19
Nov 12

 

 

Olá Twilighters....

É com grande pena que vmos anunciar o cancelamento de duas fanfics aqui no nosso cantinho!!

 

Já há mais de um mês que não sai nada acerca destas duas fanfics, e as autoras foram notificadas da falta dos mesmos capitulos.

Por falta de tempo e da parte da Angelina, esta decidiu colocar um travão na mesma. Prometendo, um dia retomar à mesma e terminar um dia. Quem sabe, voltará a pedir para continuar a postar. No entanto agora não será possivel.

 

Quanto à Jaqueline, apesar do email enviado para ela, não obtivemos resposta da mesma. Por isso, acreditamos que ela tenha desistido da fanfic.

 

Pedimos desculpa pelo incomodo ;)

 

Twikisses**

publicado por Twihistorias às 21:26

02
Out 12

Eu nem estava acreditar no que o Edward tinha acabado de dizer. Nem lhe respondi, virei-lhe as costas e sai de casa mas ele veio atrás de mim e agarrou-me no braço.

- LARGA-ME! – gritei furiosa.

- Bella desculpa, eu não queria dizer aquilo.

- Edward não quero falar mais contigo! – disse eu.

- Estás a ser injusta. – disse ele.

- Deixa-me. Tu disseste que não me ias prender aqui, por isso deixa-me ir.

- Não Bella. Nós fizemos um juramento, tu também o fizeste.

- Edward quem és tu para falar de juramento quando quebraste logo a parte mais importante de um casamento, a fieldade? Por isso respeita a minha decisão e deixa-me ir.

- Não. Tu casaste comigo a partir do memento em que disseste “sim” no altar. O teu lugar é ao meu lado.

- Mas vai deixar de ser. Se calhar nunca devia ter casado contigo, se calhar foi um erro. O maior erro que eu já cometi. Eu não deveria ter-me casado tão nova, os casamentos na juventude não dão certo. Eu deveria ter aprendido com a minha mãe.

- Queres mesmo ir-te embora? – perguntou ele com uma dor notável no rosto.

- Quero. Neste momento tu não me fazes feliz. – disse eu.

De seguida tirei a aliança do dedo e atirei-a para o chão, e desatei a correr no meio da floresta, desta vez ele não veio atrás de mim.

 

Edward

O chão tinha acabado de desaparecer debaixo dos meus pés. A Bella acabou de deixar-me, e eu deixei-a ir. Fiquei aqui parado em choque a olhar para a aliança no chão. Apanhei a aliança do chão e voltei para dentro de casa. Quando lá cheguei emprrei a Carla contra a parede. Eu estava com muita raiva.

- Sua desgraçada! Olha o que fizeste! – gritei

- Eu sei. Foi de propósito. – disse ela a rir.

- Eu mato-te desgraçada! Eu mato-te! – voltei a gritar.

- Edward foi para teu bem. Ela não te merece. Tu és perfeito de mais para ela.

Quando me preparava para lhe dar uma grade bofetada senti duas pessoas segurarem-me. Eram o Emmett e a Rosalie.

“ Edward acalma-te!” – pensou a Rosalie.

“ O quê que aconteceu? Onde está a Bella?” – pensou o Emmett.

- A Bella foi-se embora! – gritei desesperado.

- Como assim foi-se embora? – perguntou a Alice confusa.

O Chuck que também já tinha chegado estava sentado no sofá a assistir ao que se estava a passar bastante divertido.

“ Isto está a ser tão divertido! Afinal a minha família não continua assim tão secante como eu pensava.” – pensou o Chuck. Ele estava com um ar de quem se estava a divertir muito com esta situação.

- Esta desgraçada beijou-me e a Bella viu, e agora foi-se embora.

- Fogo! Mas porquê que todas as mulheres ficam caidinhas pelo Edward. Ele é tão feio. – reclamou o Emmett.

- Emmett a mim só me interessa uma mulher e chama-se Bella, e acabou de deixar-me.

- Tio Edward, aprende uma coisa. – disse o Chuck a rir. – As mulheres são como os autocarros, se perdes um apanhas outro.

- Tu cala-te antes que eu te rebente. – gritei completamente exaltado.

- Uh… agora até fiquei com medo de ti. – disse ele no gozo. – Isto ainda é melhor do que eu pensava.

- Chuck, fica quieto no teu canto. – disse a Rosalie.

- Carla – disse a Alice. – Vai-te embora.

publicado por Twihistorias às 22:43
Fanfics:

19
Set 12

 

 

 

Capítulo 15

 

Acordei e tudo parecia diferente. Esta manhã está diferente, houve uma mudança, consigo percebe-la e senti-la. Pela primeira vez em muito tempo sinto-me bem, não estou a lamentar o dia antes dele começar. Agradeço pelo dia porque sei que vou voltar a vê-lo. Pela primeira vez desde que cá cheguei sinto-me feliz, livre e sem me preocupar com os problemas.

(…)

Estava no carro da Robecca a contar-lhe o que tinha acontecido ontem enquanto ela estacionava o carro. Ela não parecia muito feliz por mim.

- Não estou a dizer para não andares com ele, só estou a dizer para ires com calma. – disse ela saindo do carro.

- Mas tu incentivaste-me! – disse-lhe eu saindo também do carro.

- Mas agora estou a dizer para parares.

- Porquê que estás com essa cara de preocupação? – eu quis saber.

- Não é cara de preocupação. É a primeira vez que estás a viver como uma adolescente normal, tu própria já o disseste, então porque não aproveitar isso?

- Becca é o que eu estou a fazer. Agora a sério, o quê que estás a esconder?

- É um disparate.

- Becca.

- O que é?

- Conta-me!

- Ontem estive a falar com o Tom e ele disse-me para ter cuidado com o Ryan porque ele não é boa pessoa.

- Só isso?

- Eu acredito no Tom. Estou preocupada. Só estou a demonstrar preocupação com a minha amiga e o seu namorado.

- E eu agradeço-te por isso. Mas eu sinto-me bem, a minha vida tem sido difícil e eu estou a sentir que finalmente ela está a endireitar-se e o Ryan é o responsável por uma boa parte disso.

- Bom dia Emilie. – disse o Ryan aproximando-se de nós. – Bom dia Robecca.

- Olha eu preciso encontrar a Mia, ela não atende o telefone. Por isso vemo-nos por ai. – disse ela a olhar para mim e depois foi-se embora.

- Acho que ela não gosta de mim. – disse o Ryan.

- Ela não te conhece. – disse eu. – Ela é minha amiga e só está a tentar cuidar de mim, mas quando ela te conhecer vai gostar de ti.

Nós começamos a andar para dentro da escola.

- Tive uma ideia! – disse eu parando de repente. – Estás livre esta noite?

- Sim. – respondeu ele.

- Boa! Jantar em minha casa às 20h, eu tu e a Becca passaremos um bom tempo juntos e assim ela vai perceber que tu és fixe! Missão cumprida.

Continuamos andar até chegarmos aos cacifos.

- Agora mudando de assunto. Vais entrar para a equipa de futebol? – perguntei-lhe.

- Eu acho que não. – respondeu.

- Tu não gostas de futebol. – conclui.

- Não é isso. Eu adoro futebol, acho que é um desporto bastante divertido. Mas neste caso acho que o futebol não gosta muito de mim. Nós os dois sabemos como o Justin e o Evaristo gostam de mim.

- Eles não te conhecem. Para eles tu és apenas um rapaz misterioso e solitário. Já te disse para tentares fazer alguns amigos.

Ele apenas riu-se. Quando tocou fomos para a aula. A aula estava a ser uma seca por isso virei-me para trás para conversar com o Ryan.

- Devias mesmo entrar para a equipa de futebol. A Mia disse-me que eles são péssimos. – disse-lhe eu.

- Lamento, mas sou o rapaz solitário. – respondeu ele e eu comecei a rir-me.

- Sr. Cullen e Sr. Montez estou atrapalhar a conversa? – perguntou o professor.

- Não. Desculpe. – disse o Ryan.

O professor continuou a aula. Quando tocou a Becca veio ter comigo.

- É agora que vais tirar o gesso, certo? – perguntou ela.

- Sim.

- Queres que eu te leve?

- Não é preciso. O meu pai vem buscar-me, mas obrigada por perguntares. – disse eu.

- Olha, pensa em vir fazer os testes para a claque esta tarde. – disse a sorrir.

- Ok. Vou pensar.

Depois de dizer isto fui para o parque de estacionamento, onde o meu pai já estava a minha espera.

(…)

Depois de finalmente tirar o gesso pedi ao meu pai para me levar de volta para a escola, eu vou arriscar e fazer os testes para a claque.

- Milie, vieste! – gritou a Becca abraçando-me.

- Eu disse-te que ia pensar. – disse eu. – Está na hora de aproveitar o liceu. E hoje tu vais jantar a minha casa.

- Vou?

- Sim. Eu, tu e o Ryan. – Ela fez uma careta quando eu disse Ryan. – Tens de lhe dar uma oportunidade.

- Sim pois, mas hoje não dá. Já viste a Mia hoje? Eu já lhe mandei uns 100 sms e ela não responde.

- Não mudes de assunto. – disse eu. – Tu vais e pronto.

- Está bem.

- Perfeito! – exclamei.

- Agora a sério, onde está a Mia? – perguntou ela.

- Não faço a mínima ideia.

- Ela não costuma desaparecer assim. Vou ligar-lhe outra vez.

E no preciso momento em que a Becca pega no telemóvel a Mia aparece com o primo do Ryan, dá-lhe um beijo e sai do carro.

- Aquele deve ser o tipo misterioso que ela conheceu. – disse a Becca.

- Ele não é misterioso. É Chuck Cullen. – disse eu.

- Cullen? – perguntou a Becca confusa.

- Fiquei com outro Cullen. Espero que não te importes. – disse a Mia passando por nós.

Olhei para o Chuck e ele piscou-me o olho e depois foi-se embora.

- Meninas peço desculpa pelo atraso, tive coisas para resolver! Vamos começar. – disse a Mia. – Milie, é melhor fazeres as provas para a semana, afinal acabaste de tirar o gesso, não queremos acidentes.

Então eu fui sentar-me nas bancadas.

 

Ryan

Estava em casa no meu quarto a tentar arranjar-me quando o Chuck entra.

- Hum… estás bonito. Vias onde? – perguntou com o seu sorriso torto.

- Não tens nada haver com isso.

- Uh… estás muito nervosinho.

- Não tens nada para fazer? – perguntei-lhe.

- Na verdade até tenho. Tenho um encontro, tenho de me despachar porque já estou atrasado. Deseja-me sorte.

Despois disto virou as costas e foi-se embora e entrou o Edward.

- Ryan, não acho este jantar boa ideia. – disse ele.

- Edward vai correr tudo bem. Eu consigo ver. – Tranquilizei-o. – Emprestas-me o teu carro?

Ele deu-me as chaves do seu carro.

- Olha já tenho o dinheiro da peça. – disse ele.

- Obrigada. Depois falamos, agora tenho de ir.

Conduzi até à casa da Emilie e quando lá cheguei parei em frente à porta, o cheiro do sangue da Emilie estava muito intenso mas tudo parecia estar bem, conseguia ouvir a conversa dela com a Becca, as duas davam grandes gargalhadas. Resolvi tocar à campainha.

- Tenta ser simpática. – ouvi a Milie dizer antes de me abrir a porta.

(…)

Estávamos os três à mesa e estava um silêncio bastante constrangedor, até que resolvi quebrar o silêncio para aliviar um pouco a tensão.

- Então Becca, como está o bebé? – perguntei sem pensar.

- Tu contaste-lhe! – disse ela com um olhar acusador para a Emilie.

- Não. Eu juro que não disse nada. – disse a Milie.

- Foi o Carlisle que me contou.

Ela olhou para mim em pânico.

- Não te preocupes, eu não vou contar a ninguém. – tranquilizei-a.

- Porquê? – ela quis saber.

- Porque não é um assunto meu, não tenho nada que contar. E para quem é que achas que eu ia contar? Sou o rapaz solitário da escola.

- Obrigada Ryan. É muito simpático da tua parte.

- Becca não achas perigoso para o bebé continuares na claque? – perguntou a Milie.

Ela encolheu os ombros.

- Tu vais ter que contar a verdade Becca, a tua barriga vai crescer e todos vão notar. – disse ela.

- Eu depois penso nisso. – disse a Becca.

Tocaram a campainha.

- Quem será? – perguntou a Emilie levantando-se.

- Surpresa! – gritou a Mia quando a Milie abriu a porta. – A Becca disse que estavas a fazer um jantar por isso eu trouxe a sobremesa.

- ah… - foi o que a Milie disse.

- Espero que não te importes. – ouvi a voz do Chuck.

Mas que raio faz ele aqui? levantei-me e fui até à porta.

- O que estás aqui a fazer? – perguntei-lhe furioso.

- Vim trazer a sobremesa. Posso entrar Milie? – disse ele com um sorriso torto.

- Claro…

- Não, não podes… - interrompi-a. – Vai – te embora Chuck.

- Ryan não tem problema. Eles podem ficar se quiserem. – disse a Milie.

- Mas nós já estávamos a terminar, certo? – perguntei.

- De certeza que vão querer provar a sobremesa. – disse a Mia.

Então eles entraram. Juro que se não estivesse rodeado de humanos teria arrancado o pescoço do Chuck ali mesmo. Começo a ficar farto deste jogo dele, já lhe pedi desculpa pelo que lhe fiz, quando é que ele vai parar de me castigar?

- Tens uma casa linda Milie. – disse o Chuck sentando-se no sofá.

- Obrigada. – Agradeceu ela.

- O quê que eu perdi? – perguntou a Becca saindo da cozinha.

- Nada. – disse a Mia. – Senta-te.

Todos nos sentamos na sala a conversar.

- Milie fico contente por teres tentado entrar na claque. – disse a Mia. – É uma boa maneira de te integrares nas actividades da escola.

- É o que eu digo a toda a hora: Temos que correr atrás daquilo que queremos. Não podemos ficar sentados à espera que a vida passe. – disse o Chuck com o seu olhar falso.

- Pois. – disse a Mia. – Mas Milie mesmo que entres agora na claque como pensas aprender todos os passos em tão pouco tempo?

- Eu posso ajuda-la. – disse a Becca.

- Tenho reparado que estás um pouco mais gorda. Tem cuidado com isso ou qualquer dia não entras no uniforme. – disse a Mia para a Becca.

Todos ficamos a olhar. Acho que às vezes esta Mia fala de mais.

- E afinal os teus pais ainda andam a discutir? – perguntou a Mia mudando de assunto.

Conseguia ver as lembranças de uma noite em que elas dormiram na casa da Becca e a Milie contou-lhes que os pais andavam a discutir e ela não sabia porquê.

- Mia… acho que esta não é altura para falar disso. – disse a Becca.

- Eu tive a pensar e se calhar o teu pai tem uma amante ou a tua mãe tem um amante. Traições são sempre os principais motivos das discussões. – disse a Mia.

Todos ficamos a olhar para ela.

- Ups… - disse ela. – Estou a dizer isto com insensibilidade.

- Não te preocupes Milie, eu sei como é ser traído por alguém que se ama. – disse o Chuck olhando para mim.

- Não temos que entrar nesse assunto agora. – disse eu, já a prever onde iria o rumo desta conversa.

- Tens razão Ryan. – disse o Chuck. – Peço desculpa, a ultima coisa que quero é falar da Georgina.

A Emilie olhou para mim quando ele disse Georgina.

- Pessoal, nem o meu pai tem uma amante, nem a minha mãe tem um amante, ok? – disse a Emilie levantando-se, pegando nos pratos e dirigindo-se para a cozinha.

- Ela está em negação. – disse a Mia. – Pobrezinha

Passado algum tempo o Chuck levantou-se e foi para a cozinha ajudar a Milie, eu apenas fiquei a ouvir a conversa deles.

- Eu gostei de ti, sabes? – disse ele. – Tu sabes rir. E sabes fazer o Ryan rir, ele é muito intenso.

- O quê que aconteceu com a Georgina? – perguntou ela.

Já sabia que ela ia perguntar isso.

- Acho que é melhor perguntares ao Ryan. Ele de certeza que tem uma versão da história diferente da minha. – disse ele.

Por um momento senti um alivio. Pensei que quando a Milie perguntasse alguma coisa sobre a Georgina ao Chuck ele fosse logo contar o que aconteceu só para me deixar mal.

- Ela morreu? – a Milie quis saber.

- Não. Ela anda por aí algures no mundo.

- Como é que ela era?

- Linda. – disse o Chuck. – Também era bastante egoísta, desagradável, manipuladora, sensual e bastante sedutora.

Enquanto ouvia a conversa na cozinha reparei num lenço que a Mia tinha ao pescoço. Que estranho nunca a tinha visto de lenços.

- Que lenço bonito Mia. Nunca te tinha visto a usar lenços. – disse eu.

- Talvez porque eu não gosto de lenços. – disse ela.

- Então porquê que estás a usa-lo? – perguntei.

- Porque foi o Chuck que me ofereceu.

- Podes tira-lo para eu ver melhor?

- Não. – disse ela.

- Porquê?

- Sinceramente não sei. Só sei que não posso tira-lo.

Bingo! Foi exactamente o que eu pensei. O Chuck usou o seu dom nela. Ele está a esconder alguma coisa.

- Andas muito estranha Mia. – disse a Becca levantando-se e indo para a cozinha.

Entretanto o Chuck deve ter ouvido a nossa conversa porque veio logo juntar-se a nós.

- As duas crianças conversavam sobre o quê? – perguntou ele sentando-se ao lado da Mia.

- Estava apenas a comentar sobre o lenço da Mia. – Disse eu lançando um olhar acusador ao Chuck.

- Mia, vai ajudar a Milie e a Becca na cozinha. – disse o Chuck para a Mia.

Ela deu uma gargalhada.

- Tenho cara de quem lava pratos? – perguntou ela a rir-se.

- Por mim? – pediu o Chuck e ela voltou a rir-se.

Então ele agarrou no queixo dela, fixou os seus olhos nos olhos dela e hipnotizou-a.

- Já te disse para ires ajudar a Becca e a Emilie. – disse ele hipnotizando-a.

Ela levantou-se e foi para a cozinha.

- Tu andas a alimentar-te dela. – acusei-o.

- Qual é o problema? – perguntou ele com um ar bastante descontraído.

- São pessoas Chuck, não são brinquedos! Ela não existe só para satisfazer os teus desejos.

- Claro que sim. Eles são o que eu quiser que eles sejam, todos eles. E para mim eles não passam de comida, e não faz muito tempo tu pensavas como eu.

- Eu já não sou assim. – disse eu.

- Claro que és. Eu sei que aquele monstro ainda está ai, não negues aquilo que és. Às vezes sinto saudades da Georgina, ele conseguiria trazer o Ryan de volta.

- Achas engraçado? Usares a Mia para te aproximares de mim e da Milie e vingares-te. Boa, conseguiste, agora já podes ir-te embora.

- Eu não vou a lado nenhum Ryan. E eu brinco e alimento-me de quem eu quiser até mesmo da tua querida Milie, porque isso é que é o normal para mim.

Ouvi um carro estacionar do lado de fora da casa e as vozes dos pais da Emilie. Eles já tinham chegado a casa. Quando eles entraram em casa as primeiras pessoas que viram foram eu e o Chuck.

- O quê que vocês estão aqui a fazer? – perguntou o pai dela.

E depois apareceram da cozinha Milie, a Becca e a Mia.

- Pai? Mãe? – disse a Milie surpresa por vê-los.

publicado por Twihistorias às 23:03
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15
Set 12

 

 

 

Capítulo 14

Emilie

Na manhã seguinte quando cheguei à escola estavam todos a preparar a festa do inicio do ano.

- Milie ainda bem que chegaste! – disse a Mia. – Preciso que vás ter com a Becca e a ajudes a distribuir estes panfletos.

Ela entregou-me os panfletos e eu fui ter com a Becca.

- Bom dia. – disse ela.

- Olá. – disse eu desanimada.

- Então?

- Ele não ligou. – disse-lhe eu. – Nem mandou um sms. Tenho de parar de falar disto, eles nunca gostam de sms.

- São importantes para um relacionamento. – disse a Becca.

- Não é? – perguntei. – A Mia estava errada mesmo assim.

- E quando foi que ela acertou?

- Não estou pronta para um relacionamento Becca.

- E quem é que está?

- Pelo menos eu expus-me.

- É assim que tu chamas?

- O que queres dizer? – perguntei-lhe.

- Estás sempre a arranjar um motivo para não fazer as coisas. Tu demonstraste-lhe o que sentias não tens que te sentir exposta.

- Então porquê que sinto?

- Isso é um problema que tens de ser tu a resolver, e eu até tenho uma ideia. Hoje vai começar uma feira em Portland e nós vamos nos divertir bastante lá.

- Becca…

- Já está decidido.

Quando chegou à noite fomos todos para Portland. A feira estava fantástica, nunca tinha vindo a uma feira com os amigos.

- Milie! – ouvi uma voz chamar-me e quando me virei vi o Tom.

- Tom? O que estás aqui a fazer? – perguntei-lhe.

- Vim ver a feira com os meus amigos.

- Eu também.

- E estás a gostar?

- Sim.

- Olá. – disse a Mia para o Tom.

- Olá Mia. – disse ele.

- Anda juntar-te a nós Tom.

- Eu vou buscar uma bebida já vou lá ter.

Então eu dirigi-me à barraca das bebidas.

- Olá. – disse-me o Ryan.

- Olá. – disse eu e continuei a andar.

- Milie…

- O que é?

- Lamento pelo que aconteceu ontem, aquele não era eu.

- Passas muito tempo a pedir desculpas, mas as desculpas evitam-se.

- Eu sei. A ultima coisa que eu queria era ferir os teus sentimentos. O que aconteceu ontem não teve nada haver contigo.

- O quê que se passa contigo e com o teu primo? – perguntei.

- Não somos muito próximos. – respondeu ele. – É complicado.

- Tudo é complicado. Ele falou-me sobre a tua ex.

- O quê que ele te disse?

- Que tu a magoaste. Como é que ela se chamava?

- Georgina, e ela não é minha ex. Nunca fomos nada um ao outro e o que aconteceu já foi a algum tempo e todos nós já esquecemos.

- Parece que o teu primo não.

- Ele é complicado.

- Quando alguém nos magoa uma vez, aprendemos a ter cuidado para não voltar a acontecer.

- Eu sei. – disse ele.

- Está tudo bem Ryan. Eu entendo. Tu nem imaginas como eu entendo. Família complicada? Eu também tenho. Está tudo bem. Nós conhecemo-nos, tu ajudaste-me, conversamos e foi fantástico mas agora caímos na realidade e… - ele estava a olhar para mim muito fixamente. – Então…

Não consegui continuar um enorme nó formou-se na minha garganta, tive que sair de perto dele. Quando cheguei perto dos meus amigos estavam todos muito animados a conversar.

- Milie ainda bem que chegaste. – disse o Justin. – Íamos agora jogar bowling.

Então fomos todos jogar bowling.

- Ainda não me explicaste o que se passa contigo e com o Ryan. – disse o Tom com cara séria.

- Não se passa nada. – disse eu.

- Tu gostas dele? – perguntou-me, ele parecia preocupado.

- É complicado.

- Dizes isso porque estás com medo. Estás um pouco assustada, só isso.

O Tom tem razão. Eu estou com medo. É a primeira vez que estou a viver de verdade, estou a fazer amigos, a ir a festas e a até a apaixonar-me e tudo isto é uma novidade para mim e não sei como lidar com estes acontecimentos e sentimentos e praticamente estou a passar-me. É a primeira vez que a felicidade está a surgir, é a primeira vez que tenho a oportunidade de ter tudo, e estou a esconder-me por estar com medo. Mas eu não posso deixar que o medo me controle a vida.

- Tom eu tenho de ir fazer uma coisa. Vemo-nos depois.

Levantei-me e fui à procura do Ryan. Encontrei-o sentado num banco de jardim.

- Podemos conversar? – perguntei.

- Sim, claro. – disse ele levantando-se e colocando-se de frente para mim.

- Desculpa pelo que aconteceu à bocado.

- Estou feliz que estejas aqui agora. – disse ele. – O modo como deixamos as coisas, não gostei nada.

- Engraçado que ainda agora eu estava a conversar com o Tom e de repente percebi que o que estava prestes a dizer-lhe deveria dizer-te a ti.

- E o que é?

- Eu queria dizer-te que desde que cheguei a Forks a minha vida mudou bastante, fiz bastantes amizades e de repente passei a fazer coisas que nunca tive oportunidade de fazer, e realmente pensei que ia ter uma vida tranquila e feliz aqui, uma vida perfeita, mas a vida não é perfeita e eu tenho os meus problemas. Eu posso desistir, ficar no meu canto, sem dramas porque agora não é a hora e mesmo que as minhas razões não sejam razões e sim desculpas, o que eu estou a fazer é a esconder-me da verdade. E a verdade é que… estou com medo Ryan. Tenho medo que se me permitir ser feliz por um momento o mundo vai desabar e… não sei se vou sobreviver.

- Tu queres saber do que não me arrependo? – perguntou-me ele.

Eu acenei com a cabeça.

- Eu conheci uma rapariga. Nós conversamos e foi fantástico. Então o sol desapareceu e a realidade disse que… tudo isto é realidade. Aqui mesmo.

Depois lentamente ele foi-se aproximando de mim até que os nossos lábios se tocaram, e aquele momento foi mágico.

publicado por Twihistorias às 21:47
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07
Set 12

 

 

 

 

Capítulo 14

 

Emilie

Na manhã seguinte quando cheguei à escola estavam todos a preparar a festa do inicio do ano.

- Milie ainda bem que chegaste! – disse a Mia. – Preciso que vás ter com a Becca e a ajudes a distribuir estes panfletos.

Ela entregou-me os panfletos e eu fui ter com a Becca.

- Bom dia. – disse ela.

- Olá. – disse eu desanimada.

- Então?

- Ele não ligou. – disse-lhe eu. – Nem mandou um sms. Tenho de parar de falar disto, eles nunca gostam de sms.

- São importantes para um relacionamento. – disse a Becca.

- Não é? – perguntei. – A Mia estava errada mesmo assim.

- E quando foi que ela acertou?

- Não estou pronta para um relacionamento Becca.

- E quem é que está?

- Pelo menos eu expus-me.

- É assim que tu chamas?

- O que queres dizer? – perguntei-lhe.

- Estás sempre a arranjar um motivo para não fazer as coisas. Tu demonstraste-lhe o que sentias não tens que te sentir exposta.

- Então porquê que sinto?

- Isso é um problema que tens de ser tu a resolver, e eu até tenho uma ideia. Hoje vai começar uma feira em Portland e nós vamos nos divertir bastante lá.

- Becca…

- Já está decidido.

Quando chegou à noite fomos todos para Portland. A feira estava fantástica, nunca tinha vindo a uma feira com os amigos.

- Milie! – ouvi uma voz chamar-me e quando me virei vi o Tom.

- Tom? O que estás aqui a fazer? – perguntei-lhe.

- Vim ver a feira com os meus amigos.

- Eu também.

- E estás a gostar?

- Sim.

- Olá. – disse a Mia para o Tom.

- Olá Mia. – disse ele.

- Anda juntar-te a nós Tom.

- Eu vou buscar uma bebida já vou lá ter.

Então eu dirigi-me à barraca das bebidas.

- Olá. – disse-me o Ryan.

- Olá. – disse eu e continuei a andar.

- Milie…

- O que é?

- Lamento pelo que aconteceu ontem, aquele não era eu.

- Passas muito tempo a pedir desculpas, mas as desculpas evitam-se.

- Eu sei. A ultima coisa que eu queria era ferir os teus sentimentos. O que aconteceu ontem não teve nada haver contigo.

- O quê que se passa contigo e com o teu primo? – perguntei.

- Não somos muito próximos. – respondeu ele. – É complicado.

- Tudo é complicado. Ele falou-me sobre a tua ex.

- O quê que ele te disse?

- Que tu a magoaste. Como é que ela se chamava?

- Georgina, e ela não é minha ex. Nunca fomos nada um ao outro e o que aconteceu já foi a algum tempo e todos nós já esquecemos.

- Parece que o teu primo não.

- Ele é complicado.

- Quando alguém nos magoa uma vez, aprendemos a ter cuidado para não voltar a acontecer.

- Eu sei. – disse ele.

- Está tudo bem Ryan. Eu entendo. Tu nem imaginas como eu entendo. Família complicada? Eu também tenho. Está tudo bem. Nós conhecemo-nos, tu ajudaste-me, conversamos e foi fantástico mas agora caímos na realidade e… - ele estava a olhar para mim muito fixamente. – Então…

Não consegui continuar um enorme nó formou-se na minha garganta, tive que sair de perto dele. Quando cheguei perto dos meus amigos estavam todos muito animados a conversar.

- Milie ainda bem que chegaste. – disse o Justin. – Íamos agora jogar bowling.

Então fomos todos jogar bowling.

- Ainda não me explicaste o que se passa contigo e com o Ryan. – disse o Tom com cara séria.

- Não se passa nada. – disse eu.

- Tu gostas dele? – perguntou-me, ele parecia preocupado.

- É complicado.

- Dizes isso porque estás com medo. Estás um pouco assustada, só isso.

O Tom tem razão. Eu estou com medo. É a primeira vez que estou a viver de verdade, estou a fazer amigos, a ir a festas e a até a apaixonar-me e tudo isto é uma novidade para mim e não sei como lidar com estes acontecimentos e sentimentos e praticamente estou a passar-me. É a primeira vez que a felicidade está a surgir, é a primeira vez que tenho a oportunidade de ter tudo, e estou a esconder-me por estar com medo. Mas eu não posso deixar que o medo me controle a vida.

- Tom eu tenho de ir fazer uma coisa. Vemo-nos depois.

Levantei-me e fui à procura do Ryan. Encontrei-o sentado num banco de jardim.

- Podemos conversar? – perguntei.

- Sim, claro. – disse ele levantando-se e colocando-se de frente para mim.

- Desculpa pelo que aconteceu à bocado.

- Estou feliz que estejas aqui agora. – disse ele. – O modo como deixamos as coisas, não gostei nada.

- Engraçado que ainda agora eu estava a conversar com o Tom e de repente percebi que o que estava prestes a dizer-lhe deveria dizer-te a ti.

- E o que é?

- Eu queria dizer-te que desde que cheguei a Forks a minha vida mudou bastante, fiz bastantes amizades e de repente passei a fazer coisas que nunca tive oportunidade de fazer, e realmente pensei que ia ter uma vida tranquila e feliz aqui, uma vida perfeita, mas a vida não é perfeita e eu tenho os meus problemas. Eu posso desistir, ficar no meu canto, sem dramas porque agora não é a hora e mesmo que as minhas razões não sejam razões e sim desculpas, o que eu estou a fazer é a esconder-me da verdade. E a verdade é que… estou com medo Ryan. Tenho medo que se me permitir ser feliz por um momento o mundo vai desabar e… não sei se vou sobreviver.

- Tu queres saber do que não me arrependo? – perguntou-me ele.

Eu acenei com a cabeça.

- Eu conheci uma rapariga. Nós conversamos e foi fantástico. Então o sol desapareceu e a realidade disse que… tudo isto é realidade. Aqui mesmo.

Depois lentamente ele foi-se aproximando de mim até que os nossos lábios se tocaram, e aquele momento foi mágico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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04
Set 12

 

 

 

Capítulo 14

Emilie

Na manhã seguinte quando cheguei à escola estavam todos a preparar a festa do inicio do ano.

- Milie ainda bem que chegaste! – disse a Mia. – Preciso que vás ter com a Becca e a ajudes a distribuir estes panfletos.

Ela entregou-me os panfletos e eu fui ter com a Becca.

- Bom dia. – disse ela.

- Olá. – disse eu desanimada.

- Então?

- Ele não ligou. – disse-lhe eu. – Nem mandou um sms. Tenho de parar de falar disto, eles nunca gostam de sms.

- São importantes para um relacionamento. – disse a Becca.

- Não é? – perguntei. – A Mia estava errada mesmo assim.

- E quando foi que ela acertou?

- Não estou pronta para um relacionamento Becca.

- E quem é que está?

- Pelo menos eu expus-me.

- É assim que tu chamas?

- O que queres dizer? – perguntei-lhe.

- Estás sempre a arranjar um motivo para não fazer as coisas. Tu demonstraste-lhe o que sentias não tens que te sentir exposta.

- Então porquê que sinto?

- Isso é um problema que tens de ser tu a resolver, e eu até tenho uma ideia. Hoje vai começar uma feira em Portland e nós vamos nos divertir bastante lá.

- Becca…

- Já está decidido.

Quando chegou à noite fomos todos para Portland. A feira estava fantástica, nunca tinha vindo a uma feira com os amigos.

- Milie! – ouvi uma voz chamar-me e quando me virei vi o Tom.

- Tom? O que estás aqui a fazer? – perguntei-lhe.

- Vim ver a feira com os meus amigos.

- Eu também.

- E estás a gostar?

- Sim.

- Olá. – disse a Mia para o Tom.

- Olá Mia. – disse ele.

- Anda juntar-te a nós Tom.

- Eu vou buscar uma bebida já vou lá ter.

Então eu dirigi-me à barraca das bebidas.

- Olá. – disse-me o Ryan.

- Olá. – disse eu e continuei a andar.

- Milie…

- O que é?

- Lamento pelo que aconteceu ontem, aquele não era eu.

- Passas muito tempo a pedir desculpas, mas as desculpas evitam-se.

- Eu sei. A ultima coisa que eu queria era ferir os teus sentimentos. O que aconteceu ontem não teve nada haver contigo.

- O quê que se passa contigo e com o teu primo? – perguntei.

- Não somos muito próximos. – respondeu ele. – É complicado.

- Tudo é complicado. Ele falou-me sobre a tua ex.

- O quê que ele te disse?

- Que tu a magoaste. Como é que ela se chamava?

- Georgina, e ela não é minha ex. Nunca fomos nada um ao outro e o que aconteceu já foi a algum tempo e todos nós já esquecemos.

- Parece que o teu primo não.

- Ele é complicado.

- Quando alguém nos magoa uma vez, aprendemos a ter cuidado para não voltar a acontecer.

- Eu sei. – disse ele.

- Está tudo bem Ryan. Eu entendo. Tu nem imaginas como eu entendo. Família complicada? Eu também tenho. Está tudo bem. Nós conhecemo-nos, tu ajudaste-me, conversamos e foi fantástico mas agora caímos na realidade e… - ele estava a olhar para mim muito fixamente. – Então…

Não consegui continuar um enorme nó formou-se na minha garganta, tive que sair de perto dele. Quando cheguei perto dos meus amigos estavam todos muito animados a conversar.

- Milie ainda bem que chegaste. – disse o Justin. – Íamos agora jogar bowling.

Então fomos todos jogar bowling.

- Ainda não me explicaste o que se passa contigo e com o Ryan. – disse o Tom com cara séria.

- Não se passa nada. – disse eu.

- Tu gostas dele? – perguntou-me, ele parecia preocupado.

- É complicado.

- Dizes isso porque estás com medo. Estás um pouco assustada, só isso.

O Tom tem razão. Eu estou com medo. É a primeira vez que estou a viver de verdade, estou a fazer amigos, a ir a festas e a até a apaixonar-me e tudo isto é uma novidade para mim e não sei como lidar com estes acontecimentos e sentimentos e praticamente estou a passar-me. É a primeira vez que a felicidade está a surgir, é a primeira vez que tenho a oportunidade de ter tudo, e estou a esconder-me por estar com medo. Mas eu não posso deixar que o medo me controle a vida.

- Tom eu tenho de ir fazer uma coisa. Vemo-nos depois.

Levantei-me e fui à procura do Ryan. Encontrei-o sentado num banco de jardim.

- Podemos conversar? – perguntei.

- Sim, claro. – disse ele levantando-se e colocando-se de frente para mim.

- Desculpa pelo que aconteceu à bocado.

- Estou feliz que estejas aqui agora. – disse ele. – O modo como deixamos as coisas, não gostei nada.

- Engraçado que ainda agora eu estava a conversar com o Tom e de repente percebi que o que estava prestes a dizer-lhe deveria dizer-te a ti.

- E o que é?

- Eu queria dizer-te que desde que cheguei a Forks a minha vida mudou bastante, fiz bastantes amizades e de repente passei a fazer coisas que nunca tive oportunidade de fazer, e realmente pensei que ia ter uma vida tranquila e feliz aqui, uma vida perfeita, mas a vida não é perfeita e eu tenho os meus problemas. Eu posso desistir, ficar no meu canto, sem dramas porque agora não é a hora e mesmo que as minhas razões não sejam razões e sim desculpas, o que eu estou a fazer é a esconder-me da verdade. E a verdade é que… estou com medo Ryan. Tenho medo que se me permitir ser feliz por um momento o mundo vai desabar e… não sei se vou sobreviver.

- Tu queres saber do que não me arrependo? – perguntou-me ele.

Eu acenei com a cabeça.

- Eu conheci uma rapariga. Nós conversamos e foi fantástico. Então o sol desapareceu e a realidade disse que… tudo isto é realidade. Aqui mesmo.

Depois lentamente ele foi-se aproximando de mim até que os nossos lábios se tocaram, e aquele momento foi mágico.

publicado por Twihistorias às 22:11
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31
Ago 12

Capítulo 13

- Chuck! – gritou a Rosalie.

Em seguida levantou-se e foi abraça-lo. O Emmett apenas ficou em choque, não conseguia perceber se ele estava feliz ou preocupado com o regresso do filho.

- O que estás aqui a fazer? – perguntou o Emmett ainda em choque.

- Papi, não tiveste saudades do teu filhinho? – perguntou o Chuck com o seu sorriso manhoso.

- Só estou surpreendido por teres voltado.

- Bem, eu percebi que tenho sido um idiota e que não há problema nenhum em ter uma alimentação à base de ursinhos. – disse ele.

- A sério? – perguntou a Rosalie com um enorme sorriso.

- Não. – disse ele a rir-se bastante. – Vocês são muito engraçados e ingénuos.

- Bom, eu tenho umas coisas para resolver. – disse eu. – Vou deixar-vos matar saudades.

Sai de casa e enfiei-me no carro. Conduzi até ao restaurante onde a Milie estava com os amigos, depois sai do carro e mandei-lhe uma mensagem.

“ Tenho boas noticias para ti! Estou aqui fora à tua espera.

Bjs Ryan”

Emilie

Estávamos a comer e a divertirmo-nos imenso quando senti o meu telemóvel vibrar, era uma mensagem do Ryan.

- Pessoal eu tenho de ir andando. – disse eu levantando-me e agarrando a minha mala.

- Porquê a pressa? – perguntou a Mikayla.

- Porque acho que arranjei os teus 3 mil dólares.

Sai do restaurante e vi o Ryan encostado ao seu carro que estava estacionado mesmo a minha frente.

- Olá. – disse eu aproximando-me dele.

- O meu pai vai financiar a peça da tua amiga. – disse ele com um sorriso

- Obrigada. – disse eu, e sem pensar abracei-o.

Senti –o enrijecer e por isso afastei-me logo.

- Desculpa. – disse eu.

- Não faz mal. – disse ele.

Depois abriu a porta do carro dele convidando-me a entrar e eu entrei.

- Queres ir beber alguma coisa ao People Forks? – perguntou ele.

- Pode ser.

Quando chegámos lá o Ryan disse-me para eu esperar à porta enquanto ele ia estacionar o carro. Enquanto esperava pelo Ryan vi o primo dele passar e resolvi chama-lo.

- Ei! – gritei e ele olhou para mim. – Tu és primo do Ryan, certo?

- Certíssimo. E tu és a amiga gira dele.

Fiquei um pouco embaraçada.

- Então estão num encontro? – perguntou ele.

- Hum… acho que isso não é da tua conta.

- Pois tens razão. Mas agora já entendo porquê que o meu priminho anda tão contente. Já estava na hora.

- Não estou a perceber. – disse eu realmente não percebendo a conversa dele.

- Bem… tu sabes. Achei que ele nunca fosse superar a ultima, quase o destruiu.

- Não sei do quê que estás a falar!

- Da ex dele. Ora do quê que eu estaria a falar? – ele fez uma pausa e depois prosseguiu. – oh… ainda não tiveram a típica conversa estranha sobre os ex-namorados.

Agora a conversa dele já fazia sentido.

- Nop. – disse eu.

- Ups… então acho que agora vão ter. Peço desculpa, eu não queria de maneira alguma meter-me onde não sou chamado. – disse com um sorriso torto. – Talvez ele não te tenha dito nada para tu não pensares que és a namorada substituta. Ele não quer magoar mais ninguém.

- O quê?

- Da última vez que ele magoou alguém as coisas não correram bem. Todos sabemos como estas relações acabam.

- Estás a falar como se todos os relacionamentos acabassem.

- Sou realista. – disse ele revirando os olhos. – Mas eu não estou a dizer de maneira alguma que és a namorada substituta do Ryan. Nunca foi minha intenção insinuar tal coisa.

- Chuck. – disse o Ryan quando chegou ao pé de nós.

- Olá primo! Apenas estava a conversar com a Emilie. – disse o Chuck.

- Milie acho que está na hora de eu te levar para casa. – disse o Ryan.

- Não íamos beber alguma coisa? – perguntei confusa.

- Está a ficar tarde. – disse ele.

- Pois está a ficar tarde. Foi um prazer conhecer-te Chuck. – disse eu.

- Também gostei de te conhecer. – disse o Chuck.

O Ryan estava a olhar fixamente para o Chuck, estava praticamente a mata-lo com o olhar.

- Ryan? – ele não me ouvia. – Ryan? Ryan vamos?

- Sim. – disse ele acordando do seu transe.

Durante toda a viagem de carro ele não disse uma única palavra e quando chegámos à porta da minha casa ele apenas despediu-se com um aceno de mão e eu sai do carro e entrei em casa. Os meus pais não estavam, por isso liguei para a Robecca e contei-lhe o que se tinha passado esta noite.

- E qual é o problema? – perguntou ele depois de eu lhe ter dito o que o Chuck me contou.

- Ele anda à procura de uma namorada substituta e tem problemas familiares. – respondi.

- Ai Milie, pelo menos é uma ex-namorada. – disse a Robecca. – Experimenta sair com um rapaz que tem problemas com a mãe, ou problemas de fidelidade, ou de masculinidade ou até que só quer levar-te para cama para depois engravidar-te e abandonar-te.

- Credo. – disse eu.

- Se gostas dele devias ligar-lhe esclarecer esse assunto e dizer-lhe o que sentes. – disse ele.

- Tens razão. – disse eu.

Então desliguei o telefone e liguei para o Ryan mas ele não me atendeu, então deixei-lhe uma mensagem no correio eletrónico. Ouvi a porta de casa a bater. Os meus pais já tinham chegado e vinham a discutir. Fui para a sala. Ia começar tudo outra vez.

Ryan

Depois de deixar a Milie em casa voltei para o People Forks, precisava de falar com o Chuck. Quando lá cheguei ele estava sentado numa mesa e eu fui sentar-me ao pé dele.

- Que grande miúda! – disse ele a rir. – Ela cheira tão, tão bem. Adorava saber se o sangue dela é tão bom quanto o sabor, descontrola qualquer um. Como consegues estar tão perto dela e não provar? estás mesmo mal. – eu não lhe respondi, apenas fiquei a olhar para ele. – Aposto que tens de te esforçar muito. Lembra-te que se não comeres bem, não funcionas bem.

- Quanto tempo estiveste a conversar com a Emilie? – perguntei-lhe.

- Preocupado, primo? – perguntou ele com um sorriso torto. – Estás com medo que eu te faça o que me fizeste no passado? É por isso que jogas a esse jogo do “ sou um humano que anda na escola, upi!”?

- Eu não estou a fazer jogo nenhum Chuck. Eu já não sou aquela pessoa.

- É claro que estás. Ambos sabemos que aquele vampiro vai estar sempre ai escondido. Tu sempre serás aquele animal monstruoso. Por isso acho que podias parar de brincar ao “ eu sou o Edward e posso namorar uma humana e ser bonzinho.”

- E que jogo é que tu estás a jogar, Chuck? – perguntei-lhe.

- Hum… acho que terás de esperar para descobrir, certo?

Depois ele levantou-se e fui sentar-se na mesa da Mia. Ela estava lá sozinha.

publicado por Twihistorias às 22:39
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18
Ago 12

Capítulo 12

Emilie

Eu estava sentada nas bancadas com o Samuel a ver o treino da claque.

- Sabes que podes falar comigo, não sabes? – perguntou ele a sorrir.

Eu olhei para ele de lado.

- Se quiseres falar sobre o Cullen está à vontade, não sou uma rapariga mas sou muito bom ouvinte e…

- Samuel! – disse eu para que ele se calasse.

- Arrastaste-me para aqui. Era o mínimo que podias fazer.

- Cala-te. – disse eu.

No fim do treino eu e a Robecca fomos para casa no carro da Mia.

- Então Becca já tens a roupa para a festa? – perguntou a Mia toda animada.

- Não. – respondeu a Becca.

- Que festa? – perguntei.

- Às vezes esqueço-me que és novata. – disse a Mia. – Todos os anos no primeiro fim de semana depois do regresso às aulas a escola deixa-nos fazer uma festa no parque de estacionamento da escola. A festa de regresso às aulas.

- Isso deve ser divertido. – disse eu.

- Claro, no domingo ninguém se lembra do que aconteceu na festa. – disse a Becca a rir-se.

- Tu vais, certo? – perguntou-me a Mia.

- Não sei. – respondi.

- Tu tens de ir! – disse a Mia.

- Eu nunca fui a uma festa da escola. – disse eu um pouco envergonhada.

- A sério? – perguntou a Mia chocada.

- Eu nunca fiquei muito tempo na mesma cidade por isso nunca tive tempo de fazer amizades e ir a festas.

- Nunca podes-te aproveitar o secundário. – disse a Robecca a rir.

- Por isso não há mais discussões. Tu vais à festa. – disse a Mia.

Quando me apercebi já estava a porta de casa. Sai do carro e entrei em casa. Os meus pais continuavam a discutir, os gritos deles parecia que faziam eco na minha cabeça. Eles gritavam a chamavam insultos um ao outro. Eu apenas subi para o meu quarto e coloquei os fones com o volume da música no máximo para abafar o som dos gritos deles, e acabei por adormecer e tive o sonho mais estranho da minha vida. Sonhei que estava num cemitério a chorar em frente a campa de alguém e depois aparecia o Ryan todo sujo de sangue e ao lado todos os meus amigos mortos e sujos de sangue. Acordei bastante assustada e demorou bastante tempo até eu voltar a adormecer.

Quando cheguei à escola fui logo para a aula porque eu já estava 15 minutos atrasada.

- Miss Montez, isto são horas de chegar? – perguntou o professor chateado.

- Peço desculpa pelo atraso. – disse eu sentando-me no meu lugar.

- Que não se volte a repetir. – disse ele.

Quando tocou fui ao meu cacifo guardar os livros para depois ir para a cantina.

- Então, o quê que te aconteceu de manhã? – perguntou a Becca.

- Tive um pesadelo muito estranho esta noite.

- Olá. – disse a Mia juntando-se a nós.

Depois apareceram o Justin, o Samuel e o Evaristo.

- Não, não. Tu não estás a perceber, esta é provavelmente a melhor comida chinesa de todos os tempos. Têm uns crepes fantásticos. – disse o Justin para o Evaristo.

- Então o quê que se passa? – perguntou a Mia.

- Ontem à noite fui jantar com os meus pais a um restaurante chinês fantástico. – disse o Justin. – Podemos ir lá depois das aulas?

- Ya. Era fixe! – disse a Becca.

- Uma vez quando eu era criança comi um crepe que tinha um molho que era fantástico. Era doce e ao mesmo tempo agre... – disse o Samuel. – Caramba como é que se chamava?

- Molho agridoce? – disse o Evaristo.

- Não. – disse o Samuel.

- Não? – perguntou o Evaristo.

De repente o Liam passa por nós bastante apressado.

- Olá Liam. – disse eu.

- Olá. – disse ele.

- Depois das aulas vamos a um restaurante chinês, queres vir? – perguntou a Mia.

- Talvez, se conseguir encontrar a Mikayla. – disse ele.

- Onde está ela? – perguntei.

- Não sei. Baldou-se à primeira aula.

- Ela ainda está furiosa? – perguntou o Justin.

- Sim. Bastante.

- Porquê? – perguntou a Becca.

- Lembram-se daquela peça que ela escreveu no ano passado? Ela pediu ao director para encená-la aqui na escola este ano e não deixaram. – disse o Liam.

- Porquê? – perguntou o Evaristo.

- Disseram que era estranha e sinistra. – interrompeu o Justin.

Ouvimos a porta de um cacifo a bater com muita violência e fomos ver o que era. Era a Mikayla a bater com as portas dos cacifos.

- Mikayla, não podes ficar chateada para sempre. – disse o Justin.

- Mikayla eu li a peça e achei que era bastante boa. – disse o Samuel.

- Cala-te. Eu não sou tua amiga. – respondeu  ela.

- Quanto é que achas que iria custar? – perguntou a Becca.

- Sei lá, 2, 3 mil…

- Não deve ser difícil de encontrar alguém que consiga financiar. – disse eu da boca para fora.

- Tu consegues encontrar alguém que financie a minha peça? – perguntou ela.

- Eu queria dizer que…

- Tu disseste que não era difícil de arranjar, isso quer dizer que vais fazer isso não é?

Eu e a minha grande boca. Mas porquê que eu não fico de boca fechada?

- Claro. – disse eu a sorrir.

- Boa. – disse ela virando as costas e indo-se embora.

- Milie devias ficar calada! – disse a Mia.

- Eu sei.

- Uh… já me lembrei do nome do molho! É agridoce! – exclamou o Samuel.

- Isso foi o que eu disse. – disse-lhe o Evaristo chateado.

- Onde vou arranjar 3 mil dólares? – perguntei.

- Isso é problema teu. – respondeu a Mia.

Foram-se todos embora e eu sentei-me no chão com a cabeça nos joelhos.

- Está tudo bem? – perguntou o Ryan.

Já conseguia destinguir a voz dele em qualquer lugar do mundo.

- Não. – respondi, e ele sentou-se ao meu lado.

- Precisas de alguma coisa? – perguntou.

- 3 mil dólares. – disse eu.

- A sério? – perguntou-me.

- Oh deixa estar. Estava a brincar…

- Conta-me o quê que se passa.

- Uma amiga minha precisa de 3 mil dólares para produzir uma peça e eu meio que sem querer disse que conseguia arranjar quem financiasse a peça.

- Eu posso ajudar-te. – disse ele a sorrir.

O sorriso dele era fantástico.

- A sério? – perguntei.

- Sim. Dá-me o teu número e depois eu ligo-te a dizer alguma coisa.

- Ok.

Então eu dei-lhe o meu número.

- Obrigada Ryan. – disse eu.

- Não tens de agradecer. Estou a fazer isto por ti.

Ficamos a olhar um para o outro como se estivéssemos hipnotizados.

- Porquê? – perguntei sem desviar o olhar do dele.

- Não sei. Acho que é porque gosto de ti.

- A sério?

- És uma pessoa fantástica.

- Bem, eu tenho de ir andando.

- Tudo bem. Então depois eu ligo-te.

Quando as aulas acabaram eu, a Becca, a Mia, o Samuel e os outros fomos ao tal restaurante chinês.

- Então Milie já arranjaste alguém com 3 mil dólares para financiar a peça da Mikayla? – perguntou o Evaristo.

- Por acaso já.

- A sério? – perguntaram todos chocados.

- Sim.

- Quem? – perguntou a Mia.

- Bem… ainda não está nada garantido mas o Ryan disse que podia ajudar-me.

- E porque faria isso? – perguntou a Mikayla.

- Porque ao contrario de ti ele é boa pessoa, e gosta de ajudar.

- Ou então gosta de ti. – disse o Samuel.

- Vamos comer. – disse eu mudando de assunto.

 

Ryan

- Ainda bem que estão todos aqui. – disse eu quando entrei em casa.

- Olá Ryan. – disse a Rosalie.

- Rosalie, tu e o Emmett já chegaram da caçada?

- Não Ryan. Somos uns hologramas. – disse o Emmett.

- Já soubeste das novidades? – perguntei, era obvio que estava a referir-me ao regresso do filho dela.

- Que novidades? – perguntou ela confusa. O Emmett também parecia confuso.

- Não se preocupem, vocês vão saber. Agora preciso de falar com toda a família.

- O quê que se passa? – perguntou o Carlisle.

- Preciso de 3 mil dólares. – disparei a bomba.

- Para quê que precisas de tanto dinheiro? – perguntou a minha mãe.

- Bom… é para financiar uma peça de teatro.

- Tu nunca gostaste de teatro. – disse o meu pai.

- Mas esta não é uma peça qualquer. É a peça de uma amiga da Milie.

- Outra vez essa rapariga? – perguntou a Rosalie.

- Rosalie… é importante para ela e…

- Eu disse-te para afastares-te dela e tu ainda te aproximas mais dela?

- É só uma peça de teatro.

- Não te vamos dar esse dinheiro. – disse ela.

- Depois de ela ter ido parar ao hospital por minha culpa e eu andar a mentir-lhe, isto era o mínimo que eu podia fazer para compensar.

- Eu agora vou parecer a Rosalie a falar mas alguém precisa de te dizer isto: se tivesses te afastado dela desde o inicio como nós dissemos ela nunca teria ido parar ao hospital. – disse a Alice.

- Por favor? – pedi.

- Eu financio a peça. – disse o Edward.

- A sério? – perguntei.

Ele acenou com a cabeça.

- Edward! – repreendeu a Rosalie.

- Rosalie, acho que devias preocupar-te com outra coisa invés do Ryan. – disse o Edward.

- Com o quê? Ele é que é o nosso problema agora.

- Eu acho que o que eles querem dizer é que devias preocupar-te com o meu regresso. – disse o Chuck entrando na sala.

publicado por Twihistorias às 22:15
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05
Ago 12


Capítulo 11

Eu e a Mia ficámos a dormir na casa da Robecca. Foi uma noite muito divertida.

- Mia estás à meia hora no banho! – gritou a Robecca. – Despacha-te.

Vinte minutos depois ela sai da casa de banho.

- Tanto tempo! – reclamou a Robecca entrando na casa de banho.

- Uma rapariga precisa de bastante tempo para ficar bonita. – respondeu a Mia.

Eu como tinha sido a primeira a ir tomar banho já estava pronta, apenas estava à espera da Robecca e da Mia.

- Milie tu nem imaginas o que aconteceu ontem na festa em La Push! Um rapaz misterioso sentou-se ao meu lado, e ele era LINDO. – disse a Mia carregando na palavra lindo.

- O Tom disse-me que tinhas conhecido um borracho.

- Tive pena de não ter ficado com o número dele. – disse ela fazendo beicinho.

- A sério? – perguntou a Robecca saindo da casa de banho. – O rapaz era lindo e tu nem sequer ficaste com o número? Nem parece teu Mia.

Depois da Mia finalmente ter acabado de se arranjar fomos para a escola. Quando chegamos o Justin e o Evaristo já estavam agarrados a uma bola de futebol.

- Meu Deus! – exclamou a Mia. – Já estão a jogar futebol? Vão ficar todos soados.

- Não importa! – disse o Justin.

- Não quero nenhum de vocês perto de mim na aula. – disse a Mia enojada.

Entretanto os Cullen chegaram e nós fomos andando para dentro da escola.

- Bem, eu vou retocar a maquilhagem. – disse a Mia dirigindo-se à casa de banho.

- Eu preciso de ir falar com o Lucas. – disse a Robecca.

E começaram todos a ir-se embora.

- Ei, ninguém me ajuda?! – gritei.

Pelos vistos não.

Comecei a dirigir-me para o meu cacifo bastante atrapalhada. Vi uma rapariga com madeixas no cabelo a passar e resolvi pedir-lhe ajuda.

- Olá. Podes ajudar-me? – pedi educadamente.

- Tenho cara de empregada? – perguntou ela rudemente.

- Não mas…

- Então adeus. – disse ela indo-se embora.

- Há pessoas tão mal educadas! – resmunguei.

Antes de deixar cair o livros todos ao chão o Ryan apareceu do nada e apanhou-os todos.

- Obrigada. – agradeci.

- Está quase a tocar, vamos andando para a aula? – perguntou ele.

- Sim. – respondi.

Quando já estávamos dentro da sala eu virei-me para trás e perguntei ao Ryan:

- Porque tens sido tão simpático comigo? – perguntei-lhe.

- Sr. Montez esteja calada! – disse o professor para mim.

- Peço desculpa.

No final da aula eu fui para o parque de estacionamento com a Mia. Havia lá uma caravana que vendia hambúrgueres, cachorros quentes, saladas e até burritos. Depois fui sentar-me com ela numa mesa de jardim e passado algum tempo chegou a Robecca, o Justin, o Evaristo e o Samuel acompanhado por um rapaz.

- Pessoal este é o Liam. Liam estes são o Justin, o Evaristo, a Robecca, a Mia e a Emilie. – disse o Samuel apontando para cada um de nós enquanto dizia os nossos nomes.

- Eu já te conheço! – disse a Becca. – Nós temos espanhol juntos e tu namoras com a  Mikayla.

- Pois acho que as pessoas não gostam muito dela. – disse ele sentando-se connosco.

Passado algum tempo apareceu a rapariga mal educada que não me ajudou de manhã.

- Liam, porquê que estás sentado com estes? – Perguntou ela.

- Amor, podias ser mais simpática para as pessoas. – disse o Liam para a rapariga.

- Não me parece. – disse ela.

- Mikayla podes sentar-te se quiseres. – disse a Becca.

- Não. – respondeu a tal de Mikayla e depois foi-se embora.

- Bem tenho de ir. – disse o Liam levantando-se e indo atrás dela.

- Qual é o problema dessa Mikayla? – perguntei.

- Não sei. Ela sempre foi rude com toda agente. – disse o Samuel.

- O que vão fazer depois do almoço? – perguntei.

- Eu e o Evaristo temos treino de futebol. – disse o Justin.

- Eu e a Becca temos treino da claque. – disse a Mia.

- Eu posso assistir? – perguntei.

- Claro. – respondeu a Becca.

- E tu vens comigo Samuel. – disse eu.

- O quê? Não! – reclamou ele.

- Vens sim. – disse eu.

Vi o Ryan fazer-me sinal que queria falar comigo. Eu levantei-me e fui ter com ele.

- Precisas de boleia para ir para casa? – perguntou.

- Não. Eu ainda vou ficar aqui na escola.

- Porquê?

- Vou assistir ao treino da claque.

- Estás a pensar em juntar-te à claque quando tirares o gesso?

- Agora que falaste nisso, até seria divertido.

- Não tens ar de miúda da claque.

- É complicado de explicar…

De repente ele vira-se muito rápido e agarra uma bola de futebol que vinha em direcção à cabeça dele, depois atirou-a ao Justin com tanta força que ele quase caiu.

- UAU! – disse eu. – Devias fazer provas para entrar para a equipa de futebol.

- Dispenso. – disse ele.

- Milie! – gritou o Samuel.

- Os teus amigos estão a chamar-te é melhor ires. – disse o Ryan.

Depois deu-me um beijo no rosto e começou a andar em direcção ao carro dele. Naquele momento o meu coração parou.

- Uh uh… - disse o Samuel.

- Não comeces. – avisei.

Ryan

Quando cheguei a casa a minha mãe estava a limpar sangue do tapete.

- O quê que estás a fazer? – perguntei-lhe.

- Estou a limpar a porcaria do Chuck. – respondeu.

- Ele está lá em cima com umas raparigas. O jantar dele. – disse a minha irmã.

Ele deve ter ouvido a nossa conversa porque veio juntar-se a nós na sala.

- Porquê que voltaste? – perguntou a Anne.

- Ora, já disse que estava com saudades. Sabem bem que não consigo passar muito tempo longe da família. – disse ele num tom irónico.

- Não és bem-vindo aqui. – disse a minha mãe.

- Eu sei que vocês não me querem cá, mas esta é e sempre será a minha casa. – disse ele.

Ele estava a aprontar alguma. Não é normal esta súbita saudades de casa.

- Olá priminho. Como foi a escola? – perguntou-me.

- Como se tu quisesses saber. – disse eu.

- E a Emilie? Como é que ela está?

- Não te interessa. – disse-lhe eu.

- Isso não são maneiras de falares comigo. – disse ele. – Quando é que os meus pais chegam da caçada?

- Não sei. – respondeu a minha mãe.

- E afinal o quê que tu sabes? – disse ele. – Ryan deixei duas humanas lá em cima para ti se quiseres divertir-te um pouco.

- Dispenso Chuck.

- Tenho saudades dos velhos tempos. – Lamentou-se ele. – Tu eras bem mais divertido. Bem vou sair porque ontem conheci uma miúda que quero muito voltar a ver.

publicado por Twihistorias às 18:00
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27
Jul 12

 

 

 

Capítulo 10

 

Emilie

Eu e a Robecca já estávamos prontas para ir para La Push. Fomos para o carro da Robecca e ela conduziu até lá.

- Milie, Becca! – chamou a Mia.

- Olá Mia! – disse a Robecca.

- Então Milie, eu soube que o Ryan te deu boleia hoje. – disse a Mia.

- Sim. – respondi.

- E nós conversamos durante o caminho.

- E depois? – ela quis saber.

- E depois nada. – disse eu.

- Tu e o Ryan conversaram durante o caminho todo e não teve nem um beijo roubado, ou um tipo de toque carinhoso?

- Não.

- Nem um aperto de mão? Ai Milie somos tuas amigas, tu tens de contar-nos os detalhes. – disse ela.

- Nós só conversamos.

- Mas que bloqueio é esse? Pula logo para cima dele!

- Mia! – disse a Robecca.

- É muito fácil, eu vou explicar-te melhor: ele gosta dela, ela gosta dele e ele é sexy. – disse ela com um sorriso maroto.

- Que profundo! – disse eu.

- Se não te apressares, vais perder o autocarro. – disse ela.

- E depois apanho outro. – disse eu.

- Mas tu queres apanhar este autocarro e não outro. – disse a Mia.

Odeio admitir isto mas a Mia tem razão.

- Porquê que não vamos comprar umas bebidas? – perguntou a Becca.

- Boa ideia. – disse a Mia.

Então nós fomos até ao bar comprar umas bebidas antes da corrida começar.

- Olá. – disse alguém e eu virei-me para ver quem.

- Oh, olá Tom. – disse eu.

- Vieste.

- Eu disse que vinha, não disse?

- Pois. Mas não vais correr, certo? – perguntou ele.

- Não posso. – respondi.

- O quê que aconteceu ao teu braço?

- Foi um pequeno acidente.

- Olá Tom. – disse a Robecca sentando-se ao pé de nós com a Mia.

- Não acredito que vais deixar o Jason ganhar esta corrida. – disse o Tom para a Robecca.

- Desculpa, mas eu não posso mesmo participar. – disse ela.

- Eu posso! – ofereceu-se a Mia.

- A sério Mia? – disse o Tom.

- É só um carro. – disse ela.

- Alguém viu a Leah? – perguntou um tal de Sam.

- Não. – respondeu o Tom. – Lamento. Ela deve estar a divertir-se com alguém. Sam ela não vai cair na tua lengalenga.

- Tom ela já caiu muitas vezes. – disse o tal Sam.

- Espera aí! Tu já foste para a cama com a Leah Clearwater?

- O quê que tens haver com isso? – disse ele.

Depois virou as costas e foi-se embora.

- UAU! – exclamou a Mia.

- Olha ali o Ryan! – disse a Robecca.

Eu olhei para onde ela estava a olhar e lá estava ele, lindo como sempre.

- Eu já venho. – disse eu levantando-me e comecei a dirigir-me na direcção do Ryan.

- Olá. – disse eu.

- Olá. – disse ele a sorrir.

- Vais correr? – perguntei.

- Não. Só vim ver. Tenho amigos por aqui.

- Tens amigos?

Começamos os dois a rir.

- Sim Milie. Não sou assim tão anti social como julgas que eu sou.

- Estou a ver.

- Olá. – disse um rapaz aproximando-se de nós. O rapaz também era incrivelmente lindo.

- O quê que estás aqui a fazer? – perguntou o Ryan brutamente.

- Que falta de educação não me apresentares a tua amiga. – disse o rapaz.

- Vai-te embora! – disse o Ryan.

- Olá eu sou o Chuck. Sou o primo do Ryan. – disse o rapaz para mim.

- Sou a Emilie.

- Prazer em conhecer-te! – disse ele, depois desviou o olhar. – Hum… acabei de ver uma rapariga que é um petisco. Adeusinho!

Eu comecei a rir.

- Estás a rir-te do quê? – perguntou o Ryan.

- O teu primo é engraçado. Nunca o tinha visto por aqui.

- Ele acabou de chegar à cidade, e não é boa companhia.

- Porquê?

- Só arranja problemas.

- Problemas? Que tipo de problemas? – eu quis saber.

- Não interessa. Apenas fica afastada dele.

- Tudo bem. A corrida vai começar, vamos vê-la?

- Claro.

Então nós fomos ver a corrida. Como era de prever o Jason ganhou.

- Vou buscar uma bebida. Queres alguma coisa? – perguntei ao Ryan.

- Não.

Então eu fui até ao bar.

- Conheces o Ryan Cullen? – perguntou-me o Tom.

- Sim, porquê?

- Por nada. Só estava a perguntar.

- Tu não estavas com a Mia e com a Becca? – perguntei-lhe.

- Estava. Mas a Mia não pára de falar de um borracho que conheceu hoje. Miúdas. – disse ele revirando os olhos.

Eu ri-me. Foi uma noite bastante agradável. No final da noite o Ryan ofereceu-se para levar-me a casa mas como eu ia dormir na casa da Robecca disse-lhe que não era preciso.

publicado por Twihistorias às 23:26
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