrada. Mas ouvi a seguinte resposta.

- O papá está no quarto muito tristinho e não quis vir mas os tios estão aqui.

Mas que raio? O pai está no quarto muito tristinho?! O pai estava só a fazer um telefonema. Que raio se passa aqui?! Estaria a Rosalie a fazer uma das suas psicologias baratas com o meu filho?

- Tá bem tiia mas ele vai me contar uma historia de dormir né? Eu adoro as histórias de dormir do pápa!

- Sim nós já vamos chama-lo.

Ok nada para me preocupar, a rose deve ter apenas pensado que eu estava mais abatido e que ia demorar mais do que o que tinhamos conbinado.  Virei a minha atenção para a princesa ao colo do Emmett a minha filha Elizabeth.

- Tio Em achas que o meu papá vai estar triste muito tempo – Disse ela claramente atenta á conversa da Rose.

- Não sei pequerrucha mas acho que não. – Sorriu-lhe – Ninguém consegue estar triste com uma princesa como tu a cirandar por ai.

Tranquilizou- a depois acariciou os seus caracóis ruivos e deu-lhe um beijinho na testa e disse:

- Mas também se o papá ficar muito triste, tu podes ir viver connosco. Alias a tia já está a fazer um  quarto …

- Emmett!! – Repreendeu Rosalie.

Que a barbie barata da rose planeie ficar com os meus filhos devido a uma qualquer incapacidade psicologica minha já eu sabia, e não havia nada de novo nessa repitição de pensamentos. Agora expressá-lo aos meus filhos é que eu não admtia.

Observei a expressão confusa da minha pequena e percebi estava na hora de entrar em acção.

Com o telemóvel no ouvido fiz a minha entrada teatral

- Sim senhor da televisão… estou a dizer-lhe que encontrei uma princesa e um leão na minha casa! A sério … Pois pois… Como é que eles são?  O leão tem uma grande juba e uns enormes olhos verdes. A princesa tem uns bonitos caracóis ruivos e um vestido rosa até aos pés…

O som das gargalhadas extasiadas dos meus fihos e os seus olhos a sairem quase das órbitas com tanta surpresa. Fizeram-me querer repetir a  proeza mais vezes.

- PAIIIIII – Gritaram

- Oh! Edward não sabiamos que estavas cá em casa… - Cruzou o olhar com Emmett preocupada com as coisas que tinha há pouco tinha proferido.

- Oh! Olá Emmett e Rosalie – Disse descontraidamente.

- Meninos que dizem de dizermos aos tios para voltarem mais tarde? – Disse olhando directamente para a Rosalie.

  - Sim!

- Adeus tia Rose e Tio Em, divirti-me muito hoje.

Despediu-se educadamente Elizabeth.

- Xau xau tia boneca re tio hulk.

Disse Anthony a brincar.

Assim que se retiraram virei-me para anthony e disse:

- Pingarelho não tens vergonha de estar todo nu?

- Paiii as miudas gostam!

- Seu grande maluco. Elizabeth não queres presentear –nos com a tua voz de ouro? Enquanto eu seco o descarado do teu mano.

Ela cantava muito bem para quem tem dois anos.

-  Pai estás triste? – Perguntou Anthony nervoso.

- Não meu querido o pai não está triste, mas ás vezes  fica preocupado só isso.

- Com a mommy? – Interveio Liz parando de

- Sim querida  - Respondi sinceramente

Vesti –lhe o pijama e disse para fazerem uma corrida até á cadeira das histórias. Ganhou a Liz.

Sentei-me e perguntei aos meus pequenos leitores o que queriam que eu lhes lesse. A escolhida  foi uma mistura de princesa ervilha e o pirata da perna de pau. Uma invenção dos meus filhos; juntar as duas narrativas e criar uma  história congruente, os entendidos chamam-lhe “mash up”.

Uma hora depois e com olhinhos ensonados os meus filhos declararam, sendo Anthony o porta-voz.

-  Papá eu e a mana temos uma coisa a contar, naquela tarde na floresta a mana e eu vimos uma pessoa ruiva, antes da mãe … sair… - Disse muito compenetrado – Mostra-lhe Liz

Elizabeth encostou a sua mãozinha peqenina á minha face e mostrou-me:

Uma cabeleira ruiva num vulto e a voz da minha Bella:

“Por  favor não lhes faças mal”

Ela estava a protege-los e eu apesar de saber e precisava saber de quem?

Agradeci aos meus filhos e prometi que ia ficar tudo bem.

Antes de os levar a cama pensei  se valeria a pena obrigar o Charlie a suportar aquele fardo, se calhar seria demais.

- Obrigar o avô Charlie a fazer o que? – Perguntou-me Anthony. Fiquei em choque mas tentei disfarçar.

- Desculpa querido não percebi?

- Pai eu acho que sou como tu. – Respondeu-me ele confiramando a existencia do seu poder telepático.

publicado por Twihistorias às 18:30

21
Jul 12

Cap. 5 - Família

 

Estávamos sentados na esplanada, no terraço da casa de chá.

O dia tinha sido magnífico. Robert tinha chegado de surpresa nessa manhã. Saímos para almoçar e, à 1:30 pm, chegámos ao Descanso Gardens. Passeámos durante toda a tarde. Tínhamos espreitado o Rosarium e o Miguel deu comida aos peixinhos. Entusiasmara-se tanto que quase caíra ao lago. Andámos no comboio, passámos por diversos jardins, com flores das mais variadas cores, ouvíamos os pássaros cantar no cimo das mais belas árvores, atravessámos a ponte do jardim japonês e agora bebíamos descontraidamente o nosso chá, observando a paisagem circundante.

Conversávamos, enquanto o nosso filho tinha finalmente adormecido nos meus braços.

- A propósito de família...

- O que tem? Não vais novamente tentar convencer-me a falar com o meu irmão, pois não?

A minha relação com o meu irmão Seth nunca tinha sido fácil. Sempre tentei defendê-lo, desculpá-lo e protegê-lo, até perceber que não valia a pena. Ele era uma pessoa fria por natureza. O temperamento dele era igual ao do nosso pai.

Infelizmente, percebi isso só no momento em que soube que, se Robert não o tivesse impedido de fazer o que pretendia, eu nunca teria acordado do coma há quatro anos atrás. Assim que soube que eu tinha ficado em coma depois de um acidente, Seth deu ordem para que as máquinas me fossem desligadas. E eu isso não iria conseguir perdoar-lhe.

- Por acaso nem estava a pensar nisso.

Estranhei. Robert aproveitava todas as ocasiões para me tentar fazer reconsiderar em relação ao meu irmão.

- Passa-se alguma coisa com os teus pais? As tuas irmãs? Pareces nervoso...

- Não. Está tudo bem. – Respondeu rápido demais. – Mas tens razão, estou nervoso. – Disse, suspirando.

- Porquê? O que é que não me estás a contar? Diz-me.

Ele olhou-me nos olhos intensamente. Por segundos pensei que ele estava à espera que eu adivinhasse a resposta, mas não era fácil pensar no que quer que fosse, quando ele me olhava daquela forma.

Fiquei ali parada a olhá-lo, completamente absorvida pelo imenso azul dos seus olhos.

Levei algum tempo a voltar a mim e ainda mais a aperceber-me que tinha estado a falar comigo, que tinha alguma coisa na mão e que aguardava uma resposta da minha parte.

Olhei o anel na sua mão, sem querer acreditar.

- Robert, o que é isto? O que estás a tentar fazer?

Ele sorriu torto, pouco à vontade.

- Isto, sou eu a pedir-te em casamento. Mas, como aparentemente não ouviste nada do que eu disse, se calhar é melhor deixar para outra altura.

- Não! – Respondi rapidamente. – Quer dizer, sim.

- Não estou a entender... – Disse, ao mesmo tempo que passava a mão pelo cabelo.

- Quero casar contigo.

- E tens a certeza disso? Há pouco parecias confusa... – Perguntou, com uma das sobrancelhas levantadas, interrogativamente e passando a língua pelos lábios.

Levantou-se e veio sentar-se ao meu lado. Curvou-se um pouco, acariciou a face do nosso filho que ainda dormia e afastou-lhe o cabelo da testa.

- Achas que a tua mãe quer casar comigo, homenzinho?

Em seguida voltou a olhar-me nos olhos e desta vez aproximei-me dos seus lábios e beijei-o, usando a minha mão livre para o puxar mais para mim.

Ele afastou-se passado um instante, ofegante e sorridente.

- Isso é um “Sim”?

- Sim... claro que sim! – Sorri envergonhada e baixei o olhar.

Ele tocou ao de leve no meu queixo, fazendo-me olhá-lo novamente nos olhos.

- Queres que segure o Miguel?

- Não. Eu estou bem.

- Vou precisar que libertes a outra mão. – Sorriu e olhou o anel que tinha na sua mão.

Sorri, e com cuidado, amparei com a mão direita a cabeça do nosso filho, aconchegando-o mais contra mim.

Robert pegou na minha mão, acariciando-a levemente e colocou o bonito anel no meu dedo anelar. Respirou fundo, ao observá-lo depois de estar colocado e voltou a olhar-me nos olhos, com o sorriso mais lindo do mundo no seu rosto.

Eu estava sem palavras. Uma doce mistura de sentimentos, fazia com que todo o meu corpo se arrepiasse e milhões de memórias e pensamentos, fluíam na minha mente. Respirei fundo, contendo-me para não chorar.

- Rob...

Ele voltou a beijar-me, mas desta vez acabei por ser eu a separar-nos. Sentia-me tão feliz que tinha começado a rir durante o beijo. Quando nos afastámos sentia-me uma perfeita tontinha. Ria e depois comecei também a chorar. Mas era impossível controlar-me e Rob soube entender isso.

Sorriu, acariciou o meu rosto, limpando uma lágrima e passou o seu braço pelas minhas costas, abraçando-me. E assim ficámos durante algum tempo.

- Amor?

- Sim...

- Devíamos ir...

- Hum hum...

- A sério Anna, o parque deve estar quase a fechar...

Abri os olhos, desencostei a cabeça do seu braço e olhei em volta. Quase me tinha esquecido onde estávamos...

- Oh... Claro. Devíamos ir...

Rob levantou-se devagar e eu fiz o mesmo, depois de passar o Miguel para os seus braços. Agarrou a minha cintura com a mão livre e juntos, saímos do parque, seguindo até ao nosso carro.

publicado por Twihistorias às 23:58

19
Jul 12

 

Capítulo 9

Estava um silêncio horrível dentro do carro, até que ele resolveu acabar com o silêncio.

- Então, ficaste muito amiga da Robecca, da Mia, do Samuel e dos jogadores da equipa de futebol? – perguntou ele.

- Sim, acho que sim. Eles são pessoas fantásticas.

- Que bom que fizeste amigos.

- Tu também és meu amigo. – disse eu. – Certo?

- Certo. Claro que somos amigos, mas não fiques à espera eu fique amigo dos teus amigos.

- Podes deixar-me em casa da Robecca, por favor? – pedi.

- Claro. – respondeu.

Até chegarmos a casa da Robecca nenhum de nós voltou a dizer uma palavra.

- Bom, estás entregue, sã e salva! – disse ele quando chegamos à porta.

- Obrigada Ryan.

- Sempre às ordens.

- Ryan só mais uma coisa, devias tentar ser mais social, fazer amigos e isso.

Depois sai do carro e entrei em casa.

Ryan

Quando cheguei a casa sentei-me no sofá a ver televisão. A Rosalie, o Emmett, o Jasper e a Alice tinham ido caçar. Os restantes membros da família conversavam sobre uns corpos que apareceram na floresta. Estávamos todos muito entretidos, quando de repente a porta da casa abre-se com uma grande violência, todos olhámos para a porta e ficámos em choque quando o vimos. O Chuck voltou.

- Chuck. – disse a Anne.

- Como têm passado família? – perguntou ele a rir.

- Quando é que chegaste? – perguntou o Carlisle.

- Não ia perder a oportunidade de conhecer os novos membros da família. – disse ele entrando em casa. – Ryan o teu cabelo está diferente. – disse ele dando uma gargalhada. – Gostei.

- Já passaram 7 anos Chuck. – disse o Edward.

- Graças a deus! – exclamou o Chuck.

- O quê que estás aqui a fazer? – gritei.

O Edward colocou a mão no meu ombro para que eu me acalmasse.

- Saudades da minha família. – respondeu o Chuck.

- Chuck, todos nós sabemos que cidades pequenas aborrecem-te, por isso não tem nada para ti aqui. – disse a Esme.

- Eu tenho estado ocupado. – disse ele.

- Estas mortes todas por ai, foste um pouco descuidado. – disse a Bella.

- Isso pode ser um problema… para vocês. – disse ele a rir.

- Porquê que voltaste? – perguntou o Jacob.

- A última vez que vos vi, vocês andavam a passear pelo mundo. Por isso eu podia fazer-vos a mesma pergunta mas tenho quase a certeza que a vossa resposta pode resumir-se numa pequena palavra… humanos. Já me tinha esquecido como vocês dão valor há humanidade, principalmente o Ryan. Eu sei da Emilie… E a história repete-se! – ele fez um sorriso manhoso e revirando os olhos.

Ele era tão manhoso! Porquê que ele voltou depois destes anos? A história não se vai repetir porque nem eu sou o Edward nem a Emilie é a Bella.

- A Emilie tirou-me o folego. Ela é mesmo uma brasa! – disse ele a rir-se. – A vossa relação está a resultar? Ficar perto dela, estar no mundo dela, sentires-te vivo como ela. Acho que vou divertir-me por aqui.

- Chuck, a Emilie não é como a Georgina, nem como a Bella. Mas não é mesmo. Eu não sou o Edward.

- Bom, espero que não. Todos nós sabemos como é que a história da Georgina acabou. Ninguém quer outro drama familiar. Digam-me uma coisa, quando é que foi a última vez que se alimentaram de humanos?

- Chuck eu sei o quê que estás a tentar fazer, e não vai resultar. – disse eu.

- Vais dizer-me que não tens vontade? – disse ele empurrando-me. – A Milie cheira bem, é bastante apetitosa.

- Pára. – disse o Edward.

- Anda lá Ryan, provamos só um bocadinho.

- Pára com isso! – gritei empurrando-o.

- Imagina o gosto, o cheiro do sangue dela! Eu consigo imaginar!

Quando ele disse-me aquelas palavras comecei a lembrar-me do dia do acidente na sala de aula, e pelos vistos o Carlos também se lembro pois os seus olhos ficaram pretos nesse momento.

- Eu disse-te para parares! – gritei.

A seguir emparrei-o contra uma janela e a janela partiu-se toda.

- Ryan! – gritou o Edward.

- Fiquei impressionado!  De uma escala de 0 a 10, eu dou um 6. Faltou o estilo mas surpreendeste-me! – ele começou a rir. -  Adorei a tua cara “ Eu disse-te para parares!” -  disse ele a tentar  imitar a minha voz e a fazer uma careta. – foi muito bom! E divertido.

- Para ti é tudo uma brincadeira. – disse a Bella. – Mas onde tu vais, pessoas morrem.

- Hum… é uma dádiva! – disse ele com cara de gozo.

- Aqui não Chuck! Nós não vamos deixar. – gritou o Edward.

- Vou encarar isso como um convite! – disse ele para o Edward.

- Chuck esta cidade é pequena, se coisas estranhas começarem acontecer, as pessoas vão estranhar e vão descobrir. – disse o Carlisle.

- E isso seria muito interessante! Já agora onde estão os meus pais?

- Foram caçar. – disse a Bella.

- Eu soube que vai haver uma corrida em La Push. Ainda fazem aquelas festas depois das corridas? – perguntou ele.

- Não estás convidado. – disse o Jacob.

- Por favor! Eu sou da família, é claro que estou convidado. Bom, vou trocar de roupa porque vou divertir-me muito esta noite.

publicado por Twihistorias às 23:29
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